Archive for the ‘Soja’ Category

Alerta vermelho para a Soja Louca II

segunda-feira, novembro 27th, 2017

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O nematoide Aphelenchoides besseyi, conhecido como Soja Louca II, como o nome popular sugere já é bem conhecido Рhá mais de uma década Рda sojicultura. A novidade, nem tão boa assim, está no alerta dos pesquisadores Maurício Meyer, da Embrapa Soja, e Luciany Favoreto, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) sobre a proliferação da praga em novas culturas hospedeiras, o feijão e o algodão.

Normalmente, a praga aparece em regi√Ķes quentes e com alto √≠ndice de chuvas, tais como os estados do Maranh√£o, Mato Grosso, Tocantins e Par√°. E outras plantas, como ervas daninhas, tamb√©m podem hospedar esse tipo de nematoide, tal como cord√£o-de-frade e trapoeraba. (mais…)

Emergência sanitária para o combate a Helicoverpa é prorrogada pelo MAPA

sexta-feira, novembro 17th, 2017

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H√° pouco mais de 10 dias o MAPA (Minist√©rio da Agricultura, Pecu√°ria e Abastecimento) divulgou a prorroga√ß√£o do prazo de vig√™ncia sanit√°ria publicada pela portaria N¬ļ 2.293, no Di√°rio Oficial da Uni√£o, indicando que os estados da Bahia, Goi√°s, Maranh√£o, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Piau√≠ ter√£o emerg√™ncia sanit√°ria at√© o dia 30 de julho de 2018.

Isso significa que a√ß√Ķes para a implementa√ß√£o do plano de supress√£o da Helicoverpa armigera, bem como a ado√ß√£o de medidas emergenciais continuam liberadas nessas regi√Ķes.

(mais…)

Alerta para o mofo branco

segunda-feira, outubro 16th, 2017

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Mais uma “praga” que prejudica a agricultura. √Č assim que podemos chamar o mofo branco, doen√ßa causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, que vem perturbando o desenvolvimento de lavouras de soja, algod√£o e feij√£o em v√°rias regi√Ķes do pa√≠s e que tem por agravante sua dissemina√ß√£o pelas sementes, al√©m do dif√≠cil controle.

Vari√°veis como clima, manejo e o n√≠vel de fragilidade da cultura s√£o for√ßas propulsoras para a infesta√ß√£o da lavoura, segundo Augusto C√©sar Pereira Goulart, pesquisador da Embrapa Agropecu√°ria Oeste. Outra vari√°vel que chama a aten√ß√£o √© o uso das sementes caseiras ou piratas, que normalmente cont√©m escler√≥dio e s√£o excelentes hospedeiras do fungo, que levam cerca de 40% da produtividade das lavouras. (mais…)

Gestão que gera renda no agronegócio familiar!

quarta-feira, outubro 11th, 2017

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O agroneg√≥cio familiar √© uma atividade quem vem se popularizando nos √ļltimos anos por todo o pa√≠s, por√©m o sucesso da a√ß√£o esbarra num quesito chamado gest√£o. A falta dela implica na desorganiza√ß√£o da propriedade enquanto sistema econ√īmico e o que muitas vezes acontece √© o uso equivocado do dinheiro, comprometendo a renda familiar. Mas essa n√£o √© a realidade de alguns produtores familiares catarinenses.

Gra√ßas ao Programa Propriedade Sustent√°vel em uma d√©cada foi poss√≠vel aumentar a renda, em quase 30%, dos 24 agricultores que toparam encarar o desafio da gest√£o do agroneg√≥cio familiar. Al√©m da renda, o tamanho da √°rea plantada tamb√©m subiu, de 11,5 para 13,3 hectares, cultivando especialmente cebola, pastagem nativa e soja. A diversifica√ß√£o √© a grande chave da a√ß√£o, pois ela √© um dos fatores que contribu√≠ram sensivelmente para esse super√°vit de renda. (mais…)

Vamos falar dos benefícios do plantio direto para a cultura da soja?

sexta-feira, setembro 29th, 2017

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De acordo com a Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, a produtividade m√©dia da safra de soja 2016/17 √© de 52 sacas por hectare. Entretanto, traremos neste post mais um exemplo de que cultivar a sustentabilidade na agricultura d√° resultado! A Fazenda Dois Irm√£os, localizada em Navira√≠/MS, adotou o plantio direto na √ļltima safra e as vantagens s√£o percept√≠veis quase que imediatamente: produtividade m√©dia alcan√ßando 65 sacas por hectare.

Alexandre Maschietto, agr√īnomo e gerente da propriedade, explica que al√©m da soja a propriedade tamb√©m tem lavoura de milho e sistema ILPF (Integra√ß√£o Lavoura-Pecu√°ria-Floresta) com bovinocultura. J√° o sistema plantio direto foi adotado h√° pouco mais de um ano e seus primeiros resultados foram observados logo nessa safra. (mais…)

Manejo de solo na sojicultura!

segunda-feira, dezembro 19th, 2016
Lavoura de soja em sistema plantio direto - Imagem: ODOC.

Lavoura de soja em sistema plantio direto – Imagem: ODOC.

Em muitas áreas cultiváveis de soja a safra 2016/2017 já começou! O plantio do grão já foi efetuado e as chuvas de verão levarão vida ao solo. Porém, para estes e outros locais que ainda iniciarão a preparação para a safra atual, cuidar do solo é uma garantia de bom desenvolvimento da cultura comercial.

Para tanto, o pesquisador da Embrapa Osmar Conte indica a import√Ęncia da cobertura do solo com palhada, atendendo a um dos princ√≠pios b√°sicos do Sistema Plantio Direto, como fator essencial para deixar o solo preparado para potencializar o desenvolvimento do gr√£o. (mais…)

Outlook Fiesp 2026: proje√ß√Ķes para o agroneg√≥cio brasileiro!

quinta-feira, dezembro 15th, 2016
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Imagem: Outlook Fiesp 2026.

A Fiesp lan√ßou recentemente um documento completo sobre o futuro do agroneg√≥cio brasileiro. Ap√≥s um per√≠odo conturbado no cen√°rio pol√≠tico-econ√īmico do pa√≠s a certeza √© uma s√≥: ainda que o setor sentisse o impacto da situa√ß√£o pela qual o pa√≠s passava, seu crescimento n√£o deixou de existir e a classe foi a primeira a enxergar a luz no fim do t√ļnel, retomando a expectativa e a confian√ßa.

O √≠ndice de confian√ßa do agroneg√≥cio (ICAgro) registrou alta consider√°vel no terceiro trimestre deste ano, alcan√ßando 106,3 pontos, o que representou aumento de pouco mais de 4% quando comparado ao segundo trimestre, reafirmando as boas perspectivas que o setor tem para os pr√≥ximos per√≠odos. Outro ponto importante est√° na recupera√ß√£o de renda nas culturas de cana, caf√© e laranja, ajudada pela valoriza√ß√£o do real¬† e o aumento do pre√ßo em d√≥lar dessas commodities. (mais…)

Agronegócio em 2017: como será?

terça-feira, novembro 1st, 2016
Boas proje√ß√Ķes animam o cen√°rio do agroneg√≥cio para 2017 - Imagem: ABAG.

Boas proje√ß√Ķes animam o cen√°rio do agroneg√≥cio para 2017 – Imagem: ABAG.

Bom, se depender do clima do próximo ano o agronegócio muito provavelmente não terá do que reclamar. Pelo menos é isso que afirmam especialistas da área, como Adriana Mascarenhas, gestora de economia da Famasul.

Segundo Adriana n√£o √© somente o clima que est√° favorecendo o otimismo das proje√ß√Ķes, a economia tamb√©m tem sua fatia. O mercado interno retomou seus processos e para 2017 ser√° verificado um aumento nessa demanda, em especial ao setor animal. Al√©m disso, o mercado externo deve manter os patamares de consumo e valores de neg√≥cios.

A ressalva econ√īmica feita pela gestora √© para o c√Ęmbio. Neste ano, tivemos uma valoriza√ß√£o do c√Ęmbio, o que resulta em maior competitividade aos produtos importados. Em 2017 a valoriza√ß√£o se manter√° e isso pode ser o fator que “balan√ßar√°” a produ√ß√£o interna, no tocante √†s commodities. (mais…)

Olho vivo contra os nematoides na próxima safra de soja!

segunda-feira, setembro 12th, 2016
Imagem: RR Rufino/Embrapa.

Raiz de soja atacada por nematoides – Imagem: RR Rufino/Embrapa.

Aten√ß√£o sojicultor, nosso recado √© integralmente destinado √† sua pr√≥xima safra: o alerta contra os nematoides s√£o de especialistas que estudam o “tamanho” dos danos causados por essas pragas e sua principal recomenda√ß√£o √© estar de olho bem vivo, atento a poss√≠vel presen√ßa desses “vil√Ķes” no solo. Segundo os pesquisadores a an√°lise de nematoides no solo √© uma a√ß√£o importante para preven√ß√£o ou controle.

O Dr. Claudinei Lima, engenheiro agr√īnomo e professor, pontua que a presen√ßa de nematoides no solo √© praticamente impercept√≠vel e se n√£o for diagnosticada a tempo e controlada, a √°rea de plantio pode at√© ser inviabilizada. A a√ß√£o dessas pragas s√≥ √© realmente sentida, quando percebe-se o p√©ssimo desenvolvimento das plantas e nesses casos, pouco h√° para se fazer. Portanto, a an√°lise √© a melhor preven√ß√£o, afirma.

O professor explica que a dissemina√ß√£o dos nematoides tamb√©m √© dif√≠cil de ser controlada, (mais…)

Brasil v√™ possibilidades econ√īmicas com o aumento na demanda por gr√£os na Europa!

segunda-feira, agosto 22nd, 2016
Dentre os grãos produzidos aqui, o milho é um dos mais cotados a suprir a demanda europeia - Imagem: Divulgação.

Dentre os grãos produzidos aqui, o milho é um dos mais cotados a suprir a demanda europeia РImagem: Divulgação.

O cen√°rio de demanda por gr√£os na Europa pode favorecer a produ√ß√£o brasileira. Isso porque¬† a produ√ß√£o europeia vai apresentar na safra 2016/17 (cerca de 313 milh√Ķes de toneladas) crescimento inferior a 1% e o consumo por sua vez, crescer√° 1,3%. Dessa forma, o continente ficar√° mais dependente da exporta√ß√£o de gr√£os.

Estimativas feitas pela Comiss√£o de Agricultura apontam que em 2017 o consumo humano de gr√£os dever√° estar na casa dos 66 milh√Ķes, seguido pelo industrial com 33 milh√Ķes e ambos superados pelo uso para a alimenta√ß√£o animal, com 175 milh√Ķes de toneladas.

No mapa de necessidades europeu o Brasil ganhar√° vez com o milho, cujo destino para alimenta√ß√£o de animal dever√° chegar em 58 milh√Ķes de toneladas no pr√≥ximo ano, em especial pelos pa√≠ses da Uni√£o Europeia. Toda a a√ß√£o j√° vem sendo esbo√ßada pelo nosso pa√≠s, uma vez que a UE j√° √© nossa compradora h√° certo tempo.

Isso sem contar as oleaginosas, como a soja, que n√£o ainda foram inclu√≠das no mapa de importa√ß√£o europeu. Para a pr√≥xima safra o Brasil vai semear 33,5 milh√Ķes de hectares, o que pode gerar a produ√ß√£o de 103,4 milh√Ķes de toneladas, indicando produtividade m√©dia de mais de 3 mil quilos de soja/hectare.

Fonte: Mauro Zafalon – Folha de S.Paulo

Vamos preparar a próxima safra de milho com mais sustentabilidade?

Como você leu acima o Brasil terá grandes chances de aumentar sua exportação de grãos para a UE, em especial de milho, na próxima safra. Por que não então, começar a preparar o solo para produzir mais e melhor com o auxílio da adubação verde?

√Č chegada a hora de cuidar do solo para a cultura de ver√£o! Saiba mais clicando aqui.

Traga sua lavoura para o hall daquelas que produzem com sustentabilidade e garantem sua rentabilidade, torne-se um adubador verde!

Conheça os benefícios de plantar crotalária antes da safra de verão

quinta-feira, agosto 18th, 2016
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Obs: O texto de hoje √© uma reprodu√ß√£o integral do excerto de Naiara Ara√ļjo, da SF Agro.¬†Agradecemos e creditamos a Naiara todo o conte√ļdo textual postado abaixo.
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A leguminosa ajuda no controle de nematoides, é uma aliada na descompactação do solo e controle de erosão

A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos - Imagem: Sementes Piraí.

A Crotalária-spectabilis é uma das espécies de Crotalária mais conhecida РImagem: Sementes Piraí.

O¬†plantio de crotal√°rias √© indicado para rota√ß√£o de culturas. O cultivo pode ser adotado antes e durante as safras, at√© mesmo √© uma alternativa para a safra de ver√£o. O uso de crotal√°rias se populariza por causa da sua efici√™ncia no controle de nematoides. Mas a leguminosa tamb√©m √© importante para a descompacta√ß√£o do solo, controle de eros√£o e fixa√ß√£o de nitrog√™nio. ‚ÄúO que chama a aten√ß√£o do agricultor √© o controle de pragas e doen√ßas, mas todo o resto est√° beneficiando a terra‚ÄĚ, diz Donizeti Carlos, engenheiro agr√īnomo e diretor da Sementes Pira√≠.

Na safrinha deste ano, ele acredita que cerca de 300 mil hectares de milho foram plantados em cons√≥rcio com crotal√°rias, principalmente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goi√°s. Confira orienta√ß√Ķes para adotar o cultivo de crotal√°rias na rota√ß√£o de culturas com a soja, milho e algod√£o.

¬†1 ‚Äď Soja

O cultivo de crotal√°ria √© ben√©fico na safra de ver√£o de soja.¬†Nesse caso, o ideal √© esperar o in√≠cio de chuvas, em setembro, para investir na crotal√°ria no per√≠odo pr√©-soja. Segundo Donizeti Carlos, n√£o √© recomend√°vel plantar antes, porque s√£o grandes as chances delas n√£o se desenvolverem por causa da estiagem. ‚ÄúNas regi√Ķes que registrarem chuva, o produtor tem a possibilidade de deixar a crotal√°ria na √°rea produtiva de 45 a 60 dias. O per√≠odo vai depender do dia que ele for come√ßar o plantio‚ÄĚ, explica o engenheiro agr√īnomo. Depois, √© s√≥ dessecar e realizar o plantio de soja normalmente, com o solo mais forte e preparado para a safra.

¬†2 ‚Äď Milho

No caso do milho, alguns produtores j√° realizam o plantio tardio para cultivar crotal√°ria antes do in√≠cio da safra. Apesar de algumas variedades serem resistentes aos nematoides, o milho √© um hospedeiro desses parasitas. Por isso, o cultivo de milho pode deixar como heran√ßa uma popula√ß√£o maior de nematoides para a pr√≥xima safra. ‚ÄúA efici√™ncia no controle ser√° maior se o produtor for repetindo anualmente o preparo do solo com crotal√°rias nas janelas da safra e fizer essa rota√ß√£o. Ele sempre ter√° ganhos‚ÄĚ, diz o especialista.

O ideal seria decidir como fazer o uso da crotalária a partir do nível de infestação de nematoides. Segundo Donizeti Carlos, o uso consorciado é indicado para o solo que apresenta baixo nível de infestação. Já os solos que estão nos níveis de média à alta infestação de nematoides deveriam plantar exclusivamente crotalária na segunda safra. Porém, para não passar uma safra sem produção comercial, o que geraria um alto prejuízo financeiro, os produtores optam pelo consórcio entre milho e crotalária.

¬†3 ‚Äď Algod√£o

Plantar crotal√°rias antes de come√ßar a safra de algod√£o √© mais f√°cil porque o plantio da cultura come√ßa mais tarde. Geralmente, o plantio come√ßa em outubro e, em algumas regi√Ķes, pode acontecer at√© janeiro. Isso faz com que o produtor tenha mais tempo para deixar as plantas no solo, aproveitando melhor os seus benef√≠cios.

4 ‚Äď Dicas essenciais para n√£o errar

Segundo Donizeti Carlos, o maior erro do produtor no cultivo de crotal√°ria √© deixar a planta chegar em vagem seca. ‚ÄúO produtor deveria fazer o manejo no pleno florescimento, mas mais de 90% n√£o faz isso‚ÄĚ, diz o engenheiro e diretor da Sementes Pira√≠. ‚ÄúMuitos produtores que cultivam a crotal√°ria na segunda safra deixam a planta morrer e isso reduz o efeito de controlar os nematoides.‚ÄĚ

O uso de crotalárias não tem restrição. Porém, Donizeti Carlos diz que não é recomendado o cultivo de crotalárias em área infestada com o mofo branco. Também conhecida como podridão branca, a doença atinge diversas culturas, como o algodão, a soja e o feijão.

Os produtores que cultivam crotal√°ria devem tomar cuidado para que os animais da fazenda n√£o comam essas plantas. ‚ÄúN√£o √© recomendado para pasto ou aproxima√ß√£o de gado nessas √°reas. As crotal√°rias t√™m um fator t√≥xico e se o gado comer em excesso, chega a matar‚ÄĚ, diz Donizeti Carlos.

¬†5 ‚Äď Qual quantidade de sementes plantar?

Na safra de ver√£o, o produtor que for usar a Crotal√°ria-spectabilis deve utilizar 20 quilos de semente por hectare. Cada quilo dessa variedade custa cerca de R$ 7, ou seja, R$ 140 por hectare. J√° o produtor que optar pela Crotal√°ria-ochroleuca deve usar 15 quilos por hectare. Como o quilo custa R$ 5, o investimento por hectare fica em torno de R$ 75.

Na segunda safra, como o plantio é mais tardio e o produtor tem mais tempo para deixar as crotalárias no solo antes de iniciar a safra, é recomendável usar mais sementes para garantir uma população maior de plantas. Segundo Donizeti Carlos, no caso da Crotalária-spectabilis, o recomendado é plantar 25 quilos de sementes por hectare. E se for Crotalária-ochroleuca, 20 quilos por hectare.

SF Agro

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Conheça mais sobre as Crotalárias

Donizeti Carlos, diretor comercial da Sementes Piraí, pontuou o uso de Crotalárias como adubos verdes para preparar o solo antes da safra de verão. Conheça as variedades que ele mencionou:

Se informar sobre os benef√≠cios da aduba√ß√£o verde √© de fundamental import√Ęncia para iniciar sua guinada produtiva, sustent√°vel e de forma econ√īmica. Adote os adubos verdes mencionados e prepare-se para uma pr√≥xima safra de ver√£o muito rent√°vel!

 

 

Solos arenosos em debate no MS!

quarta-feira, junho 29th, 2016
Apresentação do Painel - Imagem: Silvia Z.Borges/Embrapa.

Apresentação do Painel РImagem: Silvia Z.Borges/Embrapa.

Durante a 52¬™ Expoagro o p√ļblico pode conferir de perto como a Fazenda S√£o Mateus, no Mato Grosso do Sul, cuida tanto de seus processos administrativos, quanto de seu solo. O painel “Intensifica√ß√£o sustent√°vel da produ√ß√£o em solos arenosos: Sistema S√£o Mateus – um caso de sucesso”, tamb√©m exponenciou detalhes do Programa Estadual Terra Boa, para recupera√ß√£o de pastagens degradadas no estado.

O Sistema S√£o Mateus √© fruto de uma parceria entre as Embrapas Agropecu√°ria Oeste e Gado de Corte, que alia lavoura e pecu√°ria atrav√©s da rota√ß√£o de culturas entre soja e pasto, pensado em seu pleno funcionamento em solos arenosos. A motiva√ß√£o para a pesquisa e o desenvolvimento do Sistema surgiu pela observa√ß√£o das oscila√ß√Ķes clim√°ticas, com per√≠odos de estiagem durante os meses chuvosos, associadas a solos arenosos e pastagens degradadas.

Entre alguns benefícios do Sistema está o melhoramento da qualidade físico-química do solo, favorecendo o aumento na produtividade e garantindo a presença de nutrientes na terra. Além disso, a palhada mantida para cobertura do solo proporciona a menor perda de água e amplitude térmica, permitindo que a água das chuvas não infiltre tantos os solos.

Outras regi√Ķes do estado j√° est√£o aderindo ao Sistema S√£o Mateus, principalmente em √°reas que tem como cultura principal as pastagens. Dessa forma, a regula√ß√£o do sistema hidrol√≥gico da √°rea, al√©m da cobertura, √© assegurada. Os resultados j√° observados do Sistema S√£o Mateus foram t√£o decisivos a ponto de ser considerado um dos nortes do “Programa Terra Boa”, que pretende recuperar e ou manter a capacidade produtiva de √°reas com pastagens degradadas ou com algum sinal de degrada√ß√£o, por meio de v√°rias frentes incluindo a capacita√ß√£o.

O Sistema apresentado bem como o “Programa Terra Boa” comprovam que quando pesquisa, tecnologia e pol√≠ticas p√ļblicas se unem em prol da sustentabilidade agr√≠cola, o retorno √© certeiro. Isso √© o Mato Grosso do Sul abrindo caminho para uma nova realidade produtiva, concedendo sua contribui√ß√£o para #adubarofuturo!

Fonte: Grupo Cultivar

Pastagens sustent√°veis, produtivas e econ√īmicas

Quer saber como deixar seu pasto com essas três qualidades? Adote a adubação verde!

A t√©cnica faz parte do Programa ABC, que visa recuperar 15 milh√Ķes de hectares de pastagens com redu√ß√£o da emiss√£o de CO2. Ela tamb√©m √© uma excelente op√ß√£o na recupera√ß√£o de √°reas degradadas, uma vez que condiciona a sa√ļde do solo, reativando seus aspectos qu√≠micos, f√≠sicos e biol√≥gicos. Pode ser utilizada tamb√©m na rota√ß√£o de culturas e na forma√ß√£o de palhada, como o texto acima pontua.

Quer saber quais esp√©cies de adubos verdes s√£o recomendadas para deixar sua pastagem “tinindo de boa”? Acesse o site da Sementes Pira√≠ e navegue pelo conte√ļdo destinado √†s pastagens e fa√ßa seu planejamento de recupera√ß√£o garantindo o futuro da sua propriedade.

 

Cerrado: √°reas produtivas e sem novos desmatamentos!

quinta-feira, abril 14th, 2016
Expansão sustentável da sojicultora no Cerrado pode acontecer sem novos desmatamentos, aponta estudo - Imagem: Divulgação.

Expansão sustentável da sojicultura no Cerrado pode acontecer sem novos desmatamentos, aponta estudo РImagem: Divulgação.

Um estudo desenvolvido pela Agrosat√©lite e patrocinado pela funda√ß√£o norte-americana Gordon and Betty Morre analisou as condi√ß√Ķes de √°reas produtivas no bioma Cerrado. Denominado “An√°lise geoespacial da din√Ęmica das culturas anuais no bioma Cerrado”, o trabalho pontuou que sem novos desmatamentos, a produ√ß√£o agr√≠cola na regi√£o pode acontecer em 25 milh√Ķes de hectares (ha).

Hoje, o Cerrado tem 204 milh√Ķes de ha, sendo que 50,5% (103 milh√Ķes de ha) deles s√£o cobertos por vegeta√ß√£o nativa. A √°rea correspondente para a expans√£o da atividade agr√≠cola, apresentando alta aptid√£o produtiva, corresponde a pouco mais de 25 milh√Ķes de ha.¬† Tais √°reas s√£o chamadas de antropizadas, pois seus aspectos naturais, como solo e regime h√≠drico, foram alterados pela a√ß√£o humana e correspondem a 22,5 milh√Ķes de ha no estados de GO, MT, MG, MS, SP, PR e RO, ficando “de fora” da √°rea conhecida como Matopiba. Para essa √°rea, s√£o quase tr√™s milh√Ķes de hectares na mesma situa√ß√£o.

O estudo, com dura√ß√£o de 2000 a 2014, analisou mais de 2000 imagens de sat√©lites, visando identificar e mapear mudan√ßas de uso e cobertura da terra pela atividade agr√≠cola em expans√£o: soja, milho e algod√£o. Muitas informa√ß√Ķes relevantes foram extra√≠das do trabalho e direcionadas √†s pol√≠ticas p√ļblicas de desenvolvimento sustent√°vel regional. Nos 14 anos de estudo, quase seis milh√Ķes de ha foram convertidos em culturas anuais, com grande destaque para a soja.

Atualmente, os tais 25,36 milh√Ķes de ha de √°reas aptas a expans√£o agr√≠cola s√£o ocupadas com cana, eucalipto e pastagens. Os coordenadores do estudo apontam que a √°rea antropizada do Bioma √© fundamental para expans√£o sustent√°vel da atividade agr√≠cola brasileira. Segundo eles, √© poss√≠vel mais do que dobrar a produ√ß√£o de soja, considerando a troca das culturas j√° existentes. Ou seja, a produ√ß√£o dessa oleaginosa pode expandir sem precisar desmatar mais um ha sequer. Isso, realmente, √© #adubarofuturo!

Fonte: Grupo Cultivar.

Expansão sustentável conta com adubação verde

Esse recado vai para quem desejar aumentar sua √°rea produzida, elevando em igual propor√ß√£o a sa√ļde do solo: que tal ser um adubador do futuro?

Estamos falando de incorporar a adubação verde na sua lavoura, melhorando ou reativando o potencial produtivo do solo através da renovação de seus aspectos químicos, físicos e biológicos.

Al√©m desse, h√° muitos outros benef√≠cios da aduba√ß√£o verde que a sua cultura poder√° desfrutar de forma econ√īmica e sustent√°vel, garantindo a rentabilidade produtiva.

Para saber mais acesse o site da Sementes Pira√≠ e obtenha informa√ß√Ķes atualizadas para planejar a virada sustent√°vel da sua produ√ß√£o!

 

 

 

Informação de qualidade sobre algodão, milho e soja!

sexta-feira, abril 8th, 2016
milho, algod√£o e soja

Imagem: Divulgação.

A Fundação MT, no final de março, lançou um importante veículo de informação para os produtores de algodão, soja e milho. Trata-se da 17ª edição do Boletim de Pesquisa, safra 2015/2016. A grande novidade da publicação fica por conta da inclusão de resultados de pesquisa da instituição sobre tais culturas.

O Boletim conta com 500 páginas assinadas por pesquisadores da Fundação MT e demais especialistas do país. Os capítulos falam sobre o clima, doenças, qualidade de sementes, nematoides, plantas invasoras, pragas, manejo do solo, sistemas de produção e tecnologia de aplicação.

A publicação é considerada uma das mais importantes desenvolvidas no país, uma das poucas a contemplar diversas culturas e assuntos. O Boletim de Pesquisa serve de apoio teórico ao conhecimento prático vivenciado e experenciado nos eventos que a Fundação MT participa.

Para adquirir o material é preciso comprá-lo via site da Fundação MT ou nos eventos realizados por ela. Para acessar o site da instituição, clique aqui.

Fonte: Agrolink.

Alguém falou em nematoides?

Os nematoides representam um grande perigo a continuidade das atividades agrícolas se não forem controlados com eficácia, segurança e principalmente, sustentabilidade.

Por isso, nossa adubadora Sementes Pira√≠ criou um canal exclusivo que vai nortear os produtores de A √† Z, o Controle os Nematoides. Nesse portal est√£o concentradas todas as informa√ß√Ķes t√©cnicas sobre os nematoides e como a aduba√ß√£o verde entra em cena para auxiliar o produtor na tarefa de controle dessas pragas.

Acesse hoje mesmo o Controle os Nematoides e comece a control√°-los em sua cultura!

 

Relatório aponta condição climática como maior responsável por baixa produtividade de soja em Mato Grosso!

quinta-feira, março 31st, 2016
Imagem: Aprosoja/Giro MT.

Imagem: Aprosoja/Giro MT.

Um relat√≥rio desenvolvido por pesquisadores da Embrapa, atendendo √† solicita√ß√£o da Aprosoja, aponta as condi√ß√Ķes clim√°ticas adversas como o principal respons√°vel pelo baixo rendimento de lavouras de soja em algumas regi√Ķes de Mato Grosso. O trabalho multidisciplinar indica que a maior parte dos problemas observados pelos produtores no campo s√£o decorrentes da falta de √°gua e das temperaturas m√©dias elevadas nos meses de setembro a dezembro de 2015 e em fevereiro deste ano.

De acordo com os pesquisadores, essas condi√ß√Ķes coincidiram com a fase de desenvolvimento vegetativo e com a √©poca de flora√ß√£o e enchimento de gr√£os de muitas lavouras, o que resultou no baixo desenvolvimento e abortamento de flores e na forma√ß√£o de vagens vazias ou chochas.

O relat√≥rio aponta que as temperaturas m√°ximas m√©dias em 2015 em Sinop (MT) ficaram em 2,5¬ļC, 3,6¬ļC e 2,9¬ļC acima dos valores m√©dios do ano de 2013 nos meses de outubro, novembro e dezembro, respectivamente. Al√©m disso, a precipita√ß√£o registrada nesses meses na esta√ß√£o meteorol√≥gica da Embrapa Agrossilvipastoril foi 32% menor do que o registrado em 2013. Em fevereiro, quando algumas lavouras ainda estavam em fase de enchimento de gr√£os, o volume de chuva foi de apenas 15% do registrado em fevereiro de 2014 e de 18% do registrado no mesmo m√™s em 2015.

Doenças

Muitos consultores e produtores procuraram a Embrapa Agrossilvipastoril preocupados com as vagens vazias e grãos chochos encontrados nas lavouras. Algumas plantas apresentavam sintomas de doenças como a mela seca e principalmente a macrophomina (ou podridão negra das raízes). De acordo com a pesquisadora

Dul√Ęndula Wruck, as doen√ßas n√£o foram respons√°veis pela perda da produtividade e sim consequ√™ncia de outros problemas, como a falta de √°gua e o impedimento qu√≠mico e f√≠sico nas camadas superficiais do solo. Esses fatores fizeram com que as ra√≠zes n√£o se aprofundassem e comprometessem o ciclo da cultura.

“A alta temperatura mais o d√©ficit h√≠drico fez com que n√£o houvesse a poliniza√ß√£o. Mas mesmo assim ocorreu a forma√ß√£o de vagens, fazendo com que os produtores acreditassem que a produ√ß√£o seria boa. Na √©poca da colheita √© que o pessoal come√ßou a ver que o gr√£o n√£o encheu”, relata Dul√Ęndula Wruck.

Nos casos com ocorr√™ncia macrophomina, a pesquisadora da √°rea de fitopatologia explica que o fungo causador da doen√ßa invadiu ra√≠zes perif√©ricas que j√° estavam debilitadas ou mortas devido √† falta de √°gua e √† dificuldade em descer no perfil do solo. Em condi√ß√Ķes clim√°ticas normais, este fungo atua como decompositor de tecidos mortos. Devido √† falta de chuva, eles passaram a invadir as ra√≠zes das plantas de soja.

Entretanto, a pesquisadora ressalta que assim como a mela seca, a macrophomina n√£o foi respons√°vel pela perda de produtividade.

“As doen√ßas s√£o consequ√™ncia de outros fatores. Se eu tenho um solo descompactado e tenho nutrientes abaixo de 10 cm, a raiz vai descer. Numa situa√ß√£o de veranico essa planta conseguiria suportar melhor do que aquela que s√≥ est√° com a raiz superficial”, explica a pesquisadora.

Impedimento no solo

Com o veranico desta safra, foi a primeira vez que os pesquisadores observaram danos às lavouras causados indiretamente pelo impedimento físico e químico do solo na região médio norte de Mato Grosso. De acordo com o Sílvio Spera, da Embrapa Agrossilvipastoril, é preciso fazer mais pesquisas para saber se a escassez de chuva pode vir a ser recorrente de agora em diante.

O impedimento físico ocorre devido à compactação e adensamento do solo resultante da não implementação dos preceitos básicos do sistema plantio direto. Já a restrição química se deve à acidez sub-superficial causada pela correção e adubação apenas na superfície.

S√≠lvio explica que solu√ß√Ķes para problemas decorrentes da pequena espessura da camada cultivada do solo j√° existem. Ele aponta a escarifica√ß√£o e a utiliza√ß√£o de gesso e calagem como forma de reduzir a acidez em camadas mais profundas do solo. Entretanto, √© preciso verificar a viabilidade dessas opera√ß√Ķes, uma vez que ainda n√£o se sabe se o problema dos veranicos ser√° recorrente nos pr√≥ximos anos.

De acordo com o pesquisador, em curto prazo, uma solução mais viável e barata para o produtor é a utilização de braquiária consorciada com milho.

“Como a braqui√°ria tem um sistema radicular muito profundo e muito agressivo, ela vai facilitar a estrutura√ß√£o do solo nas camadas. Essa √© a situa√ß√£o mais barata”, afirma.

De acordo com o relat√≥rio da Embrapa, √© preciso que mais pesquisas sejam feitas nos pr√≥ximos anos, de modo a conhecer melhor as consequ√™ncias dos sistemas de produ√ß√£o praticados em Mato Grosso e a prever os cen√°rios decorrentes da mudan√ßa clim√°tica. Essas informa√ß√Ķes ser√£o fundamentais para subsidiar os produtores na busca pela sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Confira aqui o relatório completo desenvolvido pela Embrapa

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Obs: O texto de hoje √© uma reprodu√ß√£o integral do excerto de Gabriel Faria, da Embrapa Agrossilvipastoril.¬†Agradecemos e creditamos ao Gabriel todo o conte√ļdo textual postado acima.

Gabriel Faria (mtb 15.624/MG JP)
Embrapa Agrossilvipastoril
agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br
Telefone: (66) 3211-4227

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Adubação Verde aumenta índice de produtividade
O relat√≥rio desenvolvido pela Embrapa aponta o desgaste da safra de soja no Mato Grosso e os pesquisadores consultados pelo estudo, relataram que al√©m das condi√ß√Ķes clim√°ticas adversas e poss√≠veis doen√ßas, o impedimento f√≠sico e qu√≠mico do solo tamb√©m √© um dos respons√°veis pela baixa produtividade.

O estudo tamb√©m apontou possibilidades de revers√£o da compacta√ß√£o do solo. Outra solu√ß√£o sustent√°vel, econ√īmica e rent√°vel para a a√ß√£o √© a utiliza√ß√£o da aduba√ß√£o verde. Como √© sabido e comprovado pelas pesquisas cient√≠ficas e de campo, a aduba√ß√£o verde recupera os aspectos f√≠sicos, qu√≠micos e biol√≥gicos, descompactando solos adensados e reavivando os nutrientes em profundidade.

Para obter mais detalhamentos sobre a a√ß√£o da aduba√ß√£o verde, acesse o conte√ļdo destinado ao mercado de gr√£os no site da nossa adubadora, Sementes Pira√≠. Conte com o apoio da marca refer√™ncia em agricultura sustent√°vel h√° mais de 40 anos, para devolver a sa√ļde produtiva da sua lavoura!