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Alerta vermelho para a Soja Louca II

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, agronegócio, Algodão, Informação, Nematoides, Pesquisa, Piraí Sementes, Soja, Sustentabilidade por Admin em 27 de novembro de 2017No Comments »

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O nematoide Aphelenchoides besseyi, conhecido como Soja Louca II, como o nome popular sugere já é bem conhecido – há mais de uma década – da sojicultura. A novidade, nem tão boa assim, está no alerta dos pesquisadores Maurício Meyer, da Embrapa Soja, e Luciany Favoreto, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) sobre a proliferação da praga em novas culturas hospedeiras, o feijão e o algodão.

Normalmente, a praga aparece em regiões quentes e com alto índice de chuvas, tais como os estados do Maranhão, Mato Grosso, Tocantins e Pará. E outras plantas, como ervas daninhas, também podem hospedar esse tipo de nematoide, tal como cordão-de-frade e trapoeraba.

Sobre a incidência da praga no feijão os pesquisadores informam que graças a um alerta vindo da Costa Rica, onde a praga está levemente disseminada, resolveram estudar a probabilidade de sua existência aqui no país. O estudo observou a presença do nematoide por meio da inoculação, mas reforça que não há nenhuma ocorrência da praga por aqui.

Já no algodoeiro, no começo do ano, as regiões de Sapezal e de Sorriso/MT foram as primeiras lavouras a detectar a presença da soja louca. Tal aparecimento promover um trabalho de força tarefa que uniu Embrapa, Epamig, entre outras instituições na busca de norteamentos sobre instruções de sintomas,  como o engrossamento de nós, as deformações foliares, a diminuição de porte e a perda de botões florais, e manejo da praga.

Como resultado, observou-se a redução na incidência de Soja Louca II devido à vários fatores:  rigoroso manejo de plantas daninhas em pós-colheita, dessecação antecipada e de controle no pós-semeadura, além da adoção de cultivo de milho em sucessão à soja.

O pesquisador Maurício Meyer também orienta o uso de plantas de cobertura, como três espécies de crotalária, por apresentarem baixa concentração de nematoide por grama de tecido vegetal, não representando assim perigo como espécies multiplicadores da Soja Louca II.

Com o alerta dado, cabe ao produtor olho vivo nas regiões de “maior hospedagem” da praga. Uma desconfiança qualquer já é força suficiente para uma análise. Lembre-se: quanto mais cedo o problema for descoberto, melhor será seu controle.

Fonte: Portal DBO

Nematoides? Adubação Verde neles!

A pesquisa acima recomendou o uso de crotalária (três das quatro espécies conhecidas) para o combate da Soja Louca II. Quer se informar como esse adubo verde ajuda no controle e qual é o mais indicado para a sua situação?

Acesse o Controle os Nematoides, esforço da Sementes Piraí para o controle dessa praga, e tenha contato com um dos especialistas no assunto. Dessa forma, você poderá adotar a medida de controle mais segura e diminuir os prejuízos que essa praga causa na sua lavoura.

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