Archive for the ‘Crotalária’ Category

Dia de Campo de Sistemas de Produção Sustentáveis e boas práticas agronômicas

segunda-feira, abril 24th, 2017

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Começamos a semana partilhando o convite da Unesp Jaboticabal para o Dia de Campo de Sistemas de Produção Sustentáveis e boas práticas agronômicas, que acontecerá em 06/05, das 07 às 12h, no câmpus – prédio Profº Drº Sérgio de Freitas. (mais…)

Cobertura vegetal melhora produção de capim em consórcio

sexta-feira, abril 21st, 2017

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Muitos produtores devem se perguntar se existe a necessidade de adubar o capim consorciado (como a braquiária ruziziensis). Para por fim nesse questionamento o Instituto de Zootecnia (IZ), da Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (Apta), localizado em Nova Odessa/SP está há mais de três anos pesquisando a respeito e os resultados já observados são satisfatórios.

As pesquisas se norteiam sobre o quanto a aplicação de cobertura pode fazer a diferença na produção de forragem em áreas de pastagens com algum nível de degradação. A resposta está no aumento de 40% na produção de matéria seca pós-dessecação do capim. (mais…)

Dia de campo mostrará alternativas de consórcios para segunda safra

segunda-feira, abril 17th, 2017

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Gabriel Faria, da Embrapa Agrossilvipastoril. Agradecemos e creditamos ao Gabriel todo o conteúdo textual postado abaixo.

Gabriel Faria (mtb 15.624/MG JP)
Embrapa Agrossilvipastoril
agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br
Telefone: (66) 3211-4227

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Crédito da Imagem: Site - Embrapa.

Crédito da Imagem: Site – Embrapa.

Capim com guandu anão, capim com crotalária, girassol com capim, capim com nabo forrageiro e niger. Esses são alguns dos consórcios possíveis de serem utilizados na segunda safra em Mato Grosso e que serão apresentados aos participantes do 7º Dia de Campo sobre Sistemas Integrados de Produção Agropecuária. O evento está com inscrições abertas e será realizado no próximo dia 28, na Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT). (mais…)

Adubação Verde x nematoides na cultura do quiabo

sexta-feira, abril 7th, 2017
Adubação Verde é opção eficiente de controle de nematoides de galha nos quiabeiros, aponta pesquisa paulista - Imagem: Divulgação.

Adubação Verde é opção eficiente de controle de nematoides de galha nos quiabeiros, aponta pesquisa paulista – Imagem: Divulgação.

Pesquisadores do IAC, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Polo de Andradina, e da Coordenação de Assistência Técnica Integral (CATI), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S.Paulo (SAA) tem estudado como controlar a incidência dos nematoides de galha na cultura do quiabo. E os resultados apontam o manejo com crotalária no pré-cultivo como opção eficaz e 100% parceira do meio ambiente.

No fim do ano passado os dados preliminares da pesquisa foram divulgados, mostrando que a adoção da técnica reduz em torno de 90% a incidência do nematoide no período de pré-plantio, impactando positivamente a cultura posterior da hortaliça. Todo o trabalho acontece no município de Gabriel Monteiro, 550 km distante da capital do estado. (mais…)

Meiosi Cana-MPB com Crotalária oferece excelente resultado

quinta-feira, dezembro 8th, 2016

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da Revista Cana Online. Agradecemos e creditamos a Cana Online todo o conteúdo textual postado abaixo.

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No caso, o adubo verde mais recomendado é a Crotalária-juncea

Rolo-faca em área com Crotaláia-juncea - Imagem: Sementes Piraí.

Rolo-faca em área com Crotaláia-juncea – Imagem: Sementes Piraí.

A cana-muda proveniente de mudas pré-brotadas (MPB) apresenta alta sanidade, mais vigor, maior perfilhamento e maior taxa de multiplicação. Mas se elas forem tombadas em áreas que receberam adubação verde, o desempenho será melhor ainda. Por isso, já há várias iniciativas no setor de prática de Meiosi, intercalando a MPB com culturas que alimentam o solo.

A adubação verde também pode ser utilizada com sucesso na Meiosi com MPB, prática que vem se intensificando nos últimos três anos. No caso, o adubo verde mais recomendado é a Crotalária-juncea. (mais…)

Algodão: como aumentar sua produtividade?

terça-feira, novembro 29th, 2016
Campo de pesquisa da Embrapa, localizado na - Imagem: Fabiano Perina/Portal DBO.

Campo de pesquisa da Embrapa, localizado no campo experimental da Fundação Bahia – Imagem: Fabiano Perina/Portal DBO.

Uma pesquisa da Embrapa, que está sendo realizada no campo experimental da Fundação Bahia, está comprovando que o uso de plantas de cobertura pode elevar a produtividade do algodoeiro em até 30% em comparação ao sistema tradicional de cultivo, a monocultura. O estudo quer demonstrar os benefícios das plantas de cobertura na melhoria dos atributos físicos e químicos do solo, o que resulta em melhor aproveitamento da água e maior produtividade da fibra para a cultura comercial.

Júlio Bogiani, responsável pela condução da pesquisa, ressalta os benefícios das plantas de cobertura para a conservação do solo e da água, mantendo a produção superior, mesmo em condições adversas. A região Oeste da Bahia, segundo o pesquisador, vem sofrendo ao longo dos últimos anos com os veranicos prolongados, o que está ocasionando a perda de produtividade das lavouras de algodão. (mais…)

Estudo indica que culturas de rotação trazem aumento de produtividade para a cana entre 8% e 33%

quinta-feira, novembro 24th, 2016

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da Revista Cana Online. Agradecemos e creditamos a Cana Online todo o conteúdo textual postado abaixo.

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crotalariajuncea_canavial_canaviavelUma maneira de aumentar a produtividade da cana-de-açúcar é tornar o ambiente de produção mais favorável, o que pode ser feito com o uso de adubos verdes, leguminosas, em pré-cultivo à cana-de-açúcar. Essas plantas são empregadas nas áreas de implantação e reforma dos canaviais, constituindo uma alternativa importante para a reciclagem de nutrientes, com economia da adubação nitrogenada e geração de renda. Outros benefícios dessa prática são a conservação do solo, incremento de matéria orgânica e controle de plantas invasoras.

Vale destacar que o Brasil é o 6º maior consumidor de fertilizantes nitrogenados, sendo que grande parte desta demanda, aproximadamente 63%, é suprida com a importação deste insumo e com projeção para que chegue a 82% em 2025. (mais…)

Aluno de mestrado da Esalq/USP receberá prêmio IPNI 2016 por estudos com adubação verde!

sexta-feira, novembro 18th, 2016
O mestrando da Esalq, Saulo Augusto Quassi de Castro, premiado no IPNI 2016 - Imagem: Cristiano Ferrari.

O mestrando da Esalq, Saulo Augusto Quassi de Castro, premiado no IPNI 2016 – Imagem: Cristiano Ferrari.

Saulo Augusto Quassi de Castro, aluno de mestrado no programa de Solos e Nutrição de Plantas da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ), se inscreveu no primeiro semestre deste ano no prêmio IPNI 2016 (International Plant Nutrition Institute Scholar Award), sob o qual foi avaliado pelo seu currículo e pelo plano de estudo que trabalha. Agora em novembro foi agraciado ao saber que seu projeto está entre os 4 melhores do Brasil inscritos no prêmio e entre os 36 melhores do mundo.

O prêmio IPNI apoia iniciativas que desenvolvam novas tecnologias de manejo, contribuindo dessa forma para atender a demanda global da produção de alimentos, agroenergia e fibras, sempre vinculadas à sustentabilidade do sistema agrícola. O mestrando viu no prêmio uma possibilidade de apresentar ao mundo sua contribuição por uma produção mais “verde”. (mais…)

Como as leguminosas ajudam a aumentar a produtividade nos tomateiros?

terça-feira, novembro 8th, 2016

adubosverdes_tomatesPara obter essa resposta o Polo Regional de Piracicaba da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) foi pesquisar e os resultados mostraram que é possível incorporar 90kgs de nitrogênio por hectare na cultura de tomate cereja em consórcio com leguminosas.

Essa quantidade representa 30% do nitrogênio na cultura. Tal constatação reforça a importância no uso de leguminosas como adubo verde atuando como fator de redução no uso de fertilizantes químicos.

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Leguminosas no canavial!

sexta-feira, novembro 4th, 2016

crotalariajuncea_programacanaviavelPesquisadores do Polo Regional de Piracicaba da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios de São Paulo (APTA) estudaram há seis anos os benefícios das leguminosas quando à incorporação de nitrogênio. Os resultados apresentados mostram as vantagens no uso de tais plantas em variadas culturas, como a canavieira.

Segundo a pesquisa a adubação verde em cana-de-açúcar chega a substituir a aplicação de 70 quilos de N2 por hectare, aumentando em média 25% a produtividade do produto. Edmílson Ambrosano, um dos pesquisadores da APTA, indica que tal ação é significativa em termos de economia para o produtor. Esta é a segunda pesquisa da APTA Regional que mostra a incorporação de nitrogênio com o uso de leguminosas. (mais…)

Tem defensor da adubação verde em Santa Catarina!

quinta-feira, outubro 20th, 2016

Conheça a história de Valdemar Lauro da Silva com a adubação verde na cultura da cebola

Seu Valdemar Lauro da Silva junto à Crotalária-ochroleuca no início da floração - Imagem: Arquivo Pessoal.

Seu Valdemar Lauro da Silva junto à Crotalária-ochroleuca no início da floração – Imagem: Arquivo Pessoal.

Hoje partilhamos mais um testemunho de um produtor que se deu bem utilizando a adubação verde. Seu Valdemar Lauro da Silva tem uma propriedade na comunidade de Barro Preto, situada no município do Alfredo Wagner em Santa Catarina.

Ele cultiva a cebola como cultura comercial principal e conheceu a adubação verde há 25 anos, por meio de uma vista de campo realizada pela Epagri. Na época, seu Valdemar ficou muito decepcionado com a ação dos técnicos, que focavam suas instruções nos implementos e não no solo. Foi então que ele questionou os técnicos e a adubação verde surgiu como opção de cuidado com a terra. A partir daí algumas espécies foram testadas: aveia e ervilhaça foram as primeiras, posteriormente vieram mucunã, feijão-de-porco, milheto, feijão-guandu, nabo-forrageiro, azevém e as crotálarias-juncea, spectabilis e ochroleuca. Em 2008, por fim, foi consolidado um ciclo que se mantém atualmente. (mais…)

Como produzir o ano todo? Diversificando!

quinta-feira, setembro 29th, 2016
Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

Depender de uma única cultura agrícola nem sempre contribui para manter a renda do produtor o ano todo, por isso diversificar a produção tem ganho adeptos Brasil afora, uma vez que a ação trabalha o ano todo com o solo, gerando renda e aparecendo como alternativa de produção.

Um exemplo está em Planaltina (DF) na propriedade de Thiago Falqueto. Seus 18 hectares são uma mostra consolidada das variadas opções que a diversificação oferece: no lugar do milho, vem a soja; do feijão, a abóbora e ao redor das lavouras comerciais, há pomares de abacate e mexerica poncã.

O produtor afirma que optou pela diversificação por conta de um prejuízo sofrido com a lavoura de feijão, na época a única lavoura produtiva da propriedade. A partir desse ocorrido, diversificou e conseguiu recuperar os prejuízos da safra feijoeira, graças as opções fornecidas pelas demais culturas. (mais…)

Adubação Verde contribui com projeto de agricultura sustentável da Universidade Federal do Sergipe (UFS)

terça-feira, setembro 20th, 2016

Experimentos na cultura do inhame estão em andamento

Produtor e aluno juntos em área de testes com a adubação verde - Imagem: Maria Aparecida

Produtor e aluno juntos em área de testes com a adubação verde – Imagem: Maria Aparecida Moreira

O Projeto de Doação de Sementes para Adubação Verde da Sementes Piraí tem contribuído para #adubarofuturo do ensino e da pesquisa de campo. A Professora Doutora Maria Aparecida Moreira, da UFS, solicitou a doação de sementes de crotalária para viabilizar seu estudo junto à Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa sobre o “Diagnóstico do Cultivo e Técnicas de Manejo para a cultura do Inhame em Malhador/SE, visando o Controle de Nematoide e Qualidade do Inhame”.

A Professora explica que conheceu a Sementes Piraí pelo Google e encontrou no projeto de Doação de Sementes para Adubação Verde, a oportunidade que viabilizaria seu estudo com a prática de campo. O projeto está acontecendo graças à soma de esforços da universidade e dos produtores. A doação de sementes de Crotalária-juncea e Crotalária-spectabilis está possibilitando o contato dos produtores de inhame com a técnica da adubação verde. (mais…)

A “mina de ouro” da produtividade da Usina Jalles Machado, Unidade Otávio Lage!

sexta-feira, setembro 2nd, 2016
Unidade Otávio Lage da Usina Jalles Machado - Imagem: Usina Jalles Machado.

Unidade Otávio Lage da Usina Jalles Machado – Imagem: Usina Jalles Machado.

Hoje nosso texto tem uma pitadinha histórica, pois queremos retratar o trabalho da Usina Jalles Machado, em especial da Unidade Otávio Lage, localizada no município de Goianésia/GO. Falando brevemente de sua história, a Jalles começa a desenhar suas atividades no ano de 1.980 e em 1.983 colhe sua primeira safra. A sustentabilidade começa a integrar a rotina da empresa em 1.986, com o primeiro programa de conscientização ambiental. 17 anos depois, em 2.003, a linha de açúcar orgânico (Itajá) é inicializada. Em 2.011 a Unidade Otávio Lage é inaugurada.

Na safra de 2014/15 a Unidade Otávio Lage esteve no top 10 em produtividade agrícola da região Centro-Sul, sendo premiada pelo grupo IDEA. A premiação é desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) de Ribeirão Preto/SP, que faz um levantamento anual de 200 unidades produtoras da cana. Os dados coletados, por sua vez, servem de benchmarking e ferramenta para as áreas comerciais delinearam as projeções da safra.

A produtividade da Unidade Otávio Lage é considerada um destaque pelas medidas adotadas, considerando o cenário de localização (Cerrado) e seus “entraves”, como os recursos hídricos em déficit e os solos rasos, por favorecer o desenvolvimento da lavoura canavieira. Tais ações se mostram eficiente ao longo dos anos. Destacamos algumas delas:

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Tem minhoca no canavial

quinta-feira, setembro 1st, 2016
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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Luciana Paiva e Clivonei Roberto, do Portal CanaOnline. Agradecemos e creditamos a Luciana e ao Clivonei todo o conteúdo textual postado abaixo. Agradecemos também à equipe do Portal Cana Online que gentilmente cedeu as imagens contidas no texto, creditadas conforme orientação.
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Fim da queima, rotação de cultura, fertilizantes oriundos da própria cana e boas práticas agrícolas trazem vida aos solos dos canaviais

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Solo que tem minhoca é porque está vivo, é o que ocorre cada vez mais nos canaviais – Imagem Leontino Balbo Júnior.

Quando se fala em cana-de-açúcar como cultura agrícola, muita gente torce o nariz, salientando que prejudica o solo e os recursos naturais. “Esse é um mito que faz rir os verdadeiros agrônomos”, relata Raffaella Rossetto, engenheira agrônoma do Programa de Cana-de-açúcar do IAC (Instituto Agronômico da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo). “Existem solos no Estado de São Paulo onde a cana é cultivada há mais de 100 anos sem perder produtividade. O que ocorre é que todas as ações humanas geram impacto. A agricultura não seria diferente.”

Jorge Luis Donzelli, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do CTC, explica que diversas culturas são conhecidas pela sua capacidade em proteger o solo, dentre elas, a cana-de-açúcar.“Nota-se que a cana apresenta uma das mais baixas perdas de solo por erosão e a mais baixa porcentagem de perda de água da chuva entre todas as culturas, além de ter alto potencial de reciclar seus nutrientes. O que demonstra a capacidade da cana em preservar os recursos naturais – água e solo. Então, a cana é reconhecidamente uma cultura conservacionista”, afirma.

 

A cana é reconhecidamente uma cultura conservacionista

A cana é reconhecidamente uma cultura conservacionista

Para os pesquisadores, caso seja manejada adequadamente, a cana pode ser uma grande aliada do solo e do ambiente produtivo.De acordo com o engenheiro agrônomo Marcelo Montezuma, especialista de Produto da Monsanto do Brasil, a cana cobre o solo rapidamente e deixa resíduos culturais da colheita (10 a 20 t/ha) que favorecem a retenção de gases de efeito estufa e a reciclagem de nutrientes, assim como estimula a reagregação e estruturação do solo com maior retenção e preservação de água.

“Se considerarmos que a cultura está presente no Brasil praticamente desde seu descobrimento e que as mesmas áreas ainda permanecem em produção, podemos dizer que seu impacto não foi tão drástico como o de culturas que propiciaram uma maior exposição e movimentação do solo”, diz Montezuma, que completa: “se agregarmos, dentro de critérios técnicos, sistemas mais reduzidos de preparo do solo e rotação de culturas como práticas sustentáveis, podemos ter o econômico, o ambiental e o socialmente correto ajustados dentro do sistema produtivo da cana-de-açúcar.”

 

A maior produção de cana orgânica do mundo (mais…)