Archive for the ‘Algodão’ Category

Alerta vermelho para a Soja Louca II

segunda-feira, novembro 27th, 2017

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O nematoide Aphelenchoides besseyi, conhecido como Soja Louca II, como o nome popular sugere já é bem conhecido – há mais de uma década – da sojicultura. A novidade, nem tão boa assim, está no alerta dos pesquisadores Maurício Meyer, da Embrapa Soja, e Luciany Favoreto, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) sobre a proliferação da praga em novas culturas hospedeiras, o feijão e o algodão.

Normalmente, a praga aparece em regiões quentes e com alto índice de chuvas, tais como os estados do Maranhão, Mato Grosso, Tocantins e Pará. E outras plantas, como ervas daninhas, também podem hospedar esse tipo de nematoide, tal como cordão-de-frade e trapoeraba. (mais…)

Emergência sanitária para o combate a Helicoverpa é prorrogada pelo MAPA

sexta-feira, novembro 17th, 2017

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Há pouco mais de 10 dias o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) divulgou a prorrogação do prazo de vigência sanitária publicada pela portaria Nº 2.293, no Diário Oficial da União, indicando que os estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Piauí terão emergência sanitária até o dia 30 de julho de 2018.

Isso significa que ações para a implementação do plano de supressão da Helicoverpa armigera, bem como a adoção de medidas emergenciais continuam liberadas nessas regiões.

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Investimentos para a cultura de algodão baiana!

segunda-feira, novembro 13th, 2017

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Uma boa notícia se confirmou na semana passada para os produtores baianos de algodão: o Programa de Monitoramento e Controle de Pragas do Algodoeiro da Bahia ganhou mais três anos de investimentos. A decisão foi tomada na última terça-feira durante a reunião do Conselho Gestor do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

Respectivamente, as próximas três safras receberão investimentos de R$ 925,051 mil, R$ 3,366,579,35 e R$ 3.364.080,78. Dessa forma o Programa Fitossanitário do Algodão terá suas atividades mantidas pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), auxiliando com o apoio aos produtores na prevenção e combate aos males, doenças e pragas, da cultura. (mais…)

Alerta para o mofo branco

segunda-feira, outubro 16th, 2017

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Mais uma “praga” que prejudica a agricultura. É assim que podemos chamar o mofo branco, doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, que vem perturbando o desenvolvimento de lavouras de soja, algodão e feijão em várias regiões do país e que tem por agravante sua disseminação pelas sementes, além do difícil controle.

Variáveis como clima, manejo e o nível de fragilidade da cultura são forças propulsoras para a infestação da lavoura, segundo Augusto César Pereira Goulart, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste. Outra variável que chama a atenção é o uso das sementes caseiras ou piratas, que normalmente contém escleródio e são excelentes hospedeiras do fungo, que levam cerca de 40% da produtividade das lavouras. (mais…)

Sinal amarelo: presença de nematoides no algodoeiro causam perdas de até 40%

quinta-feira, outubro 5th, 2017

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Os nematoides são uma das pragas mais temidas pela agricultura. Normalmente, seus prejuízos correspondem a metade da safra comercial, quando não a inviabilizam totalmente. Esses seres microscópicos se alojam no solo ou nas raízes das plantas, alimentando-se de seus nutrientes, prejudicando o desenvolvimento saudável da cultura comercial.

Se considerarmos o algodoeiro, as perdas causadas por essa praga são “um tanto menores”, correspondendo até 40%. A espécie Meloidogyne incognita, popularmente chamada de nematoide das galhas, e o Pratylenchus brachyurus, nematoide das lesões radiculares, são os mais encontrados na cultura, causando respectivamente o maior dano e “um prejuízo intermediário”. Nessa lista também está o Rotylenchus reniforme, o nematoide reniforme. (mais…)

Por que utilizar plantas de cobertura no sistema soja-milho-algodão?

segunda-feira, setembro 25th, 2017

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A resposta para essa pergunta de bate-pronto seria economia. Sim, economia! A Embrapa Algodão vem estudando a incorporação de plantas de cobertura nesse sistema de plantio e indica que a redução de custos pode chegar até 200 dólares por hectare plantado. Transformando em reais, a economia passaria de R$600,00. Isso porque a adoção de plantas de cobertura diminui o uso de fertilizantes, defensivos e nutrientes.

Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira, pesquisadora da Embrapa, pontua que o desenvolvimento das plantas de cobertura acaba competindo com o das ervas daninhas. (mais…)

Algodão: como aumentar sua produtividade?

terça-feira, novembro 29th, 2016
Campo de pesquisa da Embrapa, localizado na - Imagem: Fabiano Perina/Portal DBO.

Campo de pesquisa da Embrapa, localizado no campo experimental da Fundação Bahia – Imagem: Fabiano Perina/Portal DBO.

Uma pesquisa da Embrapa, que está sendo realizada no campo experimental da Fundação Bahia, está comprovando que o uso de plantas de cobertura pode elevar a produtividade do algodoeiro em até 30% em comparação ao sistema tradicional de cultivo, a monocultura. O estudo quer demonstrar os benefícios das plantas de cobertura na melhoria dos atributos físicos e químicos do solo, o que resulta em melhor aproveitamento da água e maior produtividade da fibra para a cultura comercial.

Júlio Bogiani, responsável pela condução da pesquisa, ressalta os benefícios das plantas de cobertura para a conservação do solo e da água, mantendo a produção superior, mesmo em condições adversas. A região Oeste da Bahia, segundo o pesquisador, vem sofrendo ao longo dos últimos anos com os veranicos prolongados, o que está ocasionando a perda de produtividade das lavouras de algodão. (mais…)

Dia de Campo sobre tecnologias para o Semiárido!

quarta-feira, novembro 9th, 2016
A produção do algodão será uma das quatro culturas abordadas pelo Dia de Campo - Imagem: Fábio Aquino de Albuquerque/Grupo Cultivar.

A produção do algodão será uma das quatro culturas abordadas pelo Dia de Campo – Imagem: Fábio Aquino de Albuquerque/Grupo Cultivar.

Amanhã, 10/11, o município cearense de Barbalha (“cariri do Estado”) receberá um Dia de Campo destinado às tecnologias para as culturas do algodão, amendoim, mamona e gergelim para o Semiárido. O evento é uma realização da Embrapa Algodão e acontecerá no campo experimental da Unidade a partir das 07h, reunindo público de técnicos, estudantes, produtores e membros de instituições parceiras.

Dentre os destaques estão as apresentações das novas cultivares: algodão colorido para o Semiárido e Cerrado (BRS Jade), transgênicas de algodão, gergelim (BRS Anahi), além da demonstração dos benefícios da rotação de culturas para o sistema de produção. (mais…)

4ºFórum Brasil – África tratará da agricultura!

segunda-feira, outubro 24th, 2016
Imagem: Instituto Brasil-África.

Imagem: Instituto Brasil-África.

Foz do Iguaçu, Paraná, receberá entre 03 e 04 de novembro o 4º Fórum Brasil-África. Neste ano o tema do evento são as estratégias para o desenvolvimento da agricultura e o evento receberá autoridades e especialistas do Brasil e de países africanos, como Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, e Akinwumi Adesina, presidente do Banco Africano de Desenvolvimento. O evento é uma promoção do Instituto Brasil África e é apoiado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

A agricultura foi escolhida como tema dada a boa relação de diálogo e de negócios entre os dois países. O Brasil já atua no auxílio ao desenvolvimento da agricultura africana por meio de projetos de cooperação técnica entre a Embrapa e a Agência Brasileira de Cooperação em países como Togo, Gana e Angola. Culturas de mandioca, algodão e feijão tem ganhado notoriedade principalmente por conta dos projetos de transferência de tecnologia. (mais…)

Brasil capacita países africanos para o cultivo de algodão!

quinta-feira, outubro 13th, 2016
Retrato de uma das Unidades Comunitárias de Aprendizagem do Projeto C-4 - Imagem: Embrapa.

Retrato de uma das Unidades Comunitárias de Aprendizagem do Projeto C-4 + Togo – Imagem: Embrapa.

O final de agosto foi marcado pela reunião de pesquisadores do Brasil, Benin, Burkina Faso, Chade, Mali e Togo em Mali (África) para a partilha dos resultados de pesquisa envolvendo o cultivo do algodão em sistema plantio direto. A ação iniciou a 2ª fase do projeto de Fortalecimento tecnológico e difusão de boas práticas agrícolas para o algodão nos países do C-4 e Togo, desenvolvido pela Agência Brasileira de Cooperação em parceria com a Embrapa.

O algodão é uma das mais fortes culturas agrícola desses países africanos, porém é preciso incrementar sua produtividade favorecendo uma situação saudável do solo e gerar também a sustentabilidade alimentícia do sistema produtivo, afirmou o o coordenador do projeto Cotton-4 + Togo, José Geraldo Di Stefano.

Ainda neste ano outras reuniões acontecerão com o objetivo de capacitar multiplicadores com ênfase em três pilares do projeto: o sistema plantio direto, o manejo integrado de pragas e a planta do algodoeiro. (mais…)

Saiba qual crotalária escolher para rotação de culturas e adubação verde

quinta-feira, setembro 15th, 2016

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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Naiara Araújo, da SF Agro. Agradecemos e creditamos a Naiara todo o conteúdo textual postado abaixo.

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Além de controlar a incidência de nematoides nas lavouras, o cultivo da espécie correta é vantajoso para o solo 

A Crotalária-juncea, por exemplo, é indicada para a cultura de cana-de-açúcar - Imagem: Sementes Piraí.

A Crotalária-juncea, por exemplo, é uma das Crotalárias indicadas para a cultura de cana-de-açúcar – Imagem: Sementes Piraí.

A rotação de culturas com crotalária é uma alternativa interessante para muitos produtores. Além de controlar a incidência de nematoides nas lavouras, essa prática traz muitos benefícios, como cuidado e proteção do solo, controle de ervas daninhas e recuperação de áreas degradadas. Segundo Donizeti Carlos, engenheiro agrônomo e diretor da Sementes Piraí, muitos agricultores ainda têm dúvidas sobre qual variedade de crotalária escolher para a rotação de culturas.

O cultivo de crotalárias é uma técnica de adubação verde e apresenta feitos positivos desde o primeiro plantio, mas a situação melhora ainda mais a longo prazo. “A eficiência no controle será maior se o produtor for repetindo anualmente o preparo do solo com crotalárias nas janelas da safra e fazendo essa rotação. Ele sempre terá ganhos”, diz Donizeti Carlos. O cultivo de crotalária pode ser feito antes da safra de verão, na segunda safra e em consórcio com algumas culturas, como milho, milheto e braquiária.

A adubação verde se popularizou nas últimas temporadas. Na safrinha deste ano, o engenheiro agrônomo acredita que cerca de 300 mil hectares de milho foram plantados em consórcio com crotalárias, principalmente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goiás. O plantio das espécies é simples. A orientação é que a semeadura da crotalária seja feito a lanço, em áreas já dessecadas para controle das ervas daninhas e tigueras da cultura anterior. Elas devem ser levemente incorporadas, de dois a três centímetros de profundidade, com correntão ou grade niveladora. Confira as dicas para escolher a crotalária mais adequada para a fazenda. (mais…)

Conheça os benefícios de plantar crotalária antes da safra de verão

quinta-feira, agosto 18th, 2016
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Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto de Naiara Araújo, da SF Agro. Agradecemos e creditamos a Naiara todo o conteúdo textual postado abaixo.
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A leguminosa ajuda no controle de nematoides, é uma aliada na descompactação do solo e controle de erosão

A Crotalária-spectabilis é um dos adubos verdes mais conhecidos - Imagem: Sementes Piraí.

A Crotalária-spectabilis é uma das espécies de Crotalária mais conhecida – Imagem: Sementes Piraí.

O plantio de crotalárias é indicado para rotação de culturas. O cultivo pode ser adotado antes e durante as safras, até mesmo é uma alternativa para a safra de verão. O uso de crotalárias se populariza por causa da sua eficiência no controle de nematoides. Mas a leguminosa também é importante para a descompactação do solo, controle de erosão e fixação de nitrogênio. “O que chama a atenção do agricultor é o controle de pragas e doenças, mas todo o resto está beneficiando a terra”, diz Donizeti Carlos, engenheiro agrônomo e diretor da Sementes Piraí.

Na safrinha deste ano, ele acredita que cerca de 300 mil hectares de milho foram plantados em consórcio com crotalárias, principalmente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goiás. Confira orientações para adotar o cultivo de crotalárias na rotação de culturas com a soja, milho e algodão.

 1 – Soja

O cultivo de crotalária é benéfico na safra de verão de soja. Nesse caso, o ideal é esperar o início de chuvas, em setembro, para investir na crotalária no período pré-soja. Segundo Donizeti Carlos, não é recomendável plantar antes, porque são grandes as chances delas não se desenvolverem por causa da estiagem. “Nas regiões que registrarem chuva, o produtor tem a possibilidade de deixar a crotalária na área produtiva de 45 a 60 dias. O período vai depender do dia que ele for começar o plantio”, explica o engenheiro agrônomo. Depois, é só dessecar e realizar o plantio de soja normalmente, com o solo mais forte e preparado para a safra.

 2 – Milho

No caso do milho, alguns produtores já realizam o plantio tardio para cultivar crotalária antes do início da safra. Apesar de algumas variedades serem resistentes aos nematoides, o milho é um hospedeiro desses parasitas. Por isso, o cultivo de milho pode deixar como herança uma população maior de nematoides para a próxima safra. “A eficiência no controle será maior se o produtor for repetindo anualmente o preparo do solo com crotalárias nas janelas da safra e fizer essa rotação. Ele sempre terá ganhos”, diz o especialista.

O ideal seria decidir como fazer o uso da crotalária a partir do nível de infestação de nematoides. Segundo Donizeti Carlos, o uso consorciado é indicado para o solo que apresenta baixo nível de infestação. Já os solos que estão nos níveis de média à alta infestação de nematoides deveriam plantar exclusivamente crotalária na segunda safra. Porém, para não passar uma safra sem produção comercial, o que geraria um alto prejuízo financeiro, os produtores optam pelo consórcio entre milho e crotalária.

 3 – Algodão

Plantar crotalárias antes de começar a safra de algodão é mais fácil porque o plantio da cultura começa mais tarde. Geralmente, o plantio começa em outubro e, em algumas regiões, pode acontecer até janeiro. Isso faz com que o produtor tenha mais tempo para deixar as plantas no solo, aproveitando melhor os seus benefícios.

4 – Dicas essenciais para não errar

Segundo Donizeti Carlos, o maior erro do produtor no cultivo de crotalária é deixar a planta chegar em vagem seca. “O produtor deveria fazer o manejo no pleno florescimento, mas mais de 90% não faz isso”, diz o engenheiro e diretor da Sementes Piraí. “Muitos produtores que cultivam a crotalária na segunda safra deixam a planta morrer e isso reduz o efeito de controlar os nematoides.”

O uso de crotalárias não tem restrição. Porém, Donizeti Carlos diz que não é recomendado o cultivo de crotalárias em área infestada com o mofo branco. Também conhecida como podridão branca, a doença atinge diversas culturas, como o algodão, a soja e o feijão.

Os produtores que cultivam crotalária devem tomar cuidado para que os animais da fazenda não comam essas plantas. “Não é recomendado para pasto ou aproximação de gado nessas áreas. As crotalárias têm um fator tóxico e se o gado comer em excesso, chega a matar”, diz Donizeti Carlos.

 5 – Qual quantidade de sementes plantar?

Na safra de verão, o produtor que for usar a Crotalária-spectabilis deve utilizar 20 quilos de semente por hectare. Cada quilo dessa variedade custa cerca de R$ 7, ou seja, R$ 140 por hectare. Já o produtor que optar pela Crotalária-ochroleuca deve usar 15 quilos por hectare. Como o quilo custa R$ 5, o investimento por hectare fica em torno de R$ 75.

Na segunda safra, como o plantio é mais tardio e o produtor tem mais tempo para deixar as crotalárias no solo antes de iniciar a safra, é recomendável usar mais sementes para garantir uma população maior de plantas. Segundo Donizeti Carlos, no caso da Crotalária-spectabilis, o recomendado é plantar 25 quilos de sementes por hectare. E se for Crotalária-ochroleuca, 20 quilos por hectare.

SF Agro

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Conheça mais sobre as Crotalárias

Donizeti Carlos, diretor comercial da Sementes Piraí, pontuou o uso de Crotalárias como adubos verdes para preparar o solo antes da safra de verão. Conheça as variedades que ele mencionou:

Se informar sobre os benefícios da adubação verde é de fundamental importância para iniciar sua guinada produtiva, sustentável e de forma econômica. Adote os adubos verdes mencionados e prepare-se para uma próxima safra de verão muito rentável!

 

 

Redução de 30% nos custos da produção de algodão está ligada à tecnologia!

quinta-feira, julho 21st, 2016
Umas das lavouras de algodão localizadas no Oeste Baiano - Imagem: Mauro Zafalon/Folhapress.

Umas das lavouras de algodão localizadas no Oeste Baiano – Imagem: Mauro Zafalon/Folhapress.

Produtores do Oeste Baiano tem concentrado suas preocupações em alternativas que contribuam para aumentar a produtividade, sem deixar de investir em tecnologias para o melhoramento do plantio, da colheita e de seu armazenamento. Para que isso aconteça de forma correta a solução está no uso adequado da própria tecnologia para cada plantio. Isso, segundo João Carlos Jacobsen, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), pode reduzir em 30% os custos do produtor.

Segundo Jacobsen uma opção relevante para evitar perdas é a rotação de culturas, técnica consagrada para o aumento da produtividade na lavoura. Somando-se à isso está a tecnologia para o controle de pragas, que colabora desde o monitoramento até o manejo preventivo desse cenário, como o MIP (Manejo Integrado de Pragas), aponta o presidente da Associação baiana de Produtores de Algodão (Abapa), Celestino Zanella.

Outra contribuição da tecnologia para o melhoramento produtivo está no maquinário utilizado. Para Júlio Busato, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia, o avanço tecnológico permite que o produtor tenha acesso à máquinas mais potentes e econômicas. Mas a economia, segundo ele, só acontece quando há o planejamento e o conhecimento das necessidades reais da lavoura, que guiem o produtor o usar o implemento correto e de forma eficiente.

O engenheiro agrônomo e membro conselheiro da Agricultura de Precisão, Antônio Santi, explica que a sustentabilidade produtiva tem seu pilar cravado no conhecimento do solo e de suas potencialidades ou deficiências. Somente a própria planta pode indicar ao produtor que caminho seguir: se opta pela irrigação, qual rotação é necessária ser feita, entre outros indicativos. A terra sempre tem as respostas e a tecnologia, as soluções.

Fonte: Correio 24 horas

Tecnologia e sustentabilidade unidas para melhorar seu algodoeiro

Por ser uma cultura que exige cuidados fitossanitários, os desequilíbrios de pragas e doenças são comuns e exigem uma postura rígida na rotação de culturas, como forma de amenizar o impacto na produção e no custo do controle. A rotação de culturas com adubos verdes é a mais indicada por todos os benefícios da adubação verde e o controle de nematoides fitoparasitos.

Veja quais adubos verdes são indicados para melhorar a sustentabilidade produtiva do seu algodoeiro vistiando conteúdo dedicado à cultura do algodão no site da nossa adubadora Sementes Piraí.

Quando o assunto é reduzir custos com insumos e ter mais produtividade, decida pela adubação verde!

Plantas de cobertura são parceiras do Manejo Integrado de Pragas!

sexta-feira, maio 13th, 2016
O percevejo castanho é uma das grandes preocupações das lavouras do Cerrado, como algodão e o milho - Imagem: Tecnoshow Comigo.

O percevejo castanho é uma das grandes preocupações das lavouras do Cerrado, como algodão – Imagem: Tecnoshow Comigo.

O entomologista e pesquisador da Embrapa Algodão, José Ednilson Miranda, defende o uso de plantas de cobertura no Manejo Integrado de Pragas (MIP) na cultura do algodão. Segundo ele, essa interação pode afetar a dinâmica populacional de insetos e isso é de suma importância para otimizar o MIP. Como é sabido, as plantas de cobertura fornecem proteção para o solo e são muito utilizadas no sistema plantio direto.

Um exemplo citado por Miranda é o percevejo castanho, que assola várias culturas do Cerrado, como o algodão e o milho. Sua ação é atacar a raiz da planta debilitando sua produtividade. O MIP aparece nesse caso aliando plantas de cobertura e rotação e ou sucessão de culturas adequadas, incluindo algumas vezes a utilização de químicos. Uma das mais maiores dificuldades em controlá-lo consta por sua polifagia, ou seja, o percevejo castanho se alimenta de culturas diversificadas e é migrante em períodos de chuva.

As perdas no algodoeiro estimam-se na casa de 5 a 7% do total produzido. O percevejo castanho injeta uma espécie de saliva tóxica e faz sucção da seiva das raízes, provocando enfraquecimento e atraso severo no crescimento e desenvolvimento do algodão, que adquire aspectos amarelados e raquíticos. Para o pesquisador da Embrapa, o controle químico não tem obtido o sucesso esperado e por isso, pesquisas em campo de controle naturais são observados.

Miranda recomenda a adoção de plantas de cobertura como o Feijão-guandu, Sorgo granfífero em consórcio com Brachiaria ruziziensis e gergelim consorciado com B. ruziziensis. Em áreas já infestadas por tal praga, o pesquisador não recomenda o uso de milho e milheto em rotação, pois tais espécies são hospedeiras do percevejo castanho.

Temos aí mais uma notória indicação de que é possível controlar naturalmente pragas e doenças que assolam culturas comerciais. O caso do controle do percevejo castanho na cultura do algodão vem sendo observado e pesquisado há tempos pela Embrapa Algodão e a ação de plantas de cobertura tem apontado resultados consideráveis. Sustentabilidade produtiva começa com a adoção de ações que minimizem impactos à saúde do solo e essa, com certeza, é uma ação deste tipo e que contribui para #adubarofuturo!

Fonte: Agrolink.

Adubação Verde e o Algodoeiro

A adubação verde é uma técnica que reduz custos com insumos e indica maior produtividade no algodoeiro.

Além disso a técnica auxilia no controle de nematoides, descompacta, estrutura e areja o solo, dentre outros benefícios. Saiba mais sobre seus benefícios acessando o conteúdo destinado à cultura do algodão no site da Sementes Piraí.

Agora, para conhecer mais sobre o Feijão-guandu citado na matéria acima como planta de cobertura no MIP, acesse aqui.

Informe-se e veja quão vantajoso é ser um adubador do futuro, planejando sua próxima safra contando com os benefícios da adubação verde!

Informação de qualidade sobre algodão, milho e soja!

sexta-feira, abril 8th, 2016
milho, algodão e soja

Imagem: Divulgação.

A Fundação MT, no final de março, lançou um importante veículo de informação para os produtores de algodão, soja e milho. Trata-se da 17ª edição do Boletim de Pesquisa, safra 2015/2016. A grande novidade da publicação fica por conta da inclusão de resultados de pesquisa da instituição sobre tais culturas.

O Boletim conta com 500 páginas assinadas por pesquisadores da Fundação MT e demais especialistas do país. Os capítulos falam sobre o clima, doenças, qualidade de sementes, nematoides, plantas invasoras, pragas, manejo do solo, sistemas de produção e tecnologia de aplicação.

A publicação é considerada uma das mais importantes desenvolvidas no país, uma das poucas a contemplar diversas culturas e assuntos. O Boletim de Pesquisa serve de apoio teórico ao conhecimento prático vivenciado e experenciado nos eventos que a Fundação MT participa.

Para adquirir o material é preciso comprá-lo via site da Fundação MT ou nos eventos realizados por ela. Para acessar o site da instituição, clique aqui.

Fonte: Agrolink.

Alguém falou em nematoides?

Os nematoides representam um grande perigo a continuidade das atividades agrícolas se não forem controlados com eficácia, segurança e principalmente, sustentabilidade.

Por isso, nossa adubadora Sementes Piraí criou um canal exclusivo que vai nortear os produtores de A à Z, o Controle os Nematoides. Nesse portal estão concentradas todas as informações técnicas sobre os nematoides e como a adubação verde entra em cena para auxiliar o produtor na tarefa de controle dessas pragas.

Acesse hoje mesmo o Controle os Nematoides e comece a controlá-los em sua cultura!