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Setor sucroenergético do MS investe em nova variedade de cana de açúcar

segunda-feira, outubro 23rd, 2017

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Christiane Congro Comas, da Embrapa Agropecuária Oeste. Agradecemos e creditamos a Christiane todo o conteúdo textual postado abaixo.

Christiane Congro Comas (Mtb-SC 00825/9 JP)

Embrapa Agropecuária Oeste

agropecuaria-oeste.imprensa@embrapa.br

Telefone: (67) 3416-6884

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Crédito da Imagem:  Christiane Congro Comas/ Embrapa Agropecuária Oeste

Crédito da Imagem:
Christiane Congro Comas/ Embrapa Agropecuária Oeste

Viabilizar a troca de informações sobre as variedades de cana-de-açúcar utilizadas pelo setor sucroenergético foi um dos objetivos da 4ª Reunião Anual de Variedades RB no MS, que aconteceu em 17 de agosto, no Auditório da Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados. O evento realizado pela Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (RIDESA/UFSCar), Associação dos Produtores de Bioenergia de MS (Biosul) e Embrapa Agropecuária Oeste. A reunião contou com a presença de técnicos de empresas conveniadas ligados ao setor sucroenergético de diversas regiões do Mato Grosso do Sul e do interior de São Paulo. (mais…)

Alternativas para a descompactação de solos!

quinta-feira, agosto 25th, 2016

crotalaria_ochroleuca_sementespiraiUm estudo realizado pelos pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste, Júlio Cesar Salton e Michely Tomazi (engenheiros agrônomos e Doutores em ciência do solo), apontou alternativas sustentáveis para a reversão da compactação do solo.

Essa situação prejudica muito a agricultura, pois dificulta o desenvolvimento radicular das plantas, provoca o acúmulo de adubos e ainda entrava a entrada da água na terra, isso porque o solo se encontra em condição porosa. Como alternativa, os pesquisadores sugerem o uso de plantas de raízes profundas na entressafra, preparando a terra de forma biológica. Como exemplo estão a braquiária e a crotalária.

O estudo verificou como as plantas de cobertura se desenvolvem na região radicular, explorando aquelas que possuem raízes maiores ajudando na descompactação do solo e que ainda servem como proteção na superfície, servindo de palhada, muitas vezes, para a cultura comercial subsequente.

A pesquisa analisou algumas situações como a rotação entre a pastagem e a cultura de soja, dentro de um sistema ILPF. Seus resultados demonstram as vantagens em descompactar o solo de forma biológica, promovendo também a saúde da terra. Para conferir detalhes desse estudo, clique aqui.

Fonte: Agrolink

Crotalárias e a descompactação do solo

Os pesquisadores mencionaram em seu estudo, pautado acima, que a crotalária é boa opção natural para reverter a compactação do solo.

Conheça mais sobre as crotalárias acessando os links abaixo:

Informe-se e veja qual é a mais indicada para agir no seu solo. Caso precise de mais informações entre em contato com a nossa adubadora, Sementes Piraí, por meio desse link.

Aumentando a capacidade produtiva do solo com… adubação verde!

quarta-feira, agosto 3rd, 2016
A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos - Imagem: Sementes Piraí.

A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos – Imagem: Sementes Piraí.

Um dos maiores desafios da agricultura atualmente é produzir mais e de forma sustentável. Na agricultura familiar esse desafio ganha um adendo financeiro, uma vez que essa tarefa precisa ser executada com baixo custo. A solução então, apontada por muitos pesquisadores, incluindo César José da Silva (Embrapa Agropecuária Oeste) está no uso da adubação verde.

A adubação verde é uma técnica “multiuso”, pois se adequa a qualquer tipo de cultura e formato produtivo. Basicamente, ela eleva a capacidade produtiva do solo, com baixo custo, aumentando sua produtividade e consequentemente, a rentabilidade dos produtores.

Segundo Silva, a Embrapa em Dourados estuda o uso da adubação verde na agricultura familiar há mais de uma década e a indicação é a utilização da técnica em rotação de culturas ou em consórcio entre leguminosas e gramíneas. Ele atesta que a adubação verde entra em cena em períodos não concorrentes com as culturas comerciais, como milho, feijão e mandioca.

Desta forma, em rotação ou em consórcio, a adubação verde condiciona o solo para que as próximas culturas comerciais colham os benefícios dessa implantação, explorando melhor os nutrientes e a água absorvida no solo. Tal situação é possível porque os adubos verdes possuem um sistema radicular mais profundo. Outra característica salientada pelo pesquisador como vantagem das leguminosas é a fixação, em simbiose com as bactérias, do nitrogênio – um importante nutriente que é absorvido em grande quantidade e bem aproveitado pela cultura econômica subsequente.

Além destes benefícios, a adubação verde cobre o solo (servindo de cobertura vegetal), aumenta sua umidade, promove a ciclagem de seus nutrientes, que favorecem a dinâmica dos microorganismos e é uma importante aliada no combate à variadas espécies de nematoides e doenças do solo. Pode servir também como suplemento da alimentação animal, pontua César.

Por fim, falando em recursos financeiros, a adubação verde promove a economia no uso de tradicionais insumos utilizados, como os fertilizantes, adubos nitrogenados, fungicidas e inseticidas, impactando direta e positivamente o meio ambiente. Isso porque o “trabalho da adubação verde” em ciclar nutrientes, fixar nitrogênio por meio das leguminosas e favorecer os inimigos naturais de pragas e doenças, formam alguns dos aspectos que aumentam a resistência e o pleno desenvolvimento saudável das culturas comerciais.

Fonte: EBC.

Adote a adubação verde!

Depois dessa breve aula sobre adubação verde não perca mais tempo e vá direto ao ponto, ou melhor, à fonte de adubação verde que há mais de 40 anos vem auxiliando o produtor brasileiro a conduzir sua lavoura com sustentabilidade: conheça os benefícios da adubação verde no site da Sementes Piraí.

Confirme todos as vantagens citadas pelo pesquisador César José da Silva e conheça as demais implicações positivas na utilização da técnica, bem como as especificações para cada cultura.

A partir de agora vocês estão convidados a serem adubadores do futuro!

Adubação verde eleva a capacidade produtiva do solo

segunda-feira, maio 23rd, 2016
Adubo verde na Tecnofam 2016 - Imagem: Sílvia Z. Borges/Embrapa.

Adubo verde na Tecnofam 2016 – Imagem: Sílvia Z. Borges/Embrapa.

Elevar a capacidade produtiva do solo, com baixo custo, é um dos desafios em pequenas propriedades. Uma das práticas agrícolas que ajudam a enfrentar esse desafio, é a adubação verde em rotação de cultura ou em consórcio entre adubos verdes (leguminosas e gramíneas). O sistema radicular mais profundo dos adubos verdes condiciona o solo para que a cultura de atividade econômica explore melhor os nutrientes e a água do solo.

Os adubos verdes que são gramíneas a exemplo do sorgo forrageiro e milheto, e dicotiledôneas, como o girassol, formam a palhada que cobrem o solo; e os que são leguminosas, caso da crotalária, mucuna, guandu, feijão-de-porco, produzem biomassa e fornecem maior aporte de nitrogênio à cultura.

Quem passou pela Tecnofam 2016, evento de tecnologias e conhecimentos para agricultura familiar realizado de 11 a 13 de maio na Embrapa Agropecuária Oeste, pôde conhecer os benefícios dos adubos verdes com os pesquisadores da Embrapa: Alberto Feiden, da Embrapa Pantanal, e Cesar José da Silva, da Embrapa Agropecuária Oeste.

A prática da adubação verde promove a cobertura do solo, aumenta a umidade, a ciclagem de nutrientes e a dinâmica dos microorganismos no solo que ajudam a combater nematoides e doenças do solo. Além disso, os adubos verdes abrigam inimigos naturais a atraem polinizadores e insetos benéficos como predadores de pragas.

Segundo Silva, o processo de elevação da capacidade produtiva do solo com a adubação verde exige alguns anos de boas práticas culturais. Por isso, a recomendação é que a adubação verde seja associada a outras práticas, como calagem e gessagem, adubos orgânicos a partir de dejetos de animais que têm alta concentração de nutrientes disponíveis (esterco de aves, bovinos e suínos). “Se o produtor adotar essas práticas, a adubação mineral complementar será em doses menores, reduzindo o custo de produção.”

Os adubos verdes também servem como suplementação alimentar animal. O guandu, adubo verde semiperene, é usado para feno ou fresco no cocho por meio de podas; a cartilha, espécie perene, possui excelente palatabilidade – que, segundo Silva a Agraer tem estimulado os agricultores a plantarem – ou para adubar nas entrelinhas; e gramíneas forrageiras para cobertura de solo e forragem.

A rotação de culturas pode ser feita dividindo a área em pequenas partes, intercalando as culturas ao longo do tempo. Uma dica para iniciar a prática de adubação verde exclusivamente ou em consórcio é escolher uma área com baixa quantidade de matéria orgânica ou com problemas de pragas de solo, de plantas daninhas ou ainda na área mais distante da propriedade, onde é mais difícil de se chegar com dejetos de animais que são usados também como adubos. “À medida que a área com problema é recuperada com a adubação verde, o agricultor pode expandir a prática agrícola”, afirma o pesquisador Cesar José da Silva.

A prática da adubação verde promove a cobertura do solo, aumenta a umidade, a ciclagem de nutrientes e a dinâmica dos microorganismos no solo que ajudam a combater nematoides e doenças do solo. Além disso, os adubos verdes abrigam inimigos naturais a atraem polinizadores e insetos benéficos como predadores de pragas.

Calcário como auxiliar

“Boa parte do solo brasileiro é levemente ácida. Para elevar o PH, a forma mais barata de se fazer essa correção do solo é com o calcário, que é proporcionalmente barato em relação a outros produtos existentes no mercado. Ainda hoje muitos produtores da agricultura familiar não têm essa prática para corrigir o solo”, disse o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Rodrigo Arroyo, na Mostra de Tecnologias da Tecnofam 2016.

Ele explica que o calcário ajuda no crescimento da raiz e da parte aérea da planta e a prática é recomendada para todas as culturas agrícolas, como milho, feijão e mandioca. “Isso significa que nos anos de déficit hídrico, como nos veranicos, vão explorar melhor o solo, absorvendo os nutrientes”.

Para saber a quantidade a ser aplicada no solo, é necessário coletar uma amostra de solo. A coleta da amostra deve ser feita em zigue-zague para representar bem a área – “uma amostra por hectare é suficiente” –  e essa amostra levada a um laboratório. “O custo da análise é relativamente baixo e se paga com o aumento da produção que a calagem proporciona”, diz o pesquisador.

A comparação do desenvolvimento da raiz em solo corrigido e em um solo sem correção foi demonstrado por um equipamento de análise de raízes chamado rizotron. “O que o agricultor familiar consegue ver é o que ele acredita. E o rizotron mostra a área do solo onde o produtor não enxerga. Essa forma didática é fantástica”, diz Genivaldo Schlick, diretor de ensino do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, regional de Ponta Porã, que estava no segundo dia da Tecnofam.

Tecnofam 2016

Muitas das tecnologias que estão sendo demonstradas a campo têm origem na Embrapa Agropecuária Oeste e em outras Unidades da Embrapa: Algodão, Amazônia Ocidental, Arroz e Feijão, Gado de Corte, Gado de Leite, Hortaliças, Instrumentação, Mandioca e Fruticultura, Meio Norte, Milho e Sorgo, Pantanal, Suínos e Aves, Tabuleiros Costeiros. Também têm tecnologias desenvolvidas pela Agraer, Uems, UFGD e de empresas expositoras.
A realização do evento é da Embrapa, Agraer, Sepaf, Senar/MS e Prefeitura Municipal de Dourados, através da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Semafes).
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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da jornalista Sílvia Zoche Borges, MTb-MG 08223JP, do Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO) da Embrapa Agropecuária Oeste /Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Agradecemos e creditamos a Silvia todo o conteúdo textual e imagético postado acima.
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Conheça a adubação verde
A matéria acima mencionou algumas espécies de adubos verdes, que nós convidamos para que você conheça melhor no site da nossa adubadora, Sementes Piraí.
Veja:

Para saber como a adubação verde auxilia no controle dos nematoides, acesse aqui.

 

Por que sim para as culturas de inverno?

sexta-feira, maio 20th, 2016
O Nabo-forrageiro é uma das culturas de inverno recomendadas pela pesquisa da Embrapa - Imagem: Sementes Piraí.

O Nabo-forrageiro é uma das culturas de inverno recomendadas pela pesquisa da Embrapa – Imagem: Sementes Piraí.

Basicamente a resposta seria: para evitar a ocorrência de plantas daninhas! Embasando essa resposta têm-se uma pesquisa conduzida pela Embrapa Agropecuária Oeste que analisou os efeitos do pousio em áreas agrícolas. O estudo concentrou suas indicações na região sul-mato-grossense, sem nenhum cultivo de segunda safra.

Os resultados da pesquisa indicaram que a área em pousio ficou mais sujeita ao aparecimento de plantas daninhas, em especial ao capim-amargoso e a buva. Outras observações importantes feitas pelos pesquisadores são: a possibilidade da área ficar mais exposta às pragas de difícil controle e a redução na produtividade da safra de soja seguinte, uma vez que muitos nutrientes da terra se perderam.

César José da Silva, pesquisador da instituição, pontua que a ausência de cobertura vegetal também prejudica a atividade microbiana, impactando negativamente o equilíbrio ambiental e a ciclagem de nutrientes na terra.

Como opções de cultura de inverno, que podem ser plantadas após o milho-safrinha, no Mato Grosso do Sul há o crambe, nabo-forrageiro e canola – todas da família das oleaginosas ou as gramíneas, como o trigo. Tais culturas são vistas como diversificações do sistema produtivo e mediante certas condições adversas de clima, aparecem como opção bem mais rentável do que o pousio. Tal recomendação serve para pequenas, médias e grandes propriedades.

Para implantar as culturas de inverno os pesquisadores da Embrapa recomendam que os produtores observem três fatores: finalidade da produção (comercial, alimentação animal ou produção de palhada), seleção das áreas a receber as culturas de inverno e por fim, a fertilidade do solo.

A pesquisa orienta o passo-a-passo dos produtores da aprendizagem ao plantio das culturas de inverno e dessa forma, reforça a importância de práticas sustentáveis, que viabilizem culturas comerciais subsequentes mais saudáveis, cuidado para o que o solo sempre esteja em “plenos pulmões” para produzir com qualidade. Isso é #adubarofuturo!

Fonte: DBO.

Culturas de inverno com adubação verde

No texto acima vimos a indicação de um dos adubos verdes de inverno:o Nabo-forrageiro. Dentre suas características está o controle de plantas daninhas, a descompactação de solos adensados e a produlão de grande volume de palha para a prática do Sistema Plantio Direto.

Porém, existem outras espécies que podem ser cultivadas nesse período, como a Aveia-preta. Para conhece-la melhor e planejar sua cultura de inverno integrando sustentabilidade com economia e rentabilidade, acesse o conteúdo exclusivo sobre adubação verde e culturas de inverno no site da Sementes Piraí.

Descubra o que a adubação verde pode fazer para deixar seu solo “tinindo de bom”, rico em nutrientes e com seus aspectos potencializados!

 

 

 

 

 

Embrapa leva ciência e tecnologia para agricultores familiares

quarta-feira, maio 11th, 2016
Horta BIOS para Tecnofam na Embrapa Agropecuária Oeste - Imagem: Márcio Ito.

Horta BIOS para Tecnofam na Embrapa Agropecuária Oeste – Imagem: Márcio Ito.

Os agricultores familiares exercem um importante papel na produção diversificada do Brasil, principalmente na de alimentos. Em Mato Grosso do Sul não é diferente. Para contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento da agricultura familiar no Estado, a Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) promove e realiza a Tecnofam 2016, evento de tecnologias e conhecimentos para agricultura familiar. A programação do evento é fundamentada na demonstração de tecnologias e troca de conhecimentos,  acontecerá de 11 a 13 de maio de 2016, das 7h30 às 16h30.

São também realizadores do evento o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul através da Secretaria de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf) e Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), a Prefeitura Municipal de Dourados pela Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Semafes) e o Sistema Famasul através do Senar/MS.

O objetivo é proporcionar acesso a diversas tecnologias a campo com foco na diversificação, agregação de valor e sustentabilidade dos sistemas de produção. Além da programação no campo, acontecerá uma mostra de tecnologias, equipamentos, maquinários, implementos agrícolas. Também serão realizadas oficinas nos temas: fruticultura, plantas medicinais e produção de leite.

As várias tecnologias que serão demonstradas a campo têm origem na Embrapa Agropecuária Oeste e em outras Unidades da Embrapa: Algodão, Amazônia Ocidental, Arroz e Feijão, Gado de Corte, Hortaliças, Instrumentação, Mandioca e Fruticultura, Meio Norte, Milho e Sorgo, Pantanal, Suínos e Aves, Tabuleiros Costeiros.

“A Embrapa se preocupa igualmente com todos que fazem da agricultura seu negócio. No caso da Tecnofam, cria-se um ambiente favorável para o conhecimento e a adoção de tecnologias que façam diferença no negócio agrícola de base familiar”, explica o pesquisador Guilherme Asmus, chefe geral da Embrapa Agropecuária Oeste.

Ele ainda reforça que a Tecnofam foi criada para levar ciência e tecnologia para agricultores familiares e que toda a sociedade está convidada a visitar e conhecer o maior evento de tecnologias para agricultura familiar de MS. “É importante modernizar os processos produtivos, respeitando a lógica de escala da pequena propriedade para atribuir  maior eficiência e eficácia nas cadeias produtivas. Isso resulta no desenvolvimento da produção  de base familiar, de Mato Grosso do Sul e do Brasil”, conclui Asmus.

Tecnologias a campo

Na Tecnofam, os participantes verão no campo experimental da Embrapa Agropecuária Oeste tecnologias para irrigação de baixo custo, sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, novas forrageiras e suplementação alimentar na estação seca para bovinos de leite, sistema Horta Bios e manejo agroecológico do solo, manejo da cultura da goiabeira, opções de adubos verdes de outono/inverno e primavera/verão, segurança alimentar por meio de sistemas de consórcios envolvendo a cultura da mandioca, manejo da cultura do feijoeiro, consórcio milho com forrageiras e Sistema Agroflorestal em bases agroecológicas.

Mostra de máquinas e implementos agrícolas

Na área de mostra dinâmica de tecnologias, máquinas e implementos agrícolas, serão apresentadas tecnologias que contribuem para otimizar a mão de obra ou diversificar a renda em pequenas propriedades, como máquinas para processamento de mandioca, como a descascadora e palitadora de mandioca; equipamentos para a pecuária leiteira e piscicultura, como a prensa manual para fenação; irrigador solar; sistema de aquaponia; fixação Biológica de Nitrogênio; calda bordalesa, entre outras.

Oficinas, feira e atendimento

Serão quatro oficinas práticas, com vagas limitadas. As  com inscrições serão feitas no dia. Confira os temas: enxertia de mudas de frutíferas e outros métodos de propagação de plantas, manipulação de plantas medicinais para produção de fitoterápicos, seleção, preparo e plantio de mudas de abacaxi e banana, manejo sanitário em bovinos leiteiros com foco em carrapatos, brucelose e tuberculose.

Haverá também um espaço para feira de produtos da agricultura familiar. Os visitantes poderão conhecer e adquirir diversos itens, como doces à base de goiaba, queijos, licores, banana chips, roupas confeccionadas com algodão colorido, entre outros produtos. No espaço de atendimento institucional, a expectativa é a construção participativa de ações compartilhadas com foco na Agricultura Familiar entre Embrapa Agropecuária Oeste e parceiros, como secretários municipais, gestores de associações e cooperativas e outras entidades que atuem junto à Agricultura Familiar. Entre as instituições presentes estarão o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e o Senar/MS.

Combate ao Aedes

Durante os três dias também serão realizadas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, em uma parceria entre Embrapa Agropecuária Oeste e Secretaria de Saúde da prefeitura municipal de Dourados. Dentro das diretrizes da Embrapa, está a mobilização em prol de ações que mobilizem clientes internos e externos da instituição para combater o mosquito causador da dengue, zika e chikungunya.

Contatos: agropecuaria-oeste.eventos@embrapa.br | (67) 3416-9701

Local: Embrapa Agropecuária Oeste – BR 163, Km 253,6, Dourados/MS

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da jornalista Sílvia Zoche Borges, MTb-MG 08223JP, do Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO) da Embrapa Agropecuária Oeste /Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Agradecemos e creditamos a Silvia todo o conteúdo textual postado acima.

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Adubos Verdes de Inverno

O público que visitar a Tencofam 2016 terá a oportunidade de conhecer algumas opções de adubos verdes de inverno.

Caso você não possa estar presente, não se preocupe: apresentamos através de nossa adubadora, Sementes Piraí, as especificações desses tipos de adubos. Basta que você acesse aqui.

Para conhecer todo o universo da adubação verde, bem como saber mais sobre todos os adubos verdes, acesse o site da Sementes Piraí: http://www.pirai.com.br

 

Adubação Verde em publicação da Embrapa!

quinta-feira, março 24th, 2016

Partilhamos aqui uma dica de leitura para interessados em adubação verde!

Imagem: Embrapa Agropecuária Oeste.

Imagem: Embrapa Agropecuária Oeste.

Trata-se do livro “Tecnologias para a Agricultura Familiar” dos editores técnicos Milton Parron Padovan, Carmen Regina Pezarico e Auro Akio Otsubo. A publicação é da Embrapa Agropecuária Oeste e conta com 22 autores.

O livro aborda diversas tecnologias para a agricultura familiar, incluindo capítulos destinados à adubação verde e suas espécies e no plantio direto em sistemas de bases agroecológicas.

Para fazer download do livro, basta acessar este link.

Saiba mais sobre adubação verde!

Tenha acesso ao universo de benefícios da adubação verde acessando o site da Sementes Piraí, empresa que há mais de 40 anos leva sustentabilidade e produtividade aos campos agrícolas do país.

Acesse: http://www.pirai.com.br