Posts Tagged ‘agropecuária’

Cobertura vegetal melhora produção de capim em consórcio

sexta-feira, abril 21st, 2017

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Muitos produtores devem se perguntar se existe a necessidade de adubar o capim consorciado (como a braquiária ruziziensis). Para por fim nesse questionamento o Instituto de Zootecnia (IZ), da Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (Apta), localizado em Nova Odessa/SP está há mais de três anos pesquisando a respeito e os resultados já observados são satisfatórios.

As pesquisas se norteiam sobre o quanto a aplicação de cobertura pode fazer a diferença na produção de forragem em áreas de pastagens com algum nível de degradação. A resposta está no aumento de 40% na produção de matéria seca pós-dessecação do capim. (mais…)

Dia de campo mostrará alternativas de consórcios para segunda safra

segunda-feira, abril 17th, 2017

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Gabriel Faria, da Embrapa Agrossilvipastoril. Agradecemos e creditamos ao Gabriel todo o conteúdo textual postado abaixo.

Gabriel Faria (mtb 15.624/MG JP)
Embrapa Agrossilvipastoril
agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br
Telefone: (66) 3211-4227

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Crédito da Imagem: Site - Embrapa.

Crédito da Imagem: Site – Embrapa.

Capim com guandu anão, capim com crotalária, girassol com capim, capim com nabo forrageiro e niger. Esses são alguns dos consórcios possíveis de serem utilizados na segunda safra em Mato Grosso e que serão apresentados aos participantes do 7º Dia de Campo sobre Sistemas Integrados de Produção Agropecuária. O evento está com inscrições abertas e será realizado no próximo dia 28, na Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT). (mais…)

Avanços da agropecuária sustentável brasileira

quarta-feira, abril 5th, 2017
Crescimento da adoação do sistema ILPF nos últimos cinco anos mostra o compromisso da agropecuária brasileira com a produção sustentável - Imagem: Bruno Lemos/News Rondônia.

Crescimento da adoção do sistema ILPF nos últimos cinco anos mostra o compromisso da agropecuária brasileira com a produção sustentável – Imagem: Bruno Lemos/News Rondônia.

Como anda a adoção do Sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) por todo o país?

Essa pergunta foi respondida por uma pesquisa elaborada pelo Kleffmann Group, patrocinada pela Rede de Fomento de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, contando com o acompanhamento técnico da Embrapa Meio Ambiente (SP) e que teve seus resultados divulgados no fim do ano passado. (mais…)

Recuperando pastagens degradadas com Feijão-guandu!

terça-feira, dezembro 13th, 2016

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Pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste ao se depararem com o cenário de degradação da braquiária em solo arenoso e com infestação de grama batatais e outras ervas daninhas precisaram colocar as ideias pra pensar e estimar uma ação que revertesse essa situação e devolvesse ao solo as melhores condições para uma pastagem. A alternativa encontrada foi consorciar com o Feijão-guandu!

Dois anos após essa ação, os resultados alcançados foram: lotação média de 3,4 novilhas/ha e ganho de peso médio diário de 429 g/animal. Além dos resultados diretos, a pesquisadora Patrícia Anchão destacou outros benefícios no emprego da leguminosa em consórcio, como a dispensa de fertilizantes nitrogenados, uma vez que o Guandu é um adubo verde ótimo em fixação de N2. (mais…)

Brasil avança para reduzir a emissão de poluentes!

terça-feira, dezembro 6th, 2016
Práticas sustentáveis produtivas como o Sistema ILPF são medidas que contribuirão para que o agro conduza o processo sustentável de redução de poluentes - Imagem: Divulgação.

Práticas sustentáveis produtivas como o Sistema ILPF são medidas que contribuirão para que o agro conduza as implicações do Acordo de Paris – Imagem: Divulgação.

Sabemos que a agricultura/agropecuária pode influenciar, e muito, na jornada sustentável que o Brasil tem por compromisso quando o assunto são a redução de poluentes. Medidas simples, como a adoção de técnicas mais sustentáveis na produção já representam um valor significativo de contribuição.

O Governo Federal, por sua vez, atua ao encontro dessas ações e desde meados de setembro passado entrou oficialmente na lista dos países que aderiram ao Acordo de Paris, firmado no fim de 2015 com o objetivo de conter o aquecimento global. Em números, o país se compromete para manter o nível de aumento da temperatura global abaixo dos 2ºC e com a redução da emissão de gases poluentes em até 43% até 2.030. (mais…)

Como a água da chuva pode ajudar na produção animal?

quarta-feira, novembro 16th, 2016
Uso de cisternas é o principal enfoque da publicação da Embrapa - Imagem: Divulgação.

Uso de cisternas é o principal enfoque da publicação da Embrapa – Imagem: Divulgação.

As respostas estão dispostas na recente publicação da Embrapa Pecuária Sudeste denominada “Captação de água de chuva e armazenamento em cisterna para uso na produção animal”. O material aborda as vantagens na utilização da água das chuvas na produção animal, bem como ações para seu melhor aproveitamento.

Além disso, o documento pontua observações das quais o produtor deve estar atento para não comprometer a qualidade produtiva de sua atividade. Uma delas é a qualidade da água armazenada e a forma para se realizar corretamente a conservação desse recurso.

O enfoque da publicação é o uso das cisternas, que promovem a segurança hídrica e contribuem para minimizar o impacto do uso da água dos rios nos sistema produtivos, auxiliando a viabilidade econômica da atividade. A ressalva feita na publicação para este caso trata do manejo correto das estruturas de captação, condução, armazenamento, bem como da legislação vigente para o uso/qualidade da água.

Uma coisa é certa: independente da escala e da finalidade da água da chuva, seu sistema de aproveitamento tem muitas vantagens econômicas e ambientais. Basta que se aplique com eficiência os padrões qualitativos e quantitativos observando o uso que o produtor deseja. Utilizar água das chuvas é #adubarofuturo!

Confira a publicação da Embrapa na íntegra clicando aqui.

Fonte: Agrolink

Mercado São Paulo, uma mostra de produtos paulistas!

quinta-feira, novembro 3rd, 2016
A cadeia produtiva leiteira e de seus derivados é o destaque no primeiro final de semana do Mercado São Paulo - Imagem: Divulgação.

A cadeia produtiva leiteira e de seus derivados é o destaque no primeiro final de semana do Mercado São Paulo – Imagem: Divulgação.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo convida  para o  evento Mercado São Paulo, uma mostra de produtos paulistas.

O evento acontece em seis finais de semana seguidos, começando por este próximo, 05 e 06 de novembro. A cada final de semana uma cadeia produtiva específica estará destacada. Neste primeiro final de semana de Mercado São Paulo a cadeia produtiva abordada será de leite e derivados.

O evento acontece das 11h as 20h, no prédio Sede da SDECTI, localizado na Av. Escola Politécnica, 82, Bairro do Jaguaré (ao lado da Cidade Universitária). Mais informações por meio da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (CODEAGRO), telefone: (11)5067-0387.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Agronegócio em 2017: como será?

terça-feira, novembro 1st, 2016
Boas projeções animam o cenário do agronegócio para 2017 - Imagem: ABAG.

Boas projeções animam o cenário do agronegócio para 2017 – Imagem: ABAG.

Bom, se depender do clima do próximo ano o agronegócio muito provavelmente não terá do que reclamar. Pelo menos é isso que afirmam especialistas da área, como Adriana Mascarenhas, gestora de economia da Famasul.

Segundo Adriana não é somente o clima que está favorecendo o otimismo das projeções, a economia também tem sua fatia. O mercado interno retomou seus processos e para 2017 será verificado um aumento nessa demanda, em especial ao setor animal. Além disso, o mercado externo deve manter os patamares de consumo e valores de negócios.

A ressalva econômica feita pela gestora é para o câmbio. Neste ano, tivemos uma valorização do câmbio, o que resulta em maior competitividade aos produtos importados. Em 2017 a valorização se manterá e isso pode ser o fator que “balançará” a produção interna, no tocante às commodities. (mais…)

Agricultura paulista melhora seus índices graças às pesquisas!

terça-feira, outubro 25th, 2016
O setor canavieiro foi um dos temas mais pesquisados nos últimos 30 anos pelas iniativas de pesuqisa apoiadas pela Fapesp - Imagem: Viralcool.

O setor canavieiro foi um dos temas mais pesquisados nos últimos 30 anos pelas iniciativas de pesquisa apoiadas pela Fapesp – Imagem: Viralcool.

A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) avaliou como seus projetos de pesquisa tem contribuído para melhorar a produtividade na agricultura paulista e os resultados não poderiam ser mais animadores: a cada 1 real investido com recursos públicos nas áreas de pesquisa, Educação Superior e transferência de conhecimento (extensão rural), a agricultura do estado retorna para a economia uma média de 11,00 reais.

Segundo o Professor Paulo Fernando Cidade de Araújo, da Esalq/USP, os investimentos em pesquisa destinados à agricultura devem estar inclusos da lista de prioridades do Governo Estadual, uma vez que seu retorno é certo e contribui, e muito, para alavancar o PIB do estado. Paulo foi o coordenador do estudo.

O estudo pontua que a cada aumento de 10% nos gastos em pesquisa, nas suas diversas vertentes, resulta em quase 5% de incremento à produtividade agropecuária. (mais…)

2º Dia de Campo da Fazenda Experimental do CCAAB: Sistemas de Produção Agrícola no Recôncavo

quarta-feira, agosto 31st, 2016
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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Zuleide Silva de Carvalho, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas. Agradecemos e creditamos a Zuleide e também a Nadja Ribeiro Santos todo o conteúdo textual e imagético postado abaixo.
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Estação dedicada às plantas de cobertura com a exposição da sementes para adubação verde da Sementes Piraí.

Estação dedicada às plantas de cobertura com a exposição da sementes para adubação verde da Sementes Piraí.

O “2º Dia de Campo da Fazenda Experimental do CCAAB: Sistemas de Produção Agrícola no Recôncavo” foi realizado dia 10 de agosto no Campo Experimental Vegetal da Fazenda Experimental do CCAAB, em Cruz das Almas.

“O evento permitiu estabelecer a comunicação entre produtores, profissionais técnicos, pesquisadores e estudantes, promovendo o CCAAB no cumprimento do tripé ensino, pesquisa e extensão, através da difusão das técnicas aplicadas ao manejo dos sistemas de produção agropecuário, além da difusão de tecnologias e alternativas mais sustentáveis, para aumento da rentabilidade e produtividade, fortalecendo assim a agricultura familiar na região do Recôncavo”, explanou o coordenador do evento Erivaldo de Jesus da Silva.

Dentre a programação, estavam as seguintes palestras:

(mais…)

ACV e o Desenvolvimento Sustentável!

quinta-feira, junho 2nd, 2016
Visualização das etapas de uma ACV - imagem: Portal das Compras Sustentáveis.

Visualização das etapas de uma ACV – imagem: Portal das Compras Sustentáveis.

Você já ouviu falar da ACV, ou melhor dizendo da Avaliação do Ciclo de Vida? – Trate-se de um estudo que analisa o impacto ambiental de todos os produtos, considerando seu ciclo de vida completo, ou seja, da extração da matéria-prima à disposição final do produto no comércio.

O pesquisador da Embrapa Pantanal, Fernando Dias, apresentou durante entrevista para o programa Conexão Ciência como funciona a ACV. Exemplificando o trabalho com uma garrafa de azeita de oliva importado, o estudo se concentra nos impactos produtivos, no plantio das oliveiras, na produção da embalagem que armazenará o azeite, do transporte até o Brasil e até a produção deste meio de transporte. Como se pode notar o trabalho é longo, envolve várias etapas e necessidade de muitos dados para ser realizado com eficiência.

Mas tal ação não é composta por um caminho de pedras! Há mecanismos que facilitam a ação dos pesquisadores. Uma delas é um banco de dados onde se concentram informações chamadas de “inventários”, ou seja, análises de um mesmo produto/componente já feita anteriormente. Esse banco de dados é mundial, disponível para acesso e contribuição. O nosso “QG” de informações foi lançado em março passado e foi batizado de Banco Nacional de Inventários do Ciclo de Vida do Brasil – SICV Brasil (http://www.acv.ibict.br/programa-brasileiro-de-acv/acesso-ao-sicv-brasil).

A Embrapa, por meio da sua divisão “Meio Ambiente”, colabora com o projeto “Rede ACV”, disseminando informações e práticas para que novas adesões acontecem nas empresas. A intenção do pesquisador Fernando Dias é ter uma ACV específica para a agropecuária. O primeiro passo já foi dado, haja visto que a proposta de projeto para o Ecoinvent foi aprovada e vai atuar no desenvolvimento do banco de dados da pecuária da corte da região Centro-Oeste. A região (que engloba os biomas Cerrado e Pantanal) será a primeira do país a receber uma ACV completa, que servirá de modelo para a expansão do banco de dados da atividade por todo o país.

A ACV vai colaborar com o desenvolvimento sustentável da atividade, possibilitando à pecuária melhorar seus índices produtivos utilizando produtos certificados sustentavelmente pela Avaliação. Isso é uma contribuição extremamente significativa para #adubarofuturo, afinal informação qualitativa gera resultados quantitativos.

Fonte: Agrolink

Falando em pecuária…

Não podemos não pensar em um dos insumos vitais para a atividade de forma extensiva, ou seja, as pastagens. Você sabe como melhorar sustentável e economicamente as condições naturais dos pastos? Pois bem, a resposta está na adubação verde!

O uso dos adubos verdes são a solução inteligente para o futuro das pastagens, pois promovem a melhoria no manejo, incrementam o estoque de CO2 no solo, aumentam a qualidade do pasto, reduzem as emissões de metano, entre outras vantagens.

Quer saber como levar a adubação verde para sua pastagem? – Acesse o site da Sementes Piraí e conheça o conteúdo exclusivo destinado às áreas de pastagens. Se informe e credencie sua produção com o selo da sustentabilidade econômica e rentável. Isso é ser um produtor adubador do futuro ;)

 

 

Irrigação chega para a agricultura familiar no Ceará!

quarta-feira, maio 25th, 2016
A reserva alimentar da pecuária, oriunda da palma, será beneficiada pela irrigação por gotejamento - Imagem: Portal EcoDebate.

A reserva alimentar da pecuária, oriunda da palma, será beneficiada pela irrigação por gotejamento – Imagem: Portal EcoDebate.

Possibilitar melhorias produtivas acessíveis à todos os tipos de propriedades: essa é a ideia do Governo do Ceará, que por meio da Secretaria do Desenvolvimento Agrário em parceria da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), tem desenvolvido o Projeto de Formação de Pastagem para Reserva Alimentar e Convivência com o Semiárido.

O objetivo do projeto é fortalecer a pecuária da agricultura familiar cearense, incrementando-a sustentavelmente e tornando-a competitiva e rentável, por meio da implantação tecnológica de áreas de reserva alimentar e equipamentos para produção, transformação e armazenamento de subprodutos.

São cinco os territórios contemplados pela ação: Cariri, Centro Sul, Sertão Central, Vale do Jaguaribe e Sertão do Inhamuns/Crateús. Cerca de 800 famílias de 61 associações em 36 municípios receberão a implantação dos sistemas de irrigação por aspersão, para o plantio do sorgo, e por gotejamento, beneficiando o plantio da palma forrageira. Além da aquisição de máquinas e implementos que beneficiem a palma como reserva alimentar do rebanho.

O projeto finalizará sua ações em dezembro e é uma ação de fortalecimento da agricultura familiar, fruto da parceria entre o governo, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Ceará (Ematerce) e o Instituto Agropolos do Ceará. Um estímulo que vai #adubarofuturo da agricultura cearense!

Fonte: Governo do Estado do Ceará.

Sustentabilidade na agricultura familiar

A matéria acima indica que o projeto desenvolvido pelo governo cearense vai levar sustentabilidade à produção pecuária familiar. Por que não incrementar mais ainda esse quesito levando em conta a adubação verde?

A técnica agrícola milenar melhora as condições físicas, químicas e biológicas do solo, provendo seu fortalecimento e sua expansão produtiva. No caso das pastagens, existem adubos verdes que também servem para a alimentação animal após sua “colheita”.

Quer saber mais? Acesse a loja virtual de sementes para adubação verde EcoSeeds, informe-se e inclua a adubação verde no planejamento de reforma ou melhoria da sua pastagem. Isso é ser um adubador do futuro!

 

 

Com dinheiro em caixa, Plano ABC precisa de mais capacitação!

quinta-feira, abril 28th, 2016
O Plano ABC já está presente em 12 milhões de hectares, mas a intenção até 2.020 é aumentar em mais de 133% essa proporção - Imagem: SAGRIMA/Governo do Estadão do Maranhão.

O Plano ABC já está presente em 12 milhões de hectares, mas a intenção até 2.020 é aumentar em mais de 133% a quantidade de terras com tecnologia ABC – Imagem: SAGRIMA/Governo do Estadão do Maranhão.

Arno Jerke Junior, coordenador da Secretaria do Produtor Rural e Cooperativismo do MAPA, afirmou que o repasse do Governo para o Plano ABC nesta safra ultrapassou os 200 milhões de reais, mas mesmo com dinheiro em caixa, a “pedra no sapato” do programa é a capacitação. A declaração foi feita após a apresentação do projeto “Intensificação da pecuária brasileira: seus impactos no desmatamento evitado, na produção de carne e na redução de emissões de gases de efeito estufa”, realizado no final de março na Faculdade Getúlio Vargas.

O projeto analisa as técnicas do Plano ABC para o desenvolvimento sustentável da pecuária, observando a recuperação de áreas degradadas e o aumento da produtividade sem o aumento da área produtiva. Como sabemos, a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e a adubação verde são algumas das tecnologias atreladas ao Plano.

Quanto à capacitação, Jerke pontuou que faltam assistências técnicas provedores de conhecimento sobre as tecnologias do Plano ABC. Para se ter uma ideia, desde a criação do Plano apenas 12 milhões de hectares foram impactados. Visando reverter esse cenário a meta do MAPA é até 2020 ultrapassar a casa dos 28 milhões hectares adotantes de técnicas de baixa emissão de carbono, saltando para mais de 100% o crescimento observado desde o início dos trabalhos ABC.

Para a safra recente a adesão ao Plano subiu em 80%. Segundo Jerke isso se deve por conta dos esforços do Ministério para conseguir taxas de juros competitivas e com isso, estimular a participação do produtor com acesso mais facilitado às linhas de crédito do plano. Assim, será possível trabalhar mais conquistando novos hectares pecuários sustentáveis, contribuindo para #adubarofuturo!

Fonte: Globo Rural.

ABC com Adubação Verde

Como mencionado acima, a adubação verde é uma tecnologia disponível para adesão do Plano ABC.

Por meio do uso de adubos verdes a técnica recupera a saúde e o potencial produtivo do solo, melhorando seus atributos químicos, físicos e biológicos. Além disso, protege a terra da radiação solar e contra os agentes erosivos, entre outras vantagens.

Seu custo benefício se dá pela economia sustentável com garantia de rentabilidade. Além da pecuária, outras atividades agrícolas como cana, café e grãos podem aderir a adubação verde.

Saiba mais sobre o universo da adubação verde visitando o site da Sementes Piraí. O primeiro passo para se tornar um adubador do futuro está na informação!

Adubação Verde em destaque no Ano Internacional das Leguminosas

quarta-feira, abril 13th, 2016

Conheça as espécies de adubos verdes inclusas na lista da FAO

Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) elegeu 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas, com o objetivo de salientar a importância desse tipo de alimento na promoção da segurança e saúde alimentar, bem como na sustentabilidade agrícola e ambiental.

Alimentos como feijão, soja, lentilha e ervilha fazem parte do cardápio de muitas pessoas. Pautadas cientificamente na família Fabaceae, tais leguminosas são boas fontes proteicas, de fibras e vitaminas do complexo B, além de conter minerais como ferro e cálcio.

para a agricultura, as leguminosas são conhecidas como adubos verdes, responsáveis pela manutenção da qualidade do solo e da sustentabilidade produtiva. Além disso, promovem o aumento da eficiência hídrica e da biodiversidade do solo. Outros benefícios muito difundidos no emprego desses adubos verdes (leguminosas) são a fixação de nitrogênio direto da atmosfera e a ótima produção de aminoácidos, que são aproveitados pela cultura comercial subsequente ao seu plantio, elevando a produtividade observada.

O diretor comercial da Sementes Piraí, José A. Donizeti Carlos, aponta que a eleição das leguminosas como destaque dos trabalhos da FAO neste ano, vai ao encontro das ações de divulgação de benefícios da adubação verde na produção agrícola. Ele destaca algumas variedades para o manejo do solo e alimentação animal:

 

 

As leguminosas listadas acima são empregadas (em rotação de culturas ou em sistemas de plantio direto, por exemplo) em várias culturas como cana-de-açúcar, café, soja, citros, entre outras. Seu uso também é comum na reforma de pastagens degradadas, tanto que a adubação verde é uma tecnologia inclusa no Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono).

Engajando-se com o Ano Internacional das Leguminosas, a Sementes Piraí, marca referência em adubação verde há mais de quatro décadas, reforça o seu compromisso em divulgar e apresentar os benefícios dessa boa prática agrícola. “Temos uma oportunidade ímpar para reforçar a ação dos adubos verdes neste ano. Vamos alimentar o público com fatos atualizados, delineando conteúdos especiais em nossos canais sociais”, reforça Donizeti.

Para acompanhar o que a Sementes Piraí apresenta no Ano Internacional das Leguminosas, acesse http://www.pirai.com.br.

Redução dos Gases de Efeito Estufa na agropecuária: qual caminho seguir?

sexta-feira, abril 1st, 2016
Mitigar a redução dos GEEs pela agropecuária é condição fundamental para a sustentabilidade da atividade e do meio ambiente - Imagem: Danilo Moreira/Embrapa.

Mitigar a redução dos GEEs pela agropecuária é condição fundamental para a sustentabilidade da atividade e do meio ambiente – Imagem: Danilo Moreira/Embrapa.

Em 16 de março comemorou-se o Dia Nacional da Conscientização sobre Mudanças Climáticas. Data melhor não haveria para a Embrapa pontuar quais caminhos podem ser percorridos pela agropecuária para reduzir as emissão dos gases de efeito estufa (GEE). É sabido que os GEEs tem ligação direta com as alterações no clima das últimas décadas.

A instituição tem trabalhado junto de alguns parceiros para medir a emissão dos GEEs pela agropecuária no país. A ação consegue pontuar de maneira exata a situação em cada bioma, facilitando a proposição e futura adoção de medidas específicas.

Algumas preliminares foram apresentadas pela Embrapa Pecuária Sudeste, localizada em São Carlos/SP. Todo o esforço é resultado de ações conjuntas com instituições até do exterior. Em suma, a integração lavoura-pecuária-floresta aparece como tecnologia efetiva para reduzir os impactos da atividade pecuária no clima, por sequestrar eficazmente o carbono. A técnica também agrega outros benefícios: permite o consórcio de animais, demais culturas agrícolas e árvores, o que colabora para a diversificação de renda.

Outras tecnologias pontuadas são a recuperação de áreas degradadas, as boas práticas em manejo animal e vegetal e o bem-estar do rebanho. Esses apontamentos são resultados de pesquisas e desenvolvimentos científicos de anos, aprimorados constantemente para a construção de uma agropecuária sustentável.

Todos os progressos são muito bem-vindos haja visto que daqui três anos, sediaremos a sétima edição do Greenhouse Gas and Animal Agriculture Conference (GGAA – Congresso sobre Gases de Efeito Estufa e Agropecuária), um dos grandes eventos sobre o tema. Foz do Iguaçu/PR foi a cidade escolhida para ser a sede do GGAA, que ainda não teve sua data divulgada.

Esperamos até lá, termos avançado substancialmente em tecnologia produtiva a favor da sustentabilidade e mais do que isso, progredido com a conscientização de mais e mais produtores, para quem adotem em suas pastagens ações que mitiguem a emissão dos GEEs. Isso sim, será #adubarofuturo da pecuária!

Fonte: Agrolink

Adubação Verde e baixa emissão de carbono

Você sabia que a adubação verde é uma tecnologia que ajuda na redução dos GEEs e que está inclusa no Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono)? – Pois bem, ela pode ser aplicada em diversas situações, inclusive colaborando com a recuperação de áreas degradadas.

Visto isso, que tal saber como a adubação verde age nessa tarefa verde?

Acesse o site da Sementes Piraí, conheça os benefícios da técnica e como ela é implantada em diversas culturas, incluindo as pastagens. Se informar é o primeiro passo para reverter práticas corrosivas à uma atividade agrícola sustentável!