Archive for the ‘Rotação de culturas’ Category

6 maneiras de por fim à compactação do solo

quarta-feira, abril 12th, 2017

Olá Adubadores! Continuamos com nossa série de conteúdos sobre conservação do solo: problemas e soluções. Hoje, traremos não só uma, mas seis maneiras para evitar a compactação. Lembrando que no próximo dia 15 é o Dia da Conservação do Solo.

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Já mencionamos aqui a ameaça que a compactação oferece para o futuro das atividades agrícolas. Hoje, por sua vez, é chegado o momento de mostrar como prevenir essa dor de cabeça. E as diretrizes que apresentaremos a seguir vem diretamente dos EUA, mais precisamente da Ohio State University, que durante 30 anos pesquisou sobre o tema. (mais…)

Nematoide das galhas nos batatais ameaçam qualidade

sexta-feira, janeiro 20th, 2017

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Já retratamos aqui vários alertas sobre o perigo que os nematoides representam para inúmeras culturas e hoje chegou o momento de alertar o produtor de batatas sobre esse perigo. A incidência dessa praga nos batatais em regiões de clima tropical é muito comum, principalmente quando falamos das espécies Meloidogyne (nematoide das galhas) e Pratylenchus (nematoide das lesões). Seu prejuízo, estudado em pesquisa, atingiu o patamar de 12% de perdas nas médias anuais de produção.

O alerta vermelho é ligado principalmente ao Meloidogyne (em especial o Meloidogyne javanica), pois essa espécie é considerada a mais agressiva para a cultura em condições tropicais. Ele age penetrando na raiz da planta, induzindo a formação de galhas (engrossamentos) nas raízes. Dessa forma, a batata tem sua capacidade de absorção de água e nutrientes prejudicada. A ação desse nematoide ainda pode gerar infecções secundárias por fungos ou bactérias, que causam a  murcha ou a podridão da planta. (mais…)

Estudo indica que culturas de rotação trazem aumento de produtividade para a cana entre 8% e 33%

quinta-feira, novembro 24th, 2016

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da Revista Cana Online. Agradecemos e creditamos a Cana Online todo o conteúdo textual postado abaixo.

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crotalariajuncea_canavial_canaviavelUma maneira de aumentar a produtividade da cana-de-açúcar é tornar o ambiente de produção mais favorável, o que pode ser feito com o uso de adubos verdes, leguminosas, em pré-cultivo à cana-de-açúcar. Essas plantas são empregadas nas áreas de implantação e reforma dos canaviais, constituindo uma alternativa importante para a reciclagem de nutrientes, com economia da adubação nitrogenada e geração de renda. Outros benefícios dessa prática são a conservação do solo, incremento de matéria orgânica e controle de plantas invasoras.

Vale destacar que o Brasil é o 6º maior consumidor de fertilizantes nitrogenados, sendo que grande parte desta demanda, aproximadamente 63%, é suprida com a importação deste insumo e com projeção para que chegue a 82% em 2025. (mais…)

Dia de Campo sobre tecnologias para o Semiárido!

quarta-feira, novembro 9th, 2016
A produção do algodão será uma das quatro culturas abordadas pelo Dia de Campo - Imagem: Fábio Aquino de Albuquerque/Grupo Cultivar.

A produção do algodão será uma das quatro culturas abordadas pelo Dia de Campo – Imagem: Fábio Aquino de Albuquerque/Grupo Cultivar.

Amanhã, 10/11, o município cearense de Barbalha (“cariri do Estado”) receberá um Dia de Campo destinado às tecnologias para as culturas do algodão, amendoim, mamona e gergelim para o Semiárido. O evento é uma realização da Embrapa Algodão e acontecerá no campo experimental da Unidade a partir das 07h, reunindo público de técnicos, estudantes, produtores e membros de instituições parceiras.

Dentre os destaques estão as apresentações das novas cultivares: algodão colorido para o Semiárido e Cerrado (BRS Jade), transgênicas de algodão, gergelim (BRS Anahi), além da demonstração dos benefícios da rotação de culturas para o sistema de produção. (mais…)

Orgânicos em evidência no Alto Tietê!

sexta-feira, setembro 30th, 2016
A cebola orgânica é um dos destaque na produção de Victor Cezarini, em Suzano/SP - Imagem: Divulgação.

A cebola orgânica é um dos destaque na produção de Victor Cezarini, em Suzano/SP – Imagem: Divulgação.

Os municípios paulistas de Suzano e Mogi das Cruzes apostaram na produção orgânica e agora já começaram a colher os bons frutos dessa decisão. Mesmo com a crise os produtores constataram aumento no faturamento. A associação de agricultores de Mogi das Cruzes pontua que o movimento do setor é crescente e a demanda acompanha essa ação.

O trabalho da Associação de Produtores Orgânicos conta com dez associados que se planejam para produzir, programando o cultivo conforme a sazonalidade do produto. Como mercado comprador está a própria região, a capital, o litoral e os municípios do ABC.

A produção orgânica tem como base o cuidado com o solo, auxiliando e diminuindo o problema dos cultivares com o ataque de doenças e plantas daninhas, afirma Agnaldo Firmo Alves, um dos produtores associados. Em sua propriedade ele mantém canteiros com cebolinha e rúcula plantadas juntas, dificultando o aparecimento dessas pragas. (mais…)

Nematoides x cana-de-açúcar de primeiro corte!

quinta-feira, setembro 22nd, 2016
Raízes de cana-de-açúcar atacadas por nematoides do gênero Pratylenchus - Imagem: Slide Player/ Charles Revson de Araújo - IFMT.

Raízes de cana-de-açúcar atacadas por nematoides do gênero Pratylenchus – Imagem: Slide Player – Charles Revson de Araújo/IFMT.

Leila Dinardo, pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), afirma que a análise de solos canavieiros apontam a presença considerável de nematoides. Pela ordem do mais presente, seguem-se:  97% das amostras analisadas têm o nematoide Pratylenchus zeae, 35% o Meloidogyne javanica; 20% o M. incognita e 35% o P. brachyurus. Os números são considerados alarmantes para o setor.

A pesquisadora pontua que os nematoides podem reduzir a produtividade da cana-de açúcar de primeiro corte numa variável de 20 a 30%; podem também diminuir a produtividade das soqueiras entre 10% a 20% por corte, reduzindo o tempo de vida útil do canavial em cerca de um ciclo produtivo. Leila também chama a atenção para a presença dessas pragas em solo arenoso, uma vez que os danos são mais severos do que nos solos argilosos. Isso se deve, provavelmente, a diferença na capacidade de armazenamento hídrico.

Por sua vez, a presença de nematoides é variável segundo a quantidade de água no solo: quando se há bastante, a população aumenta. (mais…)

Olho vivo contra os nematoides na próxima safra de soja!

segunda-feira, setembro 12th, 2016
Imagem: RR Rufino/Embrapa.

Raiz de soja atacada por nematoides – Imagem: RR Rufino/Embrapa.

Atenção sojicultor, nosso recado é integralmente destinado à sua próxima safra: o alerta contra os nematoides são de especialistas que estudam o “tamanho” dos danos causados por essas pragas e sua principal recomendação é estar de olho bem vivo, atento a possível presença desses “vilões” no solo. Segundo os pesquisadores a análise de nematoides no solo é uma ação importante para prevenção ou controle.

O Dr. Claudinei Lima, engenheiro agrônomo e professor, pontua que a presença de nematoides no solo é praticamente imperceptível e se não for diagnosticada a tempo e controlada, a área de plantio pode até ser inviabilizada. A ação dessas pragas só é realmente sentida, quando percebe-se o péssimo desenvolvimento das plantas e nesses casos, pouco há para se fazer. Portanto, a análise é a melhor prevenção, afirma.

O professor explica que a disseminação dos nematoides também é difícil de ser controlada, (mais…)

A “mina de ouro” da produtividade da Usina Jalles Machado, Unidade Otávio Lage!

sexta-feira, setembro 2nd, 2016
Unidade Otávio Lage da Usina Jalles Machado - Imagem: Usina Jalles Machado.

Unidade Otávio Lage da Usina Jalles Machado – Imagem: Usina Jalles Machado.

Hoje nosso texto tem uma pitadinha histórica, pois queremos retratar o trabalho da Usina Jalles Machado, em especial da Unidade Otávio Lage, localizada no município de Goianésia/GO. Falando brevemente de sua história, a Jalles começa a desenhar suas atividades no ano de 1.980 e em 1.983 colhe sua primeira safra. A sustentabilidade começa a integrar a rotina da empresa em 1.986, com o primeiro programa de conscientização ambiental. 17 anos depois, em 2.003, a linha de açúcar orgânico (Itajá) é inicializada. Em 2.011 a Unidade Otávio Lage é inaugurada.

Na safra de 2014/15 a Unidade Otávio Lage esteve no top 10 em produtividade agrícola da região Centro-Sul, sendo premiada pelo grupo IDEA. A premiação é desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) de Ribeirão Preto/SP, que faz um levantamento anual de 200 unidades produtoras da cana. Os dados coletados, por sua vez, servem de benchmarking e ferramenta para as áreas comerciais delinearam as projeções da safra.

A produtividade da Unidade Otávio Lage é considerada um destaque pelas medidas adotadas, considerando o cenário de localização (Cerrado) e seus “entraves”, como os recursos hídricos em déficit e os solos rasos, por favorecer o desenvolvimento da lavoura canavieira. Tais ações se mostram eficiente ao longo dos anos. Destacamos algumas delas:

(mais…)

Conservação do solo e produção sustentável reúne produtores gaúchos!

terça-feira, agosto 9th, 2016
Imagem: Emater.

Imagem: Emater/RS – Ascar.

Em meados de julho mais uma atividade coletiva da Chamada Pública da Agroecologia movimentou os produtores de Santa Rosa/RS interessados em produções mais sustentáveis. O encontro, sediado na Linha Sete Norte, mostrou aos agricultores algumas lavouras com plantas de cobertura, como o nabo-forrageiro e a aveia. Além disso, a conversa abriu espaço para pontuar questões sobre manejo de solo e da água.

Falando do solo, a conversa entre produtores e técnicos da Emater/RS – Ascar começou com as informações sobre a formação do solo regional, os problemas oriundos de seu mau uso e as experiências observadas com as práticas conservacionistas. Já no campo os técnicos apresentaram as possibilidades de produzir com sustentabilidade, como a importância da análise física e química da terra, bem como a observação do nível de compactação do solo em comparativo a cada tipo de lavoura. As práticas conservacionistas surgem como opção no período pós-observatório das características naturais do solo, incluindo o tempo da natureza.

Outro tema bem debatido no encontro foi a preocupação dos produtores com a cobertura do solo e a profundidade das raízes. Para sustentabilizar esse cenário a rotação de culturas foi indicada pelos técnicos como uma opção rentável, considerando o volume de aproximadamente 12 toneladas de palhada por hectare ao ano.

A oportunidade de trocar de ideias e explanação de dúvidas contribuiu para reafirmar a preocupação com o meio ambiente alinhado à produtividade agrícola. Produções sustentáveis cooperam com o meio ambiente, com o bolso do produtor, com a qualidade dos produtos ofertados e também geram impacto nas políticas públicas, uma vez que podem disponibilizar seus recursos em ações de aprimoramento e não de “conserto” da natureza. Isso é #adubarofuturo!

Fonte: Agrolink

Para falar de sustentabilidade, vamos falar de adubação verde?

A matéria acima indicou duas das opções existentes em adubos verdes que contribuem para a cobertura do solo, melhorando seus aspectos químicos, físicos e biológicos: nabo-forrageiro e aveia (conhecidos como adubos verdes de inverno).

Porém, há outras espécies (indicadas para o período primavera-verão) que podem ajudar, nesse momento, o produtor a melhorar sua produtividade de forma econômica, garantindo sua rentabilidade. Conheça os adubos verdes da Sementes Piraí, informe-se sobre suas funcionalidades e planeje o cuidado com o seu solo contando com a adubação verde.

Faça esse pacto com a natureza por dias mais produtivos e meio ambiente mais conservado!

 

Aumentando a capacidade produtiva do solo com… adubação verde!

quarta-feira, agosto 3rd, 2016
A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos - Imagem: Sementes Piraí.

A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos – Imagem: Sementes Piraí.

Um dos maiores desafios da agricultura atualmente é produzir mais e de forma sustentável. Na agricultura familiar esse desafio ganha um adendo financeiro, uma vez que essa tarefa precisa ser executada com baixo custo. A solução então, apontada por muitos pesquisadores, incluindo César José da Silva (Embrapa Agropecuária Oeste) está no uso da adubação verde.

A adubação verde é uma técnica “multiuso”, pois se adequa a qualquer tipo de cultura e formato produtivo. Basicamente, ela eleva a capacidade produtiva do solo, com baixo custo, aumentando sua produtividade e consequentemente, a rentabilidade dos produtores.

Segundo Silva, a Embrapa em Dourados estuda o uso da adubação verde na agricultura familiar há mais de uma década e a indicação é a utilização da técnica em rotação de culturas ou em consórcio entre leguminosas e gramíneas. Ele atesta que a adubação verde entra em cena em períodos não concorrentes com as culturas comerciais, como milho, feijão e mandioca.

Desta forma, em rotação ou em consórcio, a adubação verde condiciona o solo para que as próximas culturas comerciais colham os benefícios dessa implantação, explorando melhor os nutrientes e a água absorvida no solo. Tal situação é possível porque os adubos verdes possuem um sistema radicular mais profundo. Outra característica salientada pelo pesquisador como vantagem das leguminosas é a fixação, em simbiose com as bactérias, do nitrogênio – um importante nutriente que é absorvido em grande quantidade e bem aproveitado pela cultura econômica subsequente.

Além destes benefícios, a adubação verde cobre o solo (servindo de cobertura vegetal), aumenta sua umidade, promove a ciclagem de seus nutrientes, que favorecem a dinâmica dos microorganismos e é uma importante aliada no combate à variadas espécies de nematoides e doenças do solo. Pode servir também como suplemento da alimentação animal, pontua César.

Por fim, falando em recursos financeiros, a adubação verde promove a economia no uso de tradicionais insumos utilizados, como os fertilizantes, adubos nitrogenados, fungicidas e inseticidas, impactando direta e positivamente o meio ambiente. Isso porque o “trabalho da adubação verde” em ciclar nutrientes, fixar nitrogênio por meio das leguminosas e favorecer os inimigos naturais de pragas e doenças, formam alguns dos aspectos que aumentam a resistência e o pleno desenvolvimento saudável das culturas comerciais.

Fonte: EBC.

Adote a adubação verde!

Depois dessa breve aula sobre adubação verde não perca mais tempo e vá direto ao ponto, ou melhor, à fonte de adubação verde que há mais de 40 anos vem auxiliando o produtor brasileiro a conduzir sua lavoura com sustentabilidade: conheça os benefícios da adubação verde no site da Sementes Piraí.

Confirme todos as vantagens citadas pelo pesquisador César José da Silva e conheça as demais implicações positivas na utilização da técnica, bem como as especificações para cada cultura.

A partir de agora vocês estão convidados a serem adubadores do futuro!

Redução de 30% nos custos da produção de algodão está ligada à tecnologia!

quinta-feira, julho 21st, 2016
Umas das lavouras de algodão localizadas no Oeste Baiano - Imagem: Mauro Zafalon/Folhapress.

Umas das lavouras de algodão localizadas no Oeste Baiano – Imagem: Mauro Zafalon/Folhapress.

Produtores do Oeste Baiano tem concentrado suas preocupações em alternativas que contribuam para aumentar a produtividade, sem deixar de investir em tecnologias para o melhoramento do plantio, da colheita e de seu armazenamento. Para que isso aconteça de forma correta a solução está no uso adequado da própria tecnologia para cada plantio. Isso, segundo João Carlos Jacobsen, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), pode reduzir em 30% os custos do produtor.

Segundo Jacobsen uma opção relevante para evitar perdas é a rotação de culturas, técnica consagrada para o aumento da produtividade na lavoura. Somando-se à isso está a tecnologia para o controle de pragas, que colabora desde o monitoramento até o manejo preventivo desse cenário, como o MIP (Manejo Integrado de Pragas), aponta o presidente da Associação baiana de Produtores de Algodão (Abapa), Celestino Zanella.

Outra contribuição da tecnologia para o melhoramento produtivo está no maquinário utilizado. Para Júlio Busato, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia, o avanço tecnológico permite que o produtor tenha acesso à máquinas mais potentes e econômicas. Mas a economia, segundo ele, só acontece quando há o planejamento e o conhecimento das necessidades reais da lavoura, que guiem o produtor o usar o implemento correto e de forma eficiente.

O engenheiro agrônomo e membro conselheiro da Agricultura de Precisão, Antônio Santi, explica que a sustentabilidade produtiva tem seu pilar cravado no conhecimento do solo e de suas potencialidades ou deficiências. Somente a própria planta pode indicar ao produtor que caminho seguir: se opta pela irrigação, qual rotação é necessária ser feita, entre outros indicativos. A terra sempre tem as respostas e a tecnologia, as soluções.

Fonte: Correio 24 horas

Tecnologia e sustentabilidade unidas para melhorar seu algodoeiro

Por ser uma cultura que exige cuidados fitossanitários, os desequilíbrios de pragas e doenças são comuns e exigem uma postura rígida na rotação de culturas, como forma de amenizar o impacto na produção e no custo do controle. A rotação de culturas com adubos verdes é a mais indicada por todos os benefícios da adubação verde e o controle de nematoides fitoparasitos.

Veja quais adubos verdes são indicados para melhorar a sustentabilidade produtiva do seu algodoeiro vistiando conteúdo dedicado à cultura do algodão no site da nossa adubadora Sementes Piraí.

Quando o assunto é reduzir custos com insumos e ter mais produtividade, decida pela adubação verde!

Adubo Verde pode reduzir derrame de 388ton/ano de herbicidas no solo de Ponta Grossa

quarta-feira, julho 13th, 2016

Quantas vezes você passou por imensos campos esverdeados pela soja, amarelados pelas espigas de milho e dourados pelo trigo e se deu conta de como estes alimentos são cultivados? Certamente, esta pode nunca ter sido a sua pergunta, mas a forma de cultivo, com responsabilidade, é apenas uma das grandes preocupações de muitos agricultores e pesquisadores. Mas como garantir uma produtividade crescente nas lavouras e ao mesmo tempo trabalhar no conceito de sustentabilidade e segurança alimentar?

Há 30 anos pesquisando medidas para melhorar a capacidade produtiva nas terras agrícolas, priorizando as práticas culturais, Francisco Skora Neto, pesquisador da Área de Fitotecnia do Polo Regional do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) em Ponta Grossa, defende que o combate às plantas daninhas, que tanto prejuízo financeiro causa aos produtores, pode acontecer com o mínimo volume de herbicida, apenas com o uso correto de adubos verdes.

Segundo ele, as coberturas podem ser feitas com espécies de inverno como aveia, azevém, centeio, nabo, ervilhaca, entre outras e também com variedades de verão como milheto, sorgo, crotalárias, girassol e demais, porém todas com a mesma eficiência em relação à diminuição das plantas daninhas que facilmente se adaptam aos solos, produzem sementes se disseminando rapidamente e podem se tornar resistentes aos herbicidas. A técnica consiste em utilizar os adubos verdes nos intervalos entre as culturas de renda, evitando o desenvolvimento e reprodução de plantas daninhas. O Sistema de Monitoramento do Comércio e Uso de Agrotóxicos do Estado do Paraná (Siagro), aponta que em 2015 o volume de agrotóxicos comercializado em Ponta Grossa correspondeu a 1.062 toneladas, sendo que 36,68% eram de herbicidas (388,6 toneladas).

Ao mesmo tempo em que o consumo de produtos químicos acontece de forma desenfreada, o Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão do Ministério da Saúde, alerta para a relação dos mesmos com o câncer, devido à quantidade aplicada de agrotóxicos nas lavouras brasileiras equivaler a 5kg por habitante, colocando o Brasil como o maior consumidor mundial de produtos químicos, com 1 milhão de toneladas só em 2009.

Francisco e Henrique em área com adubo verde onde o uso de herbicida foi reduzido em um terço. Ao fundo, área sem cobertura - Imagem: Rodrigo Covolan.

Francisco e Henrique em área com adubo verde onde o uso de herbicida foi reduzido em um terço. Ao fundo, área sem cobertura – Imagem: Rodrigo Covolan.

Herbicida

Uso desenfreado pode estar ligado à facilidade de aplicação

Para o pesquisador, Francisco Skora Neto, é preciso que mais agricultores se conscientizem sobre a importância de reduzir a aplicação de agrotóxicos nas lavouras e os benefícios que isto poderia trazer à saúde do consumidor final.

Ele explica que, infelizmente, muitos produtores optam pelo uso exclusivo de herbicidas pela facilidade de aplicação e seu efeito imediato. Muitos argumentam sobre o custo do adubo verde e algumas vezes a dificuldade em encontrar sementes como justificativa para não realizar a cobertura, mas numa escala d vantagens, com o tempo, os ganhos nas áreas com cobertura verde ficam evidentes.

Mas o quanto o agricultor está disposto a gastar com o adubo verde? Esta é uma pergunta que cabe a cada produtor responder, tendo em vista o mal que os venenos provocam à saúde e o que a cobertura verde representa em termos de sustentabilidade com o passar dos tempos. “Se deixar a área em pousio (sem semeadura), mais difícil será para matar as plantas daninhas, mas se tiver cobertura verde a quantidade de herbicida usada será bem menor”, diz o pesquisador.

Daninhas

Rotação de culturas evita o banco de sementes

Além da cobertura verde, outra forma de evitar a formação de banco de sementes pelas plantas daninhas é a rotação de culturas, prática cultural imprescindível no Sistema Plantio Direto, porém que vem sendo deixada de lado por parte de alguns produtores rurais.

O pesquisador Francisco Skora Neto explica que a produção da mesma cultura o ano todo em determinada área facilita a adaptação de daninhas, por isto a importância do giro. Quanto mais planta invasora na lavoura, maior será o gasto do produtor com herbicida e maior será o desgaste do solo.

Conforme o pesquisador, quando não produzem sementes, as daninhas têm sua população reduzida a uma taxa em torno de 50% ao ano, portanto a necessidade de se voltar aos tempos passados e investir em práticas culturais como a rotação e os adubos verdes.

Pesquisador Francisco observa área com proliferação de daninhas - Imagem: Rodrigo Covolan.

Pesquisador Francisco observa área com proliferação de daninhas – Imagem: Rodrigo Covolan.

Incentivo

Dia de Campo orienta sobre práticas de conservação

Apresentar as novas tecnologias e, principalmente, alertar para o uso de de boas práticas no campo são ferramentas que compõem o quadro de objetivos dos dias de campo realizados, anualmente, pelo Polo Regional do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) de Ponta Grossa.

É nos encontros com os agricultores que os pesquisadores, Francisco Skora Neto e Henrique Luís da Silva (área de Transferência de Tecnologia), mostram para os participantes o desenvolvimento de áreas produtivas que recebem rotação de culturas e adubo verde e a proliferação de plantas invasoras em hectares tratados exclusivamente com herbicidas.

Uma das áreas em pesquisa no Iapar recebe cobertura verde a cada intervalo entre a colheita de uma cultura e o plantio da próxima. Nesta, o uso de herbicida foi reduzido em um terço, já na que fica do lado e não recebe o adubo verde, o volume de veneno utilizado para matar o mato é bem maior a cada safra.

Fonte: Diário dos Campos

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Luciana R.Brick, do portal Diários dos Campos. Agradecemos e creditamos ao portal todo o conteúdo textual e imagético postado acima.

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Conheça melhor os benefícios da adubação verde

Tal como exposto na matéria acima, os benefícios da adubação verde são comprovados pela pesquisa e prática em prol da sustentabilidade agrícola.

Você pode conferir detalhadamente todos os benefícios da técnica acessando o site da nossa adubadora, Sementes Piraí. Conheça como é o funcionamento de cada adubo verde para variadas culturas, como o algodão, grãos e orgânicos.

Leva a sustentabilidade produtiva para a sua produção, reduza gastos e forme definitivamente seu pacto por culturas mais saudáveis com o auxílio da adubação verde.

Amazônia ganha ajuda de peso por meio de parceria internacional!

terça-feira, julho 5th, 2016
O Sistema Plantio Direto é uma tecnologia inclusa no Pradam - Imagem: Paulo Kurtz/Embrapa.

O Sistema Plantio Direto é uma tecnologia inclusa no Pradam – Imagem: Paulo Kurtz/Embrapa.

Preservar e garantir a sustentabilidade produtiva da Amazônia é um compromisso firmado por muitas entidades brasileiras, que vem desenvolvendo ações localizadas sobre produção agroecológica e agroextrativismo. Agora, o projeto que vai contribuir para #adubarofuturo do bioma é fruto da parceria firmada entre a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), o MAPA e o SENAR Brasil, o Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas da Amazônia (Pradam).

O objetivo do Pradam é apresentar e disseminar princípios e tecnologias de produção sustentável, valendo-se da capacitação de técnicos multiplicadores, extensionistas e  produtores em seis estados: Amazônia, Acre, Rondônia, Maranhão, Pará e Mato Grosso. Para tanto uma agenda foi delimitada, com término em 31 de agosto, envolvendo dias de campo, eventos de sensibilização e seminários.

No Mato Grosso, por exemplo, ocorrerá o treinamento, coordenado pela Embrapa Agrossilvipastoril e baseado no formato de ensino SENAR. Espera-se atingir mil pessoas, capacitando ao menos 60 técnicos para atuar no Bioma. Quatro tecnologias serão o cerne de todas as ações: sistema plantio direto, florestas plantadas e sistemas agroflorestais, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e recuperação de pastagens.

O planejamento segue a todo vapor com o cumprimento da agenda em dez eventos, entre seminários e dias de campo, nos seis estados que compreendem o Bioma. Ao final de agosto, os parceiros deverão se reunir para projetar o feedback das ações. Agricultura sustentável, proteção e informação são, sem dúvidas, o combustível para que a Região Amazônica evolua, olhando sempre para o horizonte e garantindo a prosperidade de seu futuro!

Fonte: Agrolink

Plantio Direto e Adubação Verde

Uma das tecnologias que está presente no Pradam é o Plantio Direto. Ele é baseado em três princípios:

  • Mínimo revolvimento do solo;
  • Manutenção permanente de cobertura do solo (viva ou morta);
  • Rotação de culturas.

Você sabia que a adubação verde pode auxiliar no processo de cobertura do solo e na rotação de culturas?

Conheça mais sobre o uso da adubação verde no Sistema Plantio Direto (SPD) acessando conteúdo na biblioteca da Sementes Piraí. Aproveite também para conferir a entrevista com Herbert e Marie Bartz, nomes consagrados na agricultura brasileira pelo uso e disseminação dos benefícios da técnica.

Leve a adubação verde para o seu SPD e colha mais rentabilidade e sustentabilidade com muito mais economia!

Solos arenosos em debate no MS!

quarta-feira, junho 29th, 2016
Apresentação do Painel - Imagem: Silvia Z.Borges/Embrapa.

Apresentação do Painel – Imagem: Silvia Z.Borges/Embrapa.

Durante a 52ª Expoagro o público pode conferir de perto como a Fazenda São Mateus, no Mato Grosso do Sul, cuida tanto de seus processos administrativos, quanto de seu solo. O painel “Intensificação sustentável da produção em solos arenosos: Sistema São Mateus – um caso de sucesso”, também exponenciou detalhes do Programa Estadual Terra Boa, para recuperação de pastagens degradadas no estado.

O Sistema São Mateus é fruto de uma parceria entre as Embrapas Agropecuária Oeste e Gado de Corte, que alia lavoura e pecuária através da rotação de culturas entre soja e pasto, pensado em seu pleno funcionamento em solos arenosos. A motivação para a pesquisa e o desenvolvimento do Sistema surgiu pela observação das oscilações climáticas, com períodos de estiagem durante os meses chuvosos, associadas a solos arenosos e pastagens degradadas.

Entre alguns benefícios do Sistema está o melhoramento da qualidade físico-química do solo, favorecendo o aumento na produtividade e garantindo a presença de nutrientes na terra. Além disso, a palhada mantida para cobertura do solo proporciona a menor perda de água e amplitude térmica, permitindo que a água das chuvas não infiltre tantos os solos.

Outras regiões do estado já estão aderindo ao Sistema São Mateus, principalmente em áreas que tem como cultura principal as pastagens. Dessa forma, a regulação do sistema hidrológico da área, além da cobertura, é assegurada. Os resultados já observados do Sistema São Mateus foram tão decisivos a ponto de ser considerado um dos nortes do “Programa Terra Boa”, que pretende recuperar e ou manter a capacidade produtiva de áreas com pastagens degradadas ou com algum sinal de degradação, por meio de várias frentes incluindo a capacitação.

O Sistema apresentado bem como o “Programa Terra Boa” comprovam que quando pesquisa, tecnologia e políticas públicas se unem em prol da sustentabilidade agrícola, o retorno é certeiro. Isso é o Mato Grosso do Sul abrindo caminho para uma nova realidade produtiva, concedendo sua contribuição para #adubarofuturo!

Fonte: Grupo Cultivar

Pastagens sustentáveis, produtivas e econômicas

Quer saber como deixar seu pasto com essas três qualidades? Adote a adubação verde!

A técnica faz parte do Programa ABC, que visa recuperar 15 milhões de hectares de pastagens com redução da emissão de CO2. Ela também é uma excelente opção na recuperação de áreas degradadas, uma vez que condiciona a saúde do solo, reativando seus aspectos químicos, físicos e biológicos. Pode ser utilizada também na rotação de culturas e na formação de palhada, como o texto acima pontua.

Quer saber quais espécies de adubos verdes são recomendadas para deixar sua pastagem “tinindo de boa”? Acesse o site da Sementes Piraí e navegue pelo conteúdo destinado às pastagens e faça seu planejamento de recuperação garantindo o futuro da sua propriedade.

 

Adubação verde eleva a capacidade produtiva do solo

segunda-feira, maio 23rd, 2016
Adubo verde na Tecnofam 2016 - Imagem: Sílvia Z. Borges/Embrapa.

Adubo verde na Tecnofam 2016 – Imagem: Sílvia Z. Borges/Embrapa.

Elevar a capacidade produtiva do solo, com baixo custo, é um dos desafios em pequenas propriedades. Uma das práticas agrícolas que ajudam a enfrentar esse desafio, é a adubação verde em rotação de cultura ou em consórcio entre adubos verdes (leguminosas e gramíneas). O sistema radicular mais profundo dos adubos verdes condiciona o solo para que a cultura de atividade econômica explore melhor os nutrientes e a água do solo.

Os adubos verdes que são gramíneas a exemplo do sorgo forrageiro e milheto, e dicotiledôneas, como o girassol, formam a palhada que cobrem o solo; e os que são leguminosas, caso da crotalária, mucuna, guandu, feijão-de-porco, produzem biomassa e fornecem maior aporte de nitrogênio à cultura.

Quem passou pela Tecnofam 2016, evento de tecnologias e conhecimentos para agricultura familiar realizado de 11 a 13 de maio na Embrapa Agropecuária Oeste, pôde conhecer os benefícios dos adubos verdes com os pesquisadores da Embrapa: Alberto Feiden, da Embrapa Pantanal, e Cesar José da Silva, da Embrapa Agropecuária Oeste.

A prática da adubação verde promove a cobertura do solo, aumenta a umidade, a ciclagem de nutrientes e a dinâmica dos microorganismos no solo que ajudam a combater nematoides e doenças do solo. Além disso, os adubos verdes abrigam inimigos naturais a atraem polinizadores e insetos benéficos como predadores de pragas.

Segundo Silva, o processo de elevação da capacidade produtiva do solo com a adubação verde exige alguns anos de boas práticas culturais. Por isso, a recomendação é que a adubação verde seja associada a outras práticas, como calagem e gessagem, adubos orgânicos a partir de dejetos de animais que têm alta concentração de nutrientes disponíveis (esterco de aves, bovinos e suínos). “Se o produtor adotar essas práticas, a adubação mineral complementar será em doses menores, reduzindo o custo de produção.”

Os adubos verdes também servem como suplementação alimentar animal. O guandu, adubo verde semiperene, é usado para feno ou fresco no cocho por meio de podas; a cartilha, espécie perene, possui excelente palatabilidade – que, segundo Silva a Agraer tem estimulado os agricultores a plantarem – ou para adubar nas entrelinhas; e gramíneas forrageiras para cobertura de solo e forragem.

A rotação de culturas pode ser feita dividindo a área em pequenas partes, intercalando as culturas ao longo do tempo. Uma dica para iniciar a prática de adubação verde exclusivamente ou em consórcio é escolher uma área com baixa quantidade de matéria orgânica ou com problemas de pragas de solo, de plantas daninhas ou ainda na área mais distante da propriedade, onde é mais difícil de se chegar com dejetos de animais que são usados também como adubos. “À medida que a área com problema é recuperada com a adubação verde, o agricultor pode expandir a prática agrícola”, afirma o pesquisador Cesar José da Silva.

A prática da adubação verde promove a cobertura do solo, aumenta a umidade, a ciclagem de nutrientes e a dinâmica dos microorganismos no solo que ajudam a combater nematoides e doenças do solo. Além disso, os adubos verdes abrigam inimigos naturais a atraem polinizadores e insetos benéficos como predadores de pragas.

Calcário como auxiliar

“Boa parte do solo brasileiro é levemente ácida. Para elevar o PH, a forma mais barata de se fazer essa correção do solo é com o calcário, que é proporcionalmente barato em relação a outros produtos existentes no mercado. Ainda hoje muitos produtores da agricultura familiar não têm essa prática para corrigir o solo”, disse o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Rodrigo Arroyo, na Mostra de Tecnologias da Tecnofam 2016.

Ele explica que o calcário ajuda no crescimento da raiz e da parte aérea da planta e a prática é recomendada para todas as culturas agrícolas, como milho, feijão e mandioca. “Isso significa que nos anos de déficit hídrico, como nos veranicos, vão explorar melhor o solo, absorvendo os nutrientes”.

Para saber a quantidade a ser aplicada no solo, é necessário coletar uma amostra de solo. A coleta da amostra deve ser feita em zigue-zague para representar bem a área – “uma amostra por hectare é suficiente” –  e essa amostra levada a um laboratório. “O custo da análise é relativamente baixo e se paga com o aumento da produção que a calagem proporciona”, diz o pesquisador.

A comparação do desenvolvimento da raiz em solo corrigido e em um solo sem correção foi demonstrado por um equipamento de análise de raízes chamado rizotron. “O que o agricultor familiar consegue ver é o que ele acredita. E o rizotron mostra a área do solo onde o produtor não enxerga. Essa forma didática é fantástica”, diz Genivaldo Schlick, diretor de ensino do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, regional de Ponta Porã, que estava no segundo dia da Tecnofam.

Tecnofam 2016

Muitas das tecnologias que estão sendo demonstradas a campo têm origem na Embrapa Agropecuária Oeste e em outras Unidades da Embrapa: Algodão, Amazônia Ocidental, Arroz e Feijão, Gado de Corte, Gado de Leite, Hortaliças, Instrumentação, Mandioca e Fruticultura, Meio Norte, Milho e Sorgo, Pantanal, Suínos e Aves, Tabuleiros Costeiros. Também têm tecnologias desenvolvidas pela Agraer, Uems, UFGD e de empresas expositoras.
A realização do evento é da Embrapa, Agraer, Sepaf, Senar/MS e Prefeitura Municipal de Dourados, através da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Semafes).
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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da jornalista Sílvia Zoche Borges, MTb-MG 08223JP, do Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO) da Embrapa Agropecuária Oeste /Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Agradecemos e creditamos a Silvia todo o conteúdo textual e imagético postado acima.
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Conheça a adubação verde
A matéria acima mencionou algumas espécies de adubos verdes, que nós convidamos para que você conheça melhor no site da nossa adubadora, Sementes Piraí.
Veja:

Para saber como a adubação verde auxilia no controle dos nematoides, acesse aqui.