Posts Tagged ‘milho’

Cobertura vegetal melhora produção de capim em consórcio

sexta-feira, abril 21st, 2017

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Muitos produtores devem se perguntar se existe a necessidade de adubar o capim consorciado (como a braquiária ruziziensis). Para por fim nesse questionamento o Instituto de Zootecnia (IZ), da Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (Apta), localizado em Nova Odessa/SP está há mais de três anos pesquisando a respeito e os resultados já observados são satisfatórios.

As pesquisas se norteiam sobre o quanto a aplica√ß√£o de cobertura pode fazer a diferen√ßa na produ√ß√£o de forragem em √°reas de pastagens com algum n√≠vel de degrada√ß√£o. A resposta est√° no aumento de 40% na produ√ß√£o de mat√©ria seca p√≥s-desseca√ß√£o do capim. (mais…)

Adubação Verde quintuplica produtividade de lavouras paraguaias

quinta-feira, abril 20th, 2017

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Nosso país já está se acostumando com os bons resultados do uso da adubação verde nas lavouras quando o tema é ganho em produtividade. A novidade agora fica por conta de nossos vizinhos paraguaios, segundo informe do mês passado do Ministério de Agricultura e Pecuária (MAG).

Em nota, o MAG pontuou que 54 propriedades do departamento de Concepci√≥n (cidade muito pr√≥xima do Brasil) produtoras de milho observaram aumento recorde nos rendimentos, que alcan√ßou 3500kg por hectare. A m√©dia, at√© ent√£o, era produtividade m√°xima de 600kg por hectare. (mais…)

Outlook Fiesp 2026: proje√ß√Ķes para o agroneg√≥cio brasileiro!

quinta-feira, dezembro 15th, 2016
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Imagem: Outlook Fiesp 2026.

A Fiesp lan√ßou recentemente um documento completo sobre o futuro do agroneg√≥cio brasileiro. Ap√≥s um per√≠odo conturbado no cen√°rio pol√≠tico-econ√īmico do pa√≠s a certeza √© uma s√≥: ainda que o setor sentisse o impacto da situa√ß√£o pela qual o pa√≠s passava, seu crescimento n√£o deixou de existir e a classe foi a primeira a enxergar a luz no fim do t√ļnel, retomando a expectativa e a confian√ßa.

O √≠ndice de confian√ßa do agroneg√≥cio (ICAgro) registrou alta consider√°vel no terceiro trimestre deste ano, alcan√ßando 106,3 pontos, o que representou aumento de pouco mais de 4% quando comparado ao segundo trimestre, reafirmando as boas perspectivas que o setor tem para os pr√≥ximos per√≠odos. Outro ponto importante est√° na recupera√ß√£o de renda nas culturas de cana, caf√© e laranja, ajudada pela valoriza√ß√£o do real¬† e o aumento do pre√ßo em d√≥lar dessas commodities. (mais…)

I Encontro Nacional da Cultura do Milho

terça-feira, dezembro 6th, 2016

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Hoje partilhamos mais um evento, uma iniciativa promovida pela Fealq – Esalq/USP: o I Encontro Nacional do Milho! O evento acontecer√° entre os dias 15 e 16 de dezembro na Universidade Federal de Uberl√Ęndia, Campus Santa M√īnica, em Uberl√Ęndia/MG.

O encontro tem por objetivo difundir tecnologias e informa√ß√Ķes para todas as cadeias envolvidas no processo produtivo de milho, integrando produtores, profissionais das ci√™ncias agr√≠colas, econ√īmicas, pol√≠tica e ambientais, estudantes, institui√ß√Ķes p√ļblicas e privadas, al√©m do terceiro setor. (mais…)

Cresce a importação do milho!

terça-feira, outubro 25th, 2016
A quantidade de milho iportado pelo país só no acumulado neste ano já aponta recorde - Imagem: Divulgação.

A quantidade de milho importado pelo país, só no acumulado deste ano, já aponta recorde РImagem: Divulgação.

Dados do Minist√©rio do Desenvolvimento, Ind√ļstria e Com√©rcio Exterior (MDIC) apontam que a importa√ß√£o de milho cresceu seis vezes ao ano. No acumulado deste ano, j√° foram 1,4 milh√Ķes de toneladas do gr√£os vindas dos pa√≠ses vizinhos, Paraguai e Argentina. Tal patamar j√° √© considerado recorde.

O acumulado de 2016 j√° superou o mesmo per√≠odo do ano passado, crescendo 532,4%, quando o Brasil importou mais de 224 mil toneladas do gr√£o. O Paraguai √© o respons√°vel pelo maior quantidade importada,¬† com 53,6% do volume e da Argentina vieram os outros 46,4% das importa√ß√Ķes. (mais…)

Como produzir o ano todo? Diversificando!

quinta-feira, setembro 29th, 2016
Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

Depender de uma √ļnica cultura agr√≠cola nem sempre contribui para manter a renda do produtor o ano todo, por isso diversificar a produ√ß√£o tem ganho adeptos Brasil afora, uma vez que a a√ß√£o trabalha o ano todo com o solo, gerando renda e aparecendo como alternativa de produ√ß√£o.

Um exemplo est√° em Planaltina (DF) na propriedade de Thiago Falqueto. Seus 18 hectares s√£o uma mostra consolidada das variadas op√ß√Ķes que a diversifica√ß√£o oferece: no lugar do milho, vem a soja; do feij√£o, a ab√≥bora e ao redor das lavouras comerciais, h√° pomares de abacate e mexerica ponc√£.

O produtor afirma que optou pela diversifica√ß√£o por conta de um preju√≠zo sofrido com a lavoura de feij√£o, na √©poca a √ļnica lavoura produtiva da propriedade. A partir desse ocorrido, diversificou e conseguiu recuperar os preju√≠zos da safra feijoeira, gra√ßas as op√ß√Ķes fornecidas pelas demais culturas. (mais…)

Saiba qual crotalária escolher para rotação de culturas e adubação verde

quinta-feira, setembro 15th, 2016

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Obs: O texto de hoje √© uma reprodu√ß√£o integral do excerto de Naiara Ara√ļjo, da SF Agro.¬†Agradecemos e creditamos a Naiara todo o conte√ļdo textual postado abaixo.

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Além de controlar a incidência de nematoides nas lavouras, o cultivo da espécie correta é vantajoso para o solo 

A Crotal√°ria-juncea, por exemplo, √© indicada para a cultura de cana-de-a√ß√ļcar - Imagem: Sementes Pira√≠.

A Crotal√°ria-juncea, por exemplo, √© uma das Crotal√°rias indicadas para a cultura de cana-de-a√ß√ļcar – Imagem: Sementes Pira√≠.

A rota√ß√£o de culturas com crotal√°ria √© uma alternativa interessante para muitos produtores. Al√©m de controlar a incid√™ncia de nematoides nas lavouras, essa pr√°tica traz muitos benef√≠cios, como cuidado e prote√ß√£o do solo, controle de ervas daninhas e recupera√ß√£o de √°reas degradadas. Segundo Donizeti Carlos, engenheiro agr√īnomo e diretor da Sementes Pira√≠, muitos agricultores ainda t√™m d√ļvidas sobre qual variedade de crotal√°ria escolher para a rota√ß√£o de culturas.

O cultivo de crotal√°rias √© uma t√©cnica de aduba√ß√£o verde e apresenta feitos positivos desde o primeiro plantio, mas a situa√ß√£o melhora ainda mais a longo prazo. ‚ÄúA efici√™ncia no controle ser√° maior se o produtor for repetindo anualmente o preparo do solo com crotal√°rias nas janelas da safra e fazendo essa rota√ß√£o. Ele sempre ter√° ganhos‚ÄĚ, diz Donizeti Carlos. O cultivo de crotal√°ria pode ser feito antes da safra de ver√£o, na segunda safra e em cons√≥rcio com algumas culturas, como milho, milheto e braqui√°ria.

A aduba√ß√£o verde se popularizou nas √ļltimas temporadas. Na safrinha deste ano, o engenheiro agr√īnomo acredita que cerca de 300 mil hectares de milho foram plantados em cons√≥rcio com crotal√°rias, principalmente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goi√°s. O plantio das esp√©cies √© simples. A orienta√ß√£o √© que a semeadura da crotal√°ria seja feito a lan√ßo, em √°reas j√° dessecadas para controle das ervas daninhas e tigueras da cultura anterior. Elas devem ser levemente incorporadas, de dois a tr√™s cent√≠metros de profundidade, com corrent√£o ou grade niveladora. Confira as dicas para escolher a crotal√°ria mais adequada para a fazenda. (mais…)

Agricultura familiar ganha novo estímulo para produzir!

quinta-feira, setembro 8th, 2016
As produ√ß√Ķes de milho, feij√£o e arroz, al√©m do leite, s√£o beneficiados pelo novo incentivo do governo - Imagem: Divulga√ß√£o/Cl√°udio Bezerra/ Globo Ecologia.

As produ√ß√Ķes de milho, feij√£o e arroz, al√©m do leite, s√£o beneficiados pelo novo incentivo do governo – Imagem: Divulga√ß√£o/Cl√°udio Bezerra/ Globo Ecologia.

Sempre abordamos aqui a√ß√Ķes que est√£o estimulando o desenvolvimento da agricultura familiar pelo pa√≠s afora. Dessa vez, a boa nova √© de √Ęmbito nacional e marcou o in√≠cio da safra 2016/17 e tamb√©m do plano safra da agricultura familiar, em 1¬ļ de julho.

Trata-se do incentivo do governo, por meio da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agr√°rio, em disponibilizar cerca de 30 bilh√Ķes de reais para cr√©ditos agr√≠colas destinados √† produ√ß√£o familiar.

Espera-se dessa forma incentivar os pequenos e m√©dios produtores a produzir mais e em especial, produzir alimentos com destino √† cesta b√°sica como arroz, feij√£o, milho e leite. Tais produtos receberam um incentivo a mais, uma vez que seus juros de custeio ca√≠ram para 2,5% ao ano. (mais…)

O nitrogênio nas lavouras de milho!

quarta-feira, agosto 24th, 2016
Consórcio entre milhoe  crotalária, adubo verde considerado excelente na fixação de nitrogênio - Imagem: Douglas de Castilho Gitti/Rural Centro.

Consórcio entre milho e crotalária, adubo verde considerado excelente na fixação de nitrogênio РImagem: Douglas de Castilho Gitti/Rural Centro.

Uma d√ļvida comum entre os produtores de milho est√° na fixa√ß√£o de nitrog√™nio. Muitos se perdem no uso de adubos/fertilizantes nitrogenados e acabam com problemas. Uma op√ß√£o pautada em pesquisas e comprovadas pela pr√°tica de campo est√° no uso de plantas de cobertura que, entre outros benef√≠cios, aumentam a quantidade de nutrientes dispon√≠veis no solo para a cultura subsequente. Um desses nutrientes √© o pr√≥prio nitrog√™nio.

Para Arminda Moreira de Carvalho, pesquisadora da Embrapa Cerrados, dependendo da planta de cobertura escolhida para anteceder o milho, o uso de fertilizantes torna-se muito ou pouco dispens√°vel. Uma das vari√°veis consideradas pela pesquisadora est√£o na raz√£o carbono/nitrog√™nio do solo. Se h√° muito carbono e pouco nitrog√™nio os microrganismos presentes no solo imobilizam o N2; se acontece a situa√ß√£o contr√°ria, esses “serzinhos” acabam disponibilizando tal nutriente em boas condi√ß√Ķes de absor√ß√£o pela planta.

Os estudos feitos pela Embrapa contemplam observa√ß√Ķes das leguminosas em sucess√£o com o milho e em culturas como trigo, milheto, sorgo e braqui√°ria.¬† Outros plantas como a crotal√°ria, o guandu, a mucuna, e outras esp√©cies naturais do Cerrado tamb√©m s√£o analisadas.

Entre as recomenda√ß√Ķes feitas por Arminda, baseadas nos experimentos, est√° o uso de fertilizantes se a planta de cobertura escolhida for a braqui√°ria e a sucess√£o feita de milho e sorgo. J√° na contram√£o do uso de adubos nitrogenados o destaque √© o feij√£o-bravo-do-cear√°. Por√©m, ele n√£o √© encontrado com facilidade na escala de vendas, devido a sua irregularidade.

Além da ciclagem de nutrientes, o uso de plantas de cobertura que fixam nitrogênio contribui para a redução nos gastos com fertilizantes e impactam positivamente o meio ambiente, deixando a  produção mais sustentável.

Fonte: Agrolink

Conheça mais sobre os adubos verdes amigos do milharal

Na matéria acima a pesquisadora Arminda Moreira de Carvalho mencionou estudos com alguns adubos verdes, entre eles a Crotalária.

Saiba como ela ajuda o seu cultivo de milho a produzir mais, de forma econ√īmica e com sustentabilidade, desfrutando de outros benef√≠cios al√©m da importante fixa√ß√£o de nitrog√™nio, acessando conte√ļdo destinando √† cultura de gr√£os no site da Sementes Pira√≠.

Informe-se e seja o mais novo amigo da adubação verde ;)

 

 

Brasil v√™ possibilidades econ√īmicas com o aumento na demanda por gr√£os na Europa!

segunda-feira, agosto 22nd, 2016
Dentre os grãos produzidos aqui, o milho é um dos mais cotados a suprir a demanda europeia - Imagem: Divulgação.

Dentre os grãos produzidos aqui, o milho é um dos mais cotados a suprir a demanda europeia РImagem: Divulgação.

O cen√°rio de demanda por gr√£os na Europa pode favorecer a produ√ß√£o brasileira. Isso porque¬† a produ√ß√£o europeia vai apresentar na safra 2016/17 (cerca de 313 milh√Ķes de toneladas) crescimento inferior a 1% e o consumo por sua vez, crescer√° 1,3%. Dessa forma, o continente ficar√° mais dependente da exporta√ß√£o de gr√£os.

Estimativas feitas pela Comiss√£o de Agricultura apontam que em 2017 o consumo humano de gr√£os dever√° estar na casa dos 66 milh√Ķes, seguido pelo industrial com 33 milh√Ķes e ambos superados pelo uso para a alimenta√ß√£o animal, com 175 milh√Ķes de toneladas.

No mapa de necessidades europeu o Brasil ganhar√° vez com o milho, cujo destino para alimenta√ß√£o de animal dever√° chegar em 58 milh√Ķes de toneladas no pr√≥ximo ano, em especial pelos pa√≠ses da Uni√£o Europeia. Toda a a√ß√£o j√° vem sendo esbo√ßada pelo nosso pa√≠s, uma vez que a UE j√° √© nossa compradora h√° certo tempo.

Isso sem contar as oleaginosas, como a soja, que n√£o ainda foram inclu√≠das no mapa de importa√ß√£o europeu. Para a pr√≥xima safra o Brasil vai semear 33,5 milh√Ķes de hectares, o que pode gerar a produ√ß√£o de 103,4 milh√Ķes de toneladas, indicando produtividade m√©dia de mais de 3 mil quilos de soja/hectare.

Fonte: Mauro Zafalon – Folha de S.Paulo

Vamos preparar a próxima safra de milho com mais sustentabilidade?

Como você leu acima o Brasil terá grandes chances de aumentar sua exportação de grãos para a UE, em especial de milho, na próxima safra. Por que não então, começar a preparar o solo para produzir mais e melhor com o auxílio da adubação verde?

√Č chegada a hora de cuidar do solo para a cultura de ver√£o! Saiba mais clicando aqui.

Traga sua lavoura para o hall daquelas que produzem com sustentabilidade e garantem sua rentabilidade, torne-se um adubador verde!

Conheça os benefícios de plantar crotalária antes da safra de verão

quinta-feira, agosto 18th, 2016
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Obs: O texto de hoje √© uma reprodu√ß√£o integral do excerto de Naiara Ara√ļjo, da SF Agro.¬†Agradecemos e creditamos a Naiara todo o conte√ļdo textual postado abaixo.
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A leguminosa ajuda no controle de nematoides, é uma aliada na descompactação do solo e controle de erosão

A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos - Imagem: Sementes Piraí.

A Crotalária-spectabilis é uma das espécies de Crotalária mais conhecida РImagem: Sementes Piraí.

O¬†plantio de crotal√°rias √© indicado para rota√ß√£o de culturas. O cultivo pode ser adotado antes e durante as safras, at√© mesmo √© uma alternativa para a safra de ver√£o. O uso de crotal√°rias se populariza por causa da sua efici√™ncia no controle de nematoides. Mas a leguminosa tamb√©m √© importante para a descompacta√ß√£o do solo, controle de eros√£o e fixa√ß√£o de nitrog√™nio. ‚ÄúO que chama a aten√ß√£o do agricultor √© o controle de pragas e doen√ßas, mas todo o resto est√° beneficiando a terra‚ÄĚ, diz Donizeti Carlos, engenheiro agr√īnomo e diretor da Sementes Pira√≠.

Na safrinha deste ano, ele acredita que cerca de 300 mil hectares de milho foram plantados em cons√≥rcio com crotal√°rias, principalmente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goi√°s. Confira orienta√ß√Ķes para adotar o cultivo de crotal√°rias na rota√ß√£o de culturas com a soja, milho e algod√£o.

¬†1 ‚Äď Soja

O cultivo de crotal√°ria √© ben√©fico na safra de ver√£o de soja.¬†Nesse caso, o ideal √© esperar o in√≠cio de chuvas, em setembro, para investir na crotal√°ria no per√≠odo pr√©-soja. Segundo Donizeti Carlos, n√£o √© recomend√°vel plantar antes, porque s√£o grandes as chances delas n√£o se desenvolverem por causa da estiagem. ‚ÄúNas regi√Ķes que registrarem chuva, o produtor tem a possibilidade de deixar a crotal√°ria na √°rea produtiva de 45 a 60 dias. O per√≠odo vai depender do dia que ele for come√ßar o plantio‚ÄĚ, explica o engenheiro agr√īnomo. Depois, √© s√≥ dessecar e realizar o plantio de soja normalmente, com o solo mais forte e preparado para a safra.

¬†2 ‚Äď Milho

No caso do milho, alguns produtores j√° realizam o plantio tardio para cultivar crotal√°ria antes do in√≠cio da safra. Apesar de algumas variedades serem resistentes aos nematoides, o milho √© um hospedeiro desses parasitas. Por isso, o cultivo de milho pode deixar como heran√ßa uma popula√ß√£o maior de nematoides para a pr√≥xima safra. ‚ÄúA efici√™ncia no controle ser√° maior se o produtor for repetindo anualmente o preparo do solo com crotal√°rias nas janelas da safra e fizer essa rota√ß√£o. Ele sempre ter√° ganhos‚ÄĚ, diz o especialista.

O ideal seria decidir como fazer o uso da crotalária a partir do nível de infestação de nematoides. Segundo Donizeti Carlos, o uso consorciado é indicado para o solo que apresenta baixo nível de infestação. Já os solos que estão nos níveis de média à alta infestação de nematoides deveriam plantar exclusivamente crotalária na segunda safra. Porém, para não passar uma safra sem produção comercial, o que geraria um alto prejuízo financeiro, os produtores optam pelo consórcio entre milho e crotalária.

¬†3 ‚Äď Algod√£o

Plantar crotal√°rias antes de come√ßar a safra de algod√£o √© mais f√°cil porque o plantio da cultura come√ßa mais tarde. Geralmente, o plantio come√ßa em outubro e, em algumas regi√Ķes, pode acontecer at√© janeiro. Isso faz com que o produtor tenha mais tempo para deixar as plantas no solo, aproveitando melhor os seus benef√≠cios.

4 ‚Äď Dicas essenciais para n√£o errar

Segundo Donizeti Carlos, o maior erro do produtor no cultivo de crotal√°ria √© deixar a planta chegar em vagem seca. ‚ÄúO produtor deveria fazer o manejo no pleno florescimento, mas mais de 90% n√£o faz isso‚ÄĚ, diz o engenheiro e diretor da Sementes Pira√≠. ‚ÄúMuitos produtores que cultivam a crotal√°ria na segunda safra deixam a planta morrer e isso reduz o efeito de controlar os nematoides.‚ÄĚ

O uso de crotalárias não tem restrição. Porém, Donizeti Carlos diz que não é recomendado o cultivo de crotalárias em área infestada com o mofo branco. Também conhecida como podridão branca, a doença atinge diversas culturas, como o algodão, a soja e o feijão.

Os produtores que cultivam crotal√°ria devem tomar cuidado para que os animais da fazenda n√£o comam essas plantas. ‚ÄúN√£o √© recomendado para pasto ou aproxima√ß√£o de gado nessas √°reas. As crotal√°rias t√™m um fator t√≥xico e se o gado comer em excesso, chega a matar‚ÄĚ, diz Donizeti Carlos.

¬†5 ‚Äď Qual quantidade de sementes plantar?

Na safra de ver√£o, o produtor que for usar a Crotal√°ria-spectabilis deve utilizar 20 quilos de semente por hectare. Cada quilo dessa variedade custa cerca de R$ 7, ou seja, R$ 140 por hectare. J√° o produtor que optar pela Crotal√°ria-ochroleuca deve usar 15 quilos por hectare. Como o quilo custa R$ 5, o investimento por hectare fica em torno de R$ 75.

Na segunda safra, como o plantio é mais tardio e o produtor tem mais tempo para deixar as crotalárias no solo antes de iniciar a safra, é recomendável usar mais sementes para garantir uma população maior de plantas. Segundo Donizeti Carlos, no caso da Crotalária-spectabilis, o recomendado é plantar 25 quilos de sementes por hectare. E se for Crotalária-ochroleuca, 20 quilos por hectare.

SF Agro

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Conheça mais sobre as Crotalárias

Donizeti Carlos, diretor comercial da Sementes Piraí, pontuou o uso de Crotalárias como adubos verdes para preparar o solo antes da safra de verão. Conheça as variedades que ele mencionou:

Se informar sobre os benef√≠cios da aduba√ß√£o verde √© de fundamental import√Ęncia para iniciar sua guinada produtiva, sustent√°vel e de forma econ√īmica. Adote os adubos verdes mencionados e prepare-se para uma pr√≥xima safra de ver√£o muito rent√°vel!

 

 

‚ÄúAdubos verdes‚ÄĚ s√£o op√ß√£o para proteger o milho org√Ęnico contra ervas daninhas

sexta-feira, agosto 5th, 2016

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Obs: O texto de hoje √© uma reprodu√ß√£o integral do excerto de¬†Jos√© Tadeu Arantes | Ag√™ncia FAPESP. Agradecemos e creditamos ao Jos√©¬†| Ag√™ncia Fapesp todo o conte√ļdo textual postado abaixo. A imagem ilustrativa tamb√©m √© creditada, com as indica√ß√Ķes devidas em sua legenda.

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Pesquisa apontou o plantio consorciado com o feij√£o guandu an√£o como a melhor alternativa de manejo (Foto: Arquivo de Anastacia Fontanetti)

Pesquisa apontou o plantio consorciado com o feij√£o guandu an√£o como a melhor alternativa de manejo (Foto: Arquivo de Anastacia Fontanetti)

A agricultura org√Ęnica vem crescendo de forma expressiva no Brasil. Atendendo √† expans√£o do consumo, a quantidade de agricultores que optaram por esse sistema de produ√ß√£o aumentou cerca de 51,7% entre janeiro de 2014 e janeiro de 2015, passando de 6.719 para 10.194, de acordo com informa√ß√Ķes do Minist√©rio da Agricultura, Pecu√°ria e Abastecimento (Mapa). Nos √ļltimos meses de 2015, o Cadastro Nacional de Produtores Org√Ęnicos j√° computava 11.084 participantes. E a proje√ß√£o para 2016 √© que o setor continue em crescimento, a uma taxa de 20% a 30%, tamb√©m de acordo com n√ļmeros divulgados pelo Mapa.

A necessidade de responder √†s demandas tecnol√≥gicas do setor define uma nova fronteira para as iniciativas em pesquisa, desenvolvimento e inova√ß√£o. Exemplo disso foi o projeto ‚ÄúMilho org√Ęnico em cons√≥rcio com adubos verdes: op√ß√£o para o sistema de plantio direto e a integra√ß√£o lavoura-pecu√°ria‚ÄĚ, conduzido por Anastacia Fontanetti e apoiado pela FAPESP em acordo de coopera√ß√£o com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient√≠fico e Tecnol√≥gico (CNPq).

‚ÄúBuscamos uma alternativa para o controle de plantas espont√Ęneas [popularmente chamadas de ‚Äėervas daninhas‚Äô], que constituem o principal problema enfrentado pelos produtores de milho org√Ęnico‚ÄĚ, disse Fontanetti √† Ag√™ncia FAPESP. A pesquisadora √© professora do Departamento de Desenvolvimento Rural da Universidade Federal de S√£o Carlos (UFSCar).

Na agricultura convencional, baseada em sementes transgênicas e uso intensivo de herbicidas e outros aditivos químicos, esse controle é feito principalmente por meio do glifosato [N-(fosfonometil) glicina].

Na agricultura org√Ęnica, a principal forma de controle adotada at√© o presente tem sido o revolvimento do solo. ‚ÄúPor√©m, com o revolvimento, ocorre perda de mat√©ria org√Ęnica, exposi√ß√£o √† eros√£o, enfim, o in√≠cio de um processo de depauperamento do solo que vai contra o objetivo da agricultura org√Ęnica‚ÄĚ, comentou a pesquisadora.

A ideia que norteou seu estudo foi substituir a pr√°tica do revolvimento pelo cultivo de plantas que, consorciadas com o milho, promovessem a cobertura do terreno, evitassem a emerg√™ncia e prolifera√ß√£o de ervas daninhas e melhorassem a qualidade do solo, por meio da reciclagem natural de nutrientes. Para cumprir tal papel, essas plantas vivas, chamadas de ‚Äúadubos verdes‚ÄĚ, n√£o podem competir com o milho, reduzindo a produtividade.

A barreira proporcionada pelos ‚Äúadubos verdes‚ÄĚ √† prolifera√ß√£o de plantas espont√Ęneas se deve, principalmente, √† cobertura f√≠sica do solo. Esta reduz a incid√™ncia dos raios solares e, por decorr√™ncia, dificulta a quebra de dorm√™ncia e a germina√ß√£o das sementes de ervas daninhas. Um fator adicional pode ser a libera√ß√£o de metab√≥litos secund√°rios, com fun√ß√£o herbicida, pelas folhas e ra√≠zes ou pela decomposi√ß√£o da palha dos ‚Äúadubos verdes‚ÄĚ.

‚ÄúIsso n√£o √© uma novidade em termos tecnol√≥gicos. Existe j√° bastante pesquisa a respeito. E a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu√°ria] desenvolveu um modelo, chamado ‚ÄėSanta Br√≠gida‚Äô, porque foi criado na fazenda com esse nome, para o plantio consorciado. Por√©m, at√© agora, tal manejo vinha sendo realizado nos moldes da agricultura convencional, com uso de herbicidas. Nosso objetivo foi estabelecer um manejo para a produ√ß√£o org√Ęnica‚ÄĚ, afirmou Fontanetti.

A pesquisadora testou algumas plantas candidatas ao consórcio. Dentre elas, a que apresentou o melhor resultado foi o feijão guandu anão (Cajanus cajan L.). Trata-se de uma planta de porte pequeno, que demora mais tempo para germinar do que o milho, e, por isso, confere a este uma vantagem competitiva.

‚ÄúVerificamos que o guandu an√£o n√£o afetou a produtividade do milho, dificultou a prolifera√ß√£o de plantas espont√Ęneas e aumentou o teor de nitrog√™nio nas plantas de milho ‚Äď o que pode contribuir para o incremento de biomassa e de produtividade‚ÄĚ, informou a pesquisadora.

Além disso, o feijão guandu anão é, ele mesmo, uma planta de interesse. Devido ao alto teor proteico, em algumas localidades do Brasil é utilizado na alimentação humana. E o sabor agreste, que pode ser matizado por meio de um preparo adequado, já facultou sua inclusão em páginas de gastronomia da web. Outro uso possível é como planta forrageira na alimentação animal. Por exemplo, soltando-se o gado na área cultivada depois da colheita do milho.

‚ÄúFizemos v√°rios testes para descobrir tamb√©m a melhor forma de plantio. O resultado mais favor√°vel foi obtido quando plantamos o guandu an√£o tanto nas entrelinhas das fileiras de milho quanto nas pr√≥prias linhas, entre um p√© de milho e outro‚ÄĚ, acrescentou Fontanetti.

Culturas perenes

Outras plantas testadas, com tradi√ß√£o de uso na alimenta√ß√£o animal, foram a puer√°ria (Pueraria phaseoloides (Roxb.) Benth), o calopog√īnio (Calopogonium mucunoides Desv.) e a soja perene (Neonotonia wightii (Wight & Arn) Lackey)). S√£o plantas herb√°ceas baixas, menores do que o guandu e bem menores do que o milho. O melhor resultado foi obtido com o calopog√īnio, que mais rapidamente cobriu o solo, evitando a emerg√™ncia de plantas daninhas.

Dentre as estrat√©gias utilizadas pelos produtores org√Ęnicos para controlar as ervas daninhas nas culturas de milho, devem-se mencionar ainda o uso de vinagre (√°cido ac√©tico) como herbicida, o controle por meio do fogo¬†e o emprego de um novo equipamento, j√° dispon√≠vel no mercado, que extermina a planta indesej√°vel por meio de choque el√©trico. ‚ÄúConsiderando essas v√°rias op√ß√Ķes de manejo, o plantio consorciado me parece a melhor op√ß√£o, n√£o s√≥ pelo benef√≠cio direto ao milho, como pelo melhoramento do solo, evitando a eros√£o e agregando mat√©ria org√Ęnica‚ÄĚ, ponderou a pesquisadora.

Ap√≥s a colheita do milho, os adubos verdes s√£o mantidos no solo, pois constituem culturas perenes. Como regra de manejo, Fontanetti recomenda que, depois de retiradas as espigas, as plantas de milho e os ‚Äúadubos verdes‚ÄĚ sejam ro√ßados e seus res√≠duos mantidos sobre o solo como cobertura. ‚ÄúAo se decompor, os res√≠duos vegetais e as ra√≠zes agregam mat√©ria org√Ęnica ao solo. Al√©m disso, √© melhor n√£o revolver a terra, mas plantar em cima. O princ√≠pio √© revolver o solo o m√≠nimo poss√≠vel. Tanto para preservar os nutrientes como para n√£o expor as sementes de ervas daninhas √† luz e ao calor, o que favoreceria sua germina√ß√£o‚ÄĚ, concluiu.

Fonte: Agência Fapesp

Saiba mais sobre o Feij√£o-guandu an√£o

Na pesquisa, mencionada acima, assinada por Anastacia Fontanetti a indica√ß√£o para o cons√≥rcio de adubos verdes com a produ√ß√£o de milho org√Ęnico √© o feij√£o-guandu an√£o.

No site de nossa adubadora, Sementes Pira√≠, voc√™ encontra os demais benef√≠cios que esse adubo verde oferece, como a boa explora√ß√£o radicular, a descompacta√ß√£o de solos adensados e reciclagem de nutrientes. Conhe√ßa outras informa√ß√Ķes, bem como se informe sobre os dados t√©cnicos do feij√£o-guandu an√£o, clicando aqui.

Milho 2ª safra: conhecimento e experimentos a favor da produtividade!

sexta-feira, julho 22nd, 2016
Imagem: Fundação MT.

Imagem: Fundação MT.

O evento “Funda√ß√£o MT em Campo – 2¬™ safra” apresentou como um de seus destaques a cultura do milho, a cultura de segunda safra mais importante do Mato Grosso. A palestra denominada ‚ÄúSua segunda chance de aumentar a produtividade e rentabilidade‚ÄĚ, reuniu os pesquisadores da Funda√ß√£o MT para apresentar ao p√ļblico composto por agricultores, estudantes, t√©cnicos e consultores uma variada tem√°tica sobre as op√ß√Ķes em melhoria dispon√≠veis √† cultura: cons√≥rcio de milho com esp√©cie de cobertura, manejo de aduba√ß√£o e desenvolvimento do milho sob n√≠veis de compacta√ß√£o induzidos.

Em uma das esta√ß√Ķes compreendidas √† palestra os pesquisadores Douglas Coradini e David Valendorff demonstraram a viabilidade da consorcia√ß√£o do milho 2¬™ safra com a braqui√°ria e com as crotal√°rias e quais as implica√ß√Ķes constatadas para a pr√≥xima safra comercial. Nessa avalia√ß√£o foram consorciados milho com brachiaria ruziziensis, milho com brachiaria ruziziensis e crotal√°ria-spectabilis, milho com crotal√°ria-spectabilis e crotal√°ria-ochroleuca e milho com crotal√°ria-breviflora, al√©m das observa√ß√Ķes da √°rea destinada ao milho cultivado solo.

As observa√ß√Ķes feitas pelos pesquisadores indicam que a consorcia√ß√£o pode minimizar a produtividade do milho 2¬™ safra. Para tanto, √© de suma import√Ęncia observar a modalidade de semeadura da cobertura. Douglas Coradini pontuou que as √°reas onde houve maior produ√ß√£o de mat√©ria seca, foram os locais com maior produtividade observada na cultura comercial posterior.

Garantir e melhorar a produtividade do milho de segunda safra est√° intrinsecamente ligada ao conhecimento da √°rea produtiva, por isso o objetivo dessa esta√ß√£o experimental foi mostrar ao p√ļblico os resultados de pesquisa j√° observados pela Funda√ß√£o MT. Consultar um agr√īnomo par avaliar qual √© a melhor consorcia√ß√£o para cada tipo de √°rea produtiva √© o caminho para ter efici√™ncia com a a√ß√£o.

Fonte: Cen√°rio MT.

Milho segunda safra com adubação verde

Saiba como a adubação verde pode ajudar seu milharal a se desenvolver de forma mais saudável, com nematoides controlados e garantindo sua produtividade.

Para isso, acesse o conte√ļdo destinado aos Gr√£os no site da Sementes Pira√≠ e #cuidedofuturo da sua lavoura de forma sustent√°vel!

 

 

 

 

Plantas de cobertura s√£o parceiras do Manejo Integrado de Pragas!

sexta-feira, maio 13th, 2016
O percevejo castanho √© uma das grandes preocupa√ß√Ķes das lavouras do Cerrado, como algod√£o e o milho - Imagem: Tecnoshow Comigo.

O percevejo castanho √© uma das grandes preocupa√ß√Ķes das lavouras do Cerrado, como algod√£o – Imagem: Tecnoshow Comigo.

O entomologista e pesquisador da Embrapa Algod√£o, Jos√© Ednilson Miranda, defende o uso de plantas de cobertura no Manejo Integrado de Pragas (MIP) na cultura do algod√£o. Segundo ele, essa intera√ß√£o pode afetar a din√Ęmica populacional de insetos e isso √© de suma import√Ęncia para otimizar o MIP. Como √© sabido, as plantas de cobertura fornecem prote√ß√£o para o solo e s√£o muito utilizadas no sistema plantio direto.

Um exemplo citado por Miranda é o percevejo castanho, que assola várias culturas do Cerrado, como o algodão e o milho. Sua ação é atacar a raiz da planta debilitando sua produtividade. O MIP aparece nesse caso aliando plantas de cobertura e rotação e ou sucessão de culturas adequadas, incluindo algumas vezes a utilização de químicos. Uma das mais maiores dificuldades em controlá-lo consta por sua polifagia, ou seja, o percevejo castanho se alimenta de culturas diversificadas e é migrante em períodos de chuva.

As perdas no algodoeiro estimam-se na casa de 5 a 7% do total produzido. O percevejo castanho injeta uma espécie de saliva tóxica e faz sucção da seiva das raízes, provocando enfraquecimento e atraso severo no crescimento e desenvolvimento do algodão, que adquire aspectos amarelados e raquíticos. Para o pesquisador da Embrapa, o controle químico não tem obtido o sucesso esperado e por isso, pesquisas em campo de controle naturais são observados.

Miranda recomenda a adoção de plantas de cobertura como o Feijão-guandu, Sorgo granfífero em consórcio com Brachiaria ruziziensis e gergelim consorciado com B. ruziziensis. Em áreas já infestadas por tal praga, o pesquisador não recomenda o uso de milho e milheto em rotação, pois tais espécies são hospedeiras do percevejo castanho.

Temos a√≠ mais uma not√≥ria indica√ß√£o de que √© poss√≠vel controlar naturalmente pragas e doen√ßas que assolam culturas comerciais. O caso do controle do percevejo castanho na cultura do algod√£o vem sendo observado e pesquisado h√° tempos pela Embrapa Algod√£o e a a√ß√£o de plantas de cobertura tem apontado resultados consider√°veis. Sustentabilidade produtiva come√ßa com a ado√ß√£o de a√ß√Ķes que minimizem impactos √† sa√ļde do solo e essa, com certeza, √© uma a√ß√£o deste tipo e que contribui para #adubarofuturo!

Fonte: Agrolink.

Adubação Verde e o Algodoeiro

A adubação verde é uma técnica que reduz custos com insumos e indica maior produtividade no algodoeiro.

Al√©m disso a t√©cnica auxilia no controle de nematoides, descompacta, estrutura e areja o solo, dentre outros benef√≠cios. Saiba mais sobre seus benef√≠cios acessando o conte√ļdo destinado √† cultura do algod√£o no site da Sementes Pira√≠.

Agora, para conhecer mais sobre o Feijão-guandu citado na matéria acima como planta de cobertura no MIP, acesse aqui.

Informe-se e veja quão vantajoso é ser um adubador do futuro, planejando sua próxima safra contando com os benefícios da adubação verde!

Informação de qualidade sobre algodão, milho e soja!

sexta-feira, abril 8th, 2016
milho, algod√£o e soja

Imagem: Divulgação.

A Fundação MT, no final de março, lançou um importante veículo de informação para os produtores de algodão, soja e milho. Trata-se da 17ª edição do Boletim de Pesquisa, safra 2015/2016. A grande novidade da publicação fica por conta da inclusão de resultados de pesquisa da instituição sobre tais culturas.

O Boletim conta com 500 páginas assinadas por pesquisadores da Fundação MT e demais especialistas do país. Os capítulos falam sobre o clima, doenças, qualidade de sementes, nematoides, plantas invasoras, pragas, manejo do solo, sistemas de produção e tecnologia de aplicação.

A publicação é considerada uma das mais importantes desenvolvidas no país, uma das poucas a contemplar diversas culturas e assuntos. O Boletim de Pesquisa serve de apoio teórico ao conhecimento prático vivenciado e experenciado nos eventos que a Fundação MT participa.

Para adquirir o material é preciso comprá-lo via site da Fundação MT ou nos eventos realizados por ela. Para acessar o site da instituição, clique aqui.

Fonte: Agrolink.

Alguém falou em nematoides?

Os nematoides representam um grande perigo a continuidade das atividades agrícolas se não forem controlados com eficácia, segurança e principalmente, sustentabilidade.

Por isso, nossa adubadora Sementes Pira√≠ criou um canal exclusivo que vai nortear os produtores de A √† Z, o Controle os Nematoides. Nesse portal est√£o concentradas todas as informa√ß√Ķes t√©cnicas sobre os nematoides e como a aduba√ß√£o verde entra em cena para auxiliar o produtor na tarefa de controle dessas pragas.

Acesse hoje mesmo o Controle os Nematoides e comece a control√°-los em sua cultura!