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Monitoramento de pragas mode on

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, agronegócio, Fruticultura, Informação, Nematoides, Pesquisa, Piraí Sementes, Sustentabilidade por Admin em 15 de dezembro de 2017No Comments »

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O MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) já está com o radar bem ligado em possíveis pragas que podem assolar nossas culturas. Num último levantamento, há indicativos de 500 pragas – entre vírus, fungos, insetos e ervas daninhas – que já estão presentes no mundo, mas não chegaram em terras brasileiras.

20 delas já são monitoradas pelo Ministério junto com a Embrapa, objetivando ações mais pontuais de contenção, vigilância e pesquisa. Entre elas estão: o fungo Moniliophthora Roreri, que prejudica os frutos do cacaueiro; o inseto Cydia Pomonella, que tem por alvo as macieiras; e o Candidatus Phytoplasma Palmae, fitoplasma que provoca o amarelecimento letal do coqueiro.

O fungo Moniliophthora Roreri, causador da monilíase, ataca principalmente as culturas de cacau e cupuaçu, mas plantas silvestres, tais como o cacau-jacaré, também são alvo dessa praga. Por enquanto, somente o continente americano sofre com sua presença, porém países próximos ao Brasil já registraram incidência, aumentando o risco da chegada do fungo, principalmente pela região Norte. Sem controle, estima-se perdas na casa dos 80% na produtividade dos frutos.

Uma mariposa, a Cydia Pomonella, é considerada a principal praga da maçã no mundo. Além dessa fruta, as nozes, pera e marmelo também são hospedeiros primários desse inseto, seguidos por pêssego, ameixa, nectarina, damasco e cereja (como hospedeiros secundários). Ela já teve sua ocorrência aqui no país no início da década de 90, com erradicação constatada em 2014. Hoje é uma praga quarentenária, pois há a presença em vizinhos sulamericanos, bem como em regiões da América do Norte, Europa, África, entre outras.  Essa praga tem regulamentação internacional e uma vez que esteja em solo brasileiro, países importadores de frutas podem impor restrição sanitária.

Nos coqueirais o problema é um fitoplasma, Candidatus Phytoplasma palmae, que causa o amarelcimento-letal (AL). É uma praga com variabilidade, que depende da região de ocorrência. A cigarrinha Haplaxius crudus é um vetor de transmissão constatado, mas há outros possíveis vetores em estudo. Algumas cigarrinhas foram encontradas no Norte do país, confirmando a presença do vetor do AL. O AL é a doença mais letal dessa cultura e também provoca a morte de mais de 40 espécies de palmeiras. Na América do Norte, Central e Caribe, tal como na África, a doença já dizimou muitas plantações. O Norte do país é a área de maior risco do AL, devido à proximidade com as regiões que registram a presença da doença.

A lista com as outras 17 pragas monitoradas aqui no país está disponível neste link.

Fonte: Exame

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