27mai/160

Tocantins se aproxima das tecnologias sustentáveis!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, Meio Ambiente, pastagem, Pesquisa, Piraí Sementes, Recuperação de áreas degradadas, Sustentabilidade, tecnologia por Admin em 27 de maio de 2016No Comments »
O 2º Dia de Campo em Almas/TO apresentou os benefícios resultados do Plano ABC no Sistema ILPF e na recuperação de pastagens degradadas - Imagem: Clênio Araújo/Embrapa.

O 2º Dia de Campo em Almas/TO apresentou os benefícios do Plano ABC no Sistema ILPF e na recuperação de pastagens degradadas – Imagem: Clênio Araújo/Embrapa.

O mês de abril serviu para que o Tocantins apresentasse aos agricultores, técnicos e demais profissionais ligados à produção agrícola, as tecnologias sustentáveis aplicadas à agricultura, bem como seus resultados. Uma mostra dessas ações aconteceu durante o 2º Dia de Campo e também na 1ª Feira Agrotecnológica, ambos realizados no município de Almas.

As duas oportunidades são vinculadas ao Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), que atua no estado transferindo as tecnologias propostas por meio da capacitação continuada. A partir daí, os técnicos formados são os responsáveis pela implantação das Unidades de Referência Tecnológica (URT’s), que levam tanto as tecnologias da Embrapa Pesca e Aquicultura, quanto as atividades sustentáveis para os sistemas agrícolas localizados na região do Matopiba pertencente ao estado.

O Dia de Campo, em especial, apresentou aos produtores como o Sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) e a recuperação de pastagens degradadas tem melhorado a atividade pecuária de corte. O trabalho da URT, que iniciou-se na safra 13/14, já demonstra seus resultados com boa parte de pastagens recuperadas e a intensificação da atividade produtiva.

O evento foi uma realização do Ruraltins, da Embrapa e da Fazenda Laço de Ouro. A intenção é realizar ao longo do ano outros “Dias de Campo”, apresentando as demais tecnologias inclusas no Plano ABC e seus resultados já observados. Com certeza, iniciativas como essa ajudam a #adubarofuturo da produção agrícola tocantinense, implicando em mais sustentabilidade e colhendo mais produtividade.

Fonte: Conexão Tocantins.

Adubação Verde e a sustentabilidade produtiva

Você sabia que a adubação verde é uma tecnologia inclusa no Plano ABC? E que você pode incluí-la em sua lavoura por meio do Sistema ILPF, recuperação de áreas degradadas, rotação de culturas ou no Sistema Plantio Direto?

Pois bem, essa técnica agrícola milenar pode fazer a diferença no solo, reavivando/melhorando seus aspectos físicos, químicos e biológicos, devolvendo sua saúde produtiva de forma sustentável e econômica.

Para saber como implantar a adubação verde na sua produção basta acessar o site da nossa adubadora Sementes Piraí, se informar com conteúdos exclusivos dedicados a cada cultura atendida e desta forma, se credenciar para ser um produtor adubador do futuro! Não perca essa chance de plantar sustentabilidade e colher rentabilidade na sua produção.

 

 

 

 

25mai/160

Irrigação chega para a agricultura familiar no Ceará!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, agricultura familiar, agropecuária, irrigação, pastagem, Piraí Sementes, Sustentabilidade por Admin em 25 de maio de 2016No Comments »
A reserva alimentar da pecuária, oriunda da palma, será beneficiada pela irrigação por gotejamento - Imagem: Portal EcoDebate.

A reserva alimentar da pecuária, oriunda da palma, será beneficiada pela irrigação por gotejamento – Imagem: Portal EcoDebate.

Possibilitar melhorias produtivas acessíveis à todos os tipos de propriedades: essa é a ideia do Governo do Ceará, que por meio da Secretaria do Desenvolvimento Agrário em parceria da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), tem desenvolvido o Projeto de Formação de Pastagem para Reserva Alimentar e Convivência com o Semiárido.

O objetivo do projeto é fortalecer a pecuária da agricultura familiar cearense, incrementando-a sustentavelmente e tornando-a competitiva e rentável, por meio da implantação tecnológica de áreas de reserva alimentar e equipamentos para produção, transformação e armazenamento de subprodutos.

São cinco os territórios contemplados pela ação: Cariri, Centro Sul, Sertão Central, Vale do Jaguaribe e Sertão do Inhamuns/Crateús. Cerca de 800 famílias de 61 associações em 36 municípios receberão a implantação dos sistemas de irrigação por aspersão, para o plantio do sorgo, e por gotejamento, beneficiando o plantio da palma forrageira. Além da aquisição de máquinas e implementos que beneficiem a palma como reserva alimentar do rebanho.

O projeto finalizará sua ações em dezembro e é uma ação de fortalecimento da agricultura familiar, fruto da parceria entre o governo, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Ceará (Ematerce) e o Instituto Agropolos do Ceará. Um estímulo que vai #adubarofuturo da agricultura cearense!

Fonte: Governo do Estado do Ceará.

Sustentabilidade na agricultura familiar

A matéria acima indica que o projeto desenvolvido pelo governo cearense vai levar sustentabilidade à produção pecuária familiar. Por que não incrementar mais ainda esse quesito levando em conta a adubação verde?

A técnica agrícola milenar melhora as condições físicas, químicas e biológicas do solo, provendo seu fortalecimento e sua expansão produtiva. No caso das pastagens, existem adubos verdes que também servem para a alimentação animal após sua “colheita”.

Quer saber mais? Acesse a loja virtual de sementes para adubação verde EcoSeeds, informe-se e inclua a adubação verde no planejamento de reforma ou melhoria da sua pastagem. Isso é ser um adubador do futuro!

 

 

25mai/160

Produção de mudas florestais no RS!

Inserido em Adubar o Futuro, cobertura vegetal, Consciência Verde, Informação, Meio Ambiente, Recuperação Florestal, Sustentabilidade por Admin em 25 de maio de 2016No Comments »
Visitantes em uma das etapas da capacitação - Imagem: Fepagro Litoral Norte.

Visitantes em uma das etapas da capacitação – Imagem: Fepagro Litoral Norte.

A cidade gaúcha de Maquiné recebeu no início de abril uma visita técnica do grupo de participantes da Oficina Viveiros Escolares, organizada pela Rede de Educação Ambiental do Litoral Norte. O encontro foi realizado na Fepagro Litoral Norte e teve por objetivo a apresentação dos métodos de produção de mudas florestais no Centro de Pesquisa da Fundação.

Os visitantes foram recepcionados pelos pesquisadores Rodrigo Favreto e Raquel Paz da Silva, que apresentaram a Fepagro e explicaram a produção de sementes e mudas florestais. O grupo teve a oportunidade de conhecer o Centro de Pesquisa, para aprofundar os conhecimentos em estrutura e equipamentos para a produção de mudas.

Há quase 30 anos a Fepagro Litoral Norte trabalha na produção de mudas florestais, produzindo até então o equivalente a 200 mil mudas nativas. Essas plantas são destinadas à projetos de pesquisas de outras instituições ou para uso próprio nas pesquisas sobre consórcios e sistemas agroflorestais. O foco produtivo concentra mudas de palmeira-juçara, goiabeira-serrana e outras espécies nativas.

A intenção da Fepagro foi expandir o conhecimento dos estudantes, aumentando o número de adubadores do futuro que certamente irão auxiliar na recuperação de muitas regiões de mata nativa por todo o estado gaúcho.

Fonte: Agrolink.

 

24mai/160

Sistema de produção: Recuperação e renovação de áreas de pastagens degradadas

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, cobertura vegetal, pastagem, Pesquisa, Piraí Sementes, plantio direto, Recuperação de áreas degradadas, Sustentabilidade por Admin em 24 de maio de 2016No Comments »
O Sistema ILPF atuando na recuperação de pastagens é um dos destaques do evento - Imagem: Kadijah Suleiman/Embrapa.

O Sistema ILPF atuando na recuperação de pastagens é um dos destaques do evento – Imagem: Kadijah Suleiman/Embrapa.

Convidamos, a pedido da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, através da APTA/ Pólo Regional Centro Sul e CATI Regional de Piracicaba, para o evento “Sistema de produção: Recuperação e renovação de áreas de pastagens degradadas”, no próximo dia 30 de maio em Tietê-SP. O local do evento é a APTA REGIONAL CENTRO SUL/ UPD Tiete, localizada na Rod. Cornélio Pires, KM 69.

Como público-alvo os produtores e técnicos Regional da CATI EDR Piracicaba, o evento tem como objetivo apresentar o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária- Floresta (ILPF) na promoção da recuperação de áreas degradadas, agregando na mesma área produtiva, diversos sistemas como grãos, leite e agroenergia. O sistema também promove a melhoria da fertilidade do solo, com a aplicação de técnicas pertinentes e promove a recuperação de áreas de pastagens degradadas.

Outros benefícios a serem destacados no evento são: a redução no uso de agroquímicos, o aumento da biodiversidade e o controle dos processos erosivos, por meio da cobertura constante do solo. O sistema plantio direto também será exponenciando como prática conservacionista aliada ao ILPF, constituindo uma importante opção para elevar a produtividade em áreas degradadas.

Ao todo, o público presente contará com oito horas de evento. O total de vagas são 100 e você pode saber mais, bem como efetuar sua inscrição através destes canais:

E-mail: eventos.centrosul@apta.sp.gov.br
Fone: (015) 3282-1000

________________________________________________________________________

Recuperar áreas degradadas com adubação verde

Quer saber como recuperar aquela área já exausta de produções consecutivas ou que apresentam sinais de degradação como a erosão?

Acesse o site da nossa adubadora, Sementes Piraí, e tenha acesso ao universo da adubação verde, informando-se sobre os benefícios, aplicações, dados técnicos e uso em cada tipo de cultura comercial.

Se credencie para ser um adubador do futuro, o agricultor que produz mais e com sustentabilidade!

 

24mai/160

Cultura da cana-de-açúcar ajuda a #adubarofuturo dos solos!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, Canavial, pastagem, Pesquisa, Piraí Sementes, Recuperação de áreas degradadas, Recuperação de solos, Setor Sucroenergético, Sustentabilidade por Admin em 24 de maio de 2016No Comments »
Imagem: Baita Profissional (Blog).

Imagem: Baita Profissional (Blog).

Quando se fala em #adubarofuturo agrícola, loga nos vem em mente técnicas sustentáveis de produção, que minimizem ou extingam o uso de agrotóxicos e colaborem com a saúde do solo e do meio ambiente como um todo.  Porém, o exemplo de hoje fica por conta da própria cultura, no caso a canavieira. A utilização de técnicas corretas de manejo, do plantio à colheita, promovem o enriquecimento dos aspectos físicos do solo, o que provoca maior fertilidade e maior armazenamento de CO2.

Tais afirmações são provenientes de estudos da Embrapa, que apontaram a substituição de pastagens degradadas pela cultura da cana, promovendo maior estoque de carbono no solo, variando de cinco a dezoito toneladas por hectare, considerando a profundidade de no máximo trinta centímetros. Segundo o consultor ambiental da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), André Elia, tais pontuações são de fundamental importância para amenizar as emissões de CO2 na agricultura.

Os subprodutos da cana, como a vinhaça, contribuem para o crescimento sadio da planta, pois são ricos em nutrientes e matéria orgânica. O manejo sustentável, do plantio à colheita, e o aproveitamento dos recursos hídricos provenientes das usinas para a irrigação dos canaviais fazem parte do processo de recuperação de solos degradados, aparecendo como alternativa extremamente viável para a sustentabilidade produtiva da cultura.

Todas essas conclusões estão dispostas no “Boletim de Conservação do Solo e da Água da Cultura da Cana-de-açúcar”, documento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo que indica recomendações para o setor canavieiro sobre novas técnicas de conservação do solo. O documento final deverá ser apresentado em junho.

Fonte: Portal Cana Online.

Canavial ainda mais sustentável

Produtor, quer saber como incluir ainda mais sustentabilidade na sua cultura?

Simples! Basta acessar o Canaviável, site da Sementes Piraí destinado exclusivamente à cultura da cana.

Lá você encontra informações de como implementar a adubação verde no processo de reforma ou implantação dos canaviais, consultar agrônomos especializados no assunto e dessa forma, se credenciar como adubador do futuro, provendo produções mais sustentáveis, de alta qualidade e rentabilidade e gastando muito pouco para isso.

Acesse hoje mesmo: http://www.canaviavel.com.br

 

23mai/160

Adubação verde eleva a capacidade produtiva do solo

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, agricultura familiar, cobertura vegetal, Crotalária, Meio Ambiente, Nematoides, pastagem, Pesquisa, Piraí Sementes, Rotação de culturas, Sustentabilidade, tecnologia por Admin em 23 de maio de 2016No Comments »
Adubo verde na Tecnofam 2016 - Imagem: Sílvia Z. Borges/Embrapa.

Adubo verde na Tecnofam 2016 – Imagem: Sílvia Z. Borges/Embrapa.

Elevar a capacidade produtiva do solo, com baixo custo, é um dos desafios em pequenas propriedades. Uma das práticas agrícolas que ajudam a enfrentar esse desafio, é a adubação verde em rotação de cultura ou em consórcio entre adubos verdes (leguminosas e gramíneas). O sistema radicular mais profundo dos adubos verdes condiciona o solo para que a cultura de atividade econômica explore melhor os nutrientes e a água do solo.

Os adubos verdes que são gramíneas a exemplo do sorgo forrageiro e milheto, e dicotiledôneas, como o girassol, formam a palhada que cobrem o solo; e os que são leguminosas, caso da crotalária, mucuna, guandu, feijão-de-porco, produzem biomassa e fornecem maior aporte de nitrogênio à cultura.

Quem passou pela Tecnofam 2016, evento de tecnologias e conhecimentos para agricultura familiar realizado de 11 a 13 de maio na Embrapa Agropecuária Oeste, pôde conhecer os benefícios dos adubos verdes com os pesquisadores da Embrapa: Alberto Feiden, da Embrapa Pantanal, e Cesar José da Silva, da Embrapa Agropecuária Oeste.

A prática da adubação verde promove a cobertura do solo, aumenta a umidade, a ciclagem de nutrientes e a dinâmica dos microorganismos no solo que ajudam a combater nematoides e doenças do solo. Além disso, os adubos verdes abrigam inimigos naturais a atraem polinizadores e insetos benéficos como predadores de pragas.

Segundo Silva, o processo de elevação da capacidade produtiva do solo com a adubação verde exige alguns anos de boas práticas culturais. Por isso, a recomendação é que a adubação verde seja associada a outras práticas, como calagem e gessagem, adubos orgânicos a partir de dejetos de animais que têm alta concentração de nutrientes disponíveis (esterco de aves, bovinos e suínos). “Se o produtor adotar essas práticas, a adubação mineral complementar será em doses menores, reduzindo o custo de produção.”

Os adubos verdes também servem como suplementação alimentar animal. O guandu, adubo verde semiperene, é usado para feno ou fresco no cocho por meio de podas; a cartilha, espécie perene, possui excelente palatabilidade – que, segundo Silva a Agraer tem estimulado os agricultores a plantarem – ou para adubar nas entrelinhas; e gramíneas forrageiras para cobertura de solo e forragem.

A rotação de culturas pode ser feita dividindo a área em pequenas partes, intercalando as culturas ao longo do tempo. Uma dica para iniciar a prática de adubação verde exclusivamente ou em consórcio é escolher uma área com baixa quantidade de matéria orgânica ou com problemas de pragas de solo, de plantas daninhas ou ainda na área mais distante da propriedade, onde é mais difícil de se chegar com dejetos de animais que são usados também como adubos. “À medida que a área com problema é recuperada com a adubação verde, o agricultor pode expandir a prática agrícola”, afirma o pesquisador Cesar José da Silva.

A prática da adubação verde promove a cobertura do solo, aumenta a umidade, a ciclagem de nutrientes e a dinâmica dos microorganismos no solo que ajudam a combater nematoides e doenças do solo. Além disso, os adubos verdes abrigam inimigos naturais a atraem polinizadores e insetos benéficos como predadores de pragas.

Calcário como auxiliar

“Boa parte do solo brasileiro é levemente ácida. Para elevar o PH, a forma mais barata de se fazer essa correção do solo é com o calcário, que é proporcionalmente barato em relação a outros produtos existentes no mercado. Ainda hoje muitos produtores da agricultura familiar não têm essa prática para corrigir o solo”, disse o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Rodrigo Arroyo, na Mostra de Tecnologias da Tecnofam 2016.

Ele explica que o calcário ajuda no crescimento da raiz e da parte aérea da planta e a prática é recomendada para todas as culturas agrícolas, como milho, feijão e mandioca. “Isso significa que nos anos de déficit hídrico, como nos veranicos, vão explorar melhor o solo, absorvendo os nutrientes”.

Para saber a quantidade a ser aplicada no solo, é necessário coletar uma amostra de solo. A coleta da amostra deve ser feita em zigue-zague para representar bem a área – “uma amostra por hectare é suficiente” –  e essa amostra levada a um laboratório. “O custo da análise é relativamente baixo e se paga com o aumento da produção que a calagem proporciona”, diz o pesquisador.

A comparação do desenvolvimento da raiz em solo corrigido e em um solo sem correção foi demonstrado por um equipamento de análise de raízes chamado rizotron. “O que o agricultor familiar consegue ver é o que ele acredita. E o rizotron mostra a área do solo onde o produtor não enxerga. Essa forma didática é fantástica”, diz Genivaldo Schlick, diretor de ensino do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, regional de Ponta Porã, que estava no segundo dia da Tecnofam.

Tecnofam 2016

Muitas das tecnologias que estão sendo demonstradas a campo têm origem na Embrapa Agropecuária Oeste e em outras Unidades da Embrapa: Algodão, Amazônia Ocidental, Arroz e Feijão, Gado de Corte, Gado de Leite, Hortaliças, Instrumentação, Mandioca e Fruticultura, Meio Norte, Milho e Sorgo, Pantanal, Suínos e Aves, Tabuleiros Costeiros. Também têm tecnologias desenvolvidas pela Agraer, Uems, UFGD e de empresas expositoras.
A realização do evento é da Embrapa, Agraer, Sepaf, Senar/MS e Prefeitura Municipal de Dourados, através da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Semafes).
_______________________________________________________________________
Obs: O texto de hoje é uma reprodução integral do excerto da jornalista Sílvia Zoche Borges, MTb-MG 08223JP, do Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO) da Embrapa Agropecuária Oeste /Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Agradecemos e creditamos a Silvia todo o conteúdo textual e imagético postado acima.
_______________________________________________________________________
Conheça a adubação verde
A matéria acima mencionou algumas espécies de adubos verdes, que nós convidamos para que você conheça melhor no site da nossa adubadora, Sementes Piraí.
Veja:

Para saber como a adubação verde auxilia no controle dos nematoides, acesse aqui.

 

20mai/160

Por que sim para as culturas de inverno?

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, cobertura vegetal, Pesquisa, Piraí Sementes, plantio direto, Rotação de culturas, Sustentabilidade por Admin em 20 de maio de 2016No Comments »
O Nabo-forrageiro é uma das culturas de inverno recomendadas pela pesquisa da Embrapa - Imagem: Sementes Piraí.

O Nabo-forrageiro é uma das culturas de inverno recomendadas pela pesquisa da Embrapa – Imagem: Sementes Piraí.

Basicamente a resposta seria: para evitar a ocorrência de plantas daninhas! Embasando essa resposta têm-se uma pesquisa conduzida pela Embrapa Agropecuária Oeste que analisou os efeitos do pousio em áreas agrícolas. O estudo concentrou suas indicações na região sul-mato-grossense, sem nenhum cultivo de segunda safra.

Os resultados da pesquisa indicaram que a área em pousio ficou mais sujeita ao aparecimento de plantas daninhas, em especial ao capim-amargoso e a buva. Outras observações importantes feitas pelos pesquisadores são: a possibilidade da área ficar mais exposta às pragas de difícil controle e a redução na produtividade da safra de soja seguinte, uma vez que muitos nutrientes da terra se perderam.

César José da Silva, pesquisador da instituição, pontua que a ausência de cobertura vegetal também prejudica a atividade microbiana, impactando negativamente o equilíbrio ambiental e a ciclagem de nutrientes na terra.

Como opções de cultura de inverno, que podem ser plantadas após o milho-safrinha, no Mato Grosso do Sul há o crambe, nabo-forrageiro e canola – todas da família das oleaginosas ou as gramíneas, como o trigo. Tais culturas são vistas como diversificações do sistema produtivo e mediante certas condições adversas de clima, aparecem como opção bem mais rentável do que o pousio. Tal recomendação serve para pequenas, médias e grandes propriedades.

Para implantar as culturas de inverno os pesquisadores da Embrapa recomendam que os produtores observem três fatores: finalidade da produção (comercial, alimentação animal ou produção de palhada), seleção das áreas a receber as culturas de inverno e por fim, a fertilidade do solo.

A pesquisa orienta o passo-a-passo dos produtores da aprendizagem ao plantio das culturas de inverno e dessa forma, reforça a importância de práticas sustentáveis, que viabilizem culturas comerciais subsequentes mais saudáveis, cuidado para o que o solo sempre esteja em “plenos pulmões” para produzir com qualidade. Isso é #adubarofuturo!

Fonte: DBO.

Culturas de inverno com adubação verde

No texto acima vimos a indicação de um dos adubos verdes de inverno:o Nabo-forrageiro. Dentre suas características está o controle de plantas daninhas, a descompactação de solos adensados e a produlão de grande volume de palha para a prática do Sistema Plantio Direto.

Porém, existem outras espécies que podem ser cultivadas nesse período, como a Aveia-preta. Para conhece-la melhor e planejar sua cultura de inverno integrando sustentabilidade com economia e rentabilidade, acesse o conteúdo exclusivo sobre adubação verde e culturas de inverno no site da Sementes Piraí.

Descubra o que a adubação verde pode fazer para deixar seu solo “tinindo de bom”, rico em nutrientes e com seus aspectos potencializados!

 

 

 

 

 

19mai/160

Voltar ao passado é preciso para resgatar ações que evitem a erosão do solo

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, cobertura vegetal, Piraí Sementes, plantio direto, Recuperação de áreas degradadas, Recuperação de solos, Rotação de culturas, Sustentabilidade, tecnologia por Admin em 19 de maio de 2016No Comments »
Sistema Plantio Direto com palhada: um dos três vértices para a eficiência total da ação - Imagem: Iapar.

Sistema Plantio Direto com palhada: um dos três vértices para a eficiência total da ação – Imagem: Iapar.

A agricultura moderna parece estar se esquecendo de práticas que nos “tempos do vovó” funcionavam para evitar uma série de transtornos, como a erosão. Mesmo com o forte apelo por práticas sustentáveis de cuidados com o solo, as ações em si parecem estar engatinhando para acontecer. O alerta é dado pela pesquisadora do Polo Regional do Iapar (Paraná), Josiane Burkner dos Santos.

Um dos maiores problemas para o aparecimento de cenários de degradação está na forma errônea que o Sistema Plantio Direto (SPD) é efetuado. Segundo Josiane é indispensável que o produtor leve em consideração os três princípios do SPD: não revolvimento do solo, rotação de culturas e solo permanentemente coberto de palha ou palha viva.

A cobertura do solo é um dos fatores diferenciais nos cuidados com o solo e que, comprovadamente, gera vantagens econômicas ao produtor. A pesquisadora aponta que nas lavouras onde a cobertura está em 90% da terra, as perdas caem para pouco mais de 72,00 reais/ha. Quando não há cobertura o prejuízo aumenta em 75%, beirando os 428,00 reais/ha. Outro ponto destacado por Josiane é o correto manejo de solos e água, que devem contar com o uso do terraceamento e o plantio feito em nível, objetivando minicurvas, que servem como bloqueio físico à erosão. As duas ações vão inibir a perda de terra e água, além de cuidar do solo produtivo.

A pesquisadora atua no Iapar há quatro anos e vem desenvolvendo junto com os demais pesquisadores da instituição o projeto “Plante seu Futuro”, iniciativa do governo estadual. A intenção do projeto é incentivar o plantio sustentável, resgatando práticas conservacionistas do solo. Basicamente, o norte do projeto consiste no SPD bem executado, aliado ao MIP (Manejo Integrado de Pragas) e o MID (Manejo Integrado de Doenças). O projeto ainda defende a diminuição no uso de agrotóxicos, por meio da implantação dessa “tríplice ação”, beneficiando a saúde do solo e de todos os envolvidos, direta e indiretamente, na produção.

Temos aí mais uma afirmação de que é possível cuidar do solo e garantir produções sustentáveis, viabilizando ações ditas antigas com tecnologias “verdes” mais recentes. São os frutos dessas combinações que certamente irão #adubarofuturo da nossa agricultura, bem como do meio ambiente e todos aqueles que desfrutam dos cultivos. Cuidar do solo é uma obrigação, mas cuidar com sustentabilidade sinaliza respeito pelo maior insumo da agricultura.

Fonte: Diário dos Campos

Sistema Plantio Direto e Adubação Verde

A nossa adubadora, Sementes Piraí, lançou recentemente uma entrevista exclusiva com um dos percursores do SPD juntamente com sua filha. Herbert e Marie Bartz contam a história do sistema no Brasil e como a adubação verde tem contribuído para a eficiência do SPD, quando respeitado os três princípios básicos mencionados acima.

Para conferir este material e constatar quantos são os benefícios de unir essas duas “tradições” agrícolas em prol da sustentabilidade do seu cultivar, acesse aqui e se torne um adubador do futuro!

 

18mai/160

Bioeletricidade da Cana-de-açúcar ajuda a #adubarofuturo!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, Biomassa, cana-de-açúcar, energia renovável, Meio Ambiente, Piraí Sementes, Recursos hídricos, Setor Sucroenergético, Sustentabilidade, tecnologia por Admin em 18 de maio de 2016No Comments »
O potencial da bioeletricidade da cana é um grande rofrço para poupar a matriz hídrica geradora de energia - Imagem: Divulgação.

O potencial da bioeletricidade da cana é um grande reforço para poupar a matriz hídrica geradora de energia – Imagem: Divulgação.

Poupar água é uma premissa fundamental para garantir a sobrevivência da vida e das atividades agrícolas no planeta. E quando isso acontece ajudando o trabalho das hidrelétricas, com certeza, o motivo da comemoração tem um teor especial. Segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) e da Associação da Indústria de Cogeração de Energia (COGEN) em 2015 o setor canavieiro ajudou as usinas a economizar 14% de água, por meio da geração de mais de 20 mil GWh via bioeletricidade.

Outro ponto positivo que o setor sucroenergético marca em favor da preservação da água e do consumo de energia elétrica consta dentro de sua própria indústria, uma vez que a autossuficiência durante a safra minimiza o consumo hídrico e elétrico.

O cenário nem tão distante de stress hídrico que boa parte da região Centro-Sul do Brasil enfrentou nos últimos anos, reforça ainda mais a participação da bioeletricidade da cana no Sistema Interligado Nacional. A poupança atual de 14% de água indica um patamar de extrema relevância quanto à participação do setor como parceiro da geração energética.

Para dar prosseguimento a economia advinda do setor sucroenergético, como provedor de energia renovável e sustentável, representantes da área reforçam a inclusão de cotas cada vez mais amplas de bioeletricidade nos leilões de reserva. No final de abril a biomassa participou do Leilão A-5/2016, que contratará energia de novos projetos para entrega a partir de 2021. O caminho ainda engatinha, mas seus resultados provam que é possível #adubarofuturo contando com a bioeletricidade da cana!

Fonte: Notícias Agrícolas

Mais produtividade para a cana-de-açúcar

Canavieiro, você desejar turbinar sua produção contando com máxima sustentabilidade e economia de gastos?

Apresentamos então o Canaviável, o projeto da Sementes Piraí destinado exclusivamente à adubação verde no setor.

Para saber mais, acesse http://www.canaviavel.com.br e conheça todos os benefícios de ser um adubador do futuro, incluindo a adubação verde na reforma e ou implantação de seu canavial.

 

18mai/160

Em Dia de Campo, agricultores familiares do MT se aproximam da tecnologia!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, agricultura familiar, cobertura vegetal, Fruticultura, Hortaliças, Pesquisa, Piraí Sementes, Sustentabilidade, tecnologia por Admin em 18 de maio de 2016No Comments »
O sistema de produção em mandala foi uma das tecnologias apresentadas durante o evento - Imagem: O Imparcial.

O sistema de produção em mandala foi uma das tecnologias apresentadas durante o evento – Imagem: O Imparcial.

O 3º Fórum Regional da Agricultura Familiar de Mato Grosso aproximou a agricultura familiar da tecnologia. O evento aconteceu no final de março e foi uma realização da Embrapa em parceria com instituições regionais, recebendo cerca de 160 agricultores familiares e estudantes.

No primeiro dia de evento o Dia de Campo apresentou ao público cultivos e palestras das equipes da Embrapa e Empaer, que delinearam suas falas acerca da olericultura, mandiocultura, fruticultura, cultivo do feijão-caupi, sistema ILPF (integração lavoura-pecuária-floresta), além de opções de plantas forrageiras.

Tudo o que foi apresentado estava em teste até dezembro último, certificando a procedência viável de todas as opções ilustradas. Outro aspecto importante do Dia de Campo foram as pesquisas exibidas sobre o uso de tela de sombreamento na horticultura, o cultivo no sistema mandala, a produção em estufas e os testes com legumes gourmet.

O público recebeu bem todas as propostas expostas, frisando a importância da diferenciação produtiva em prol da qualidade dos produtos ofertados. Segundo a organização do evento, a ideia é que cada produtor escolha uma das tecnologias baseado na sua forma de produção, minimizando gastos, mas garantindo a melhoria produtiva.

Nos demais dias do evento, palestras sobre regularização fundiária e restauração florestal foram as pautas trabalhadas. O 3º Fórum Regional da Agricultura Familiar diminuiu a ponte existente entre as tecnologias possíveis e os agricultores, trabalhando assim para estreitar ações de conhecimento e viabilidade. Isso, com certeza, irá #adubarofuturo de muitas propriedades a pequeno, médio e longo prazo, colhendo frutos extremamente produtivos.

Fonte: Expresso MT.

Opções de plantas forrageiras

Para o agricultor que deseja conhecer melhor as plantas forrageiras em suas funções de cobertura do solo e adubo verde, nós indicamos o caminho: acesse o site da EcoSeeds, loja online de sementes para adubação verde.

A EcoSeeds reúne informações atualizadas sobre vários tipos de plantas forrageiras e dá ao produtor a oportunidade de já planejar sua próxima safra com a inclusão da adubação verde, unindo a agilidade da compra online com a certificação de qualidade Sementes Piraí, com o crivo do MAPA.

Acesse hoje mesmo http://www.ecoseeds.com.br e descubra como as plantas forrageiras podem turbinar sustentavelmente sua produção!

17mai/160

Caminhos construídos para o manejo sustentável do solo!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, Piraí Sementes, Sustentabilidade por Admin em 17 de maio de 2016No Comments »
O documento finalizado pela ITPS segue para aprovação na Assembleia Geral da AMS agora em maio. Se aprovado, será mais um importante norte para a sustentabilidade agrícola. Imagem: Divulgação.

O documento finalizado pelo ITPS segue para aprovação na Assembleia Geral da AMS agora em maio. Se aprovado, será mais um importante norte para a sustentabilidade agrícola. Imagem: Divulgação.

A sede da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) em Roma, Itália, foi a cidade escolhida para o quinto encontro do Painel Técnico Intergovernamental de Solos (ITPS), ação integrante  da Aliança Mundial para o Solo, em março passado. O resultado dessa rodada de conversas foi a finalização do documento “Diretrizes voluntárias para o manejo sustentável dos solos”.

O documento, ainda em produção, já havia sido disponibilizado no site da FAO, mas a conclusão desse quinto encontro do ITPS forneceu dados científicos e técnicos de extrema importância para a finalização desse material. Agora, com esta etapa finalizada, a continuidade dos trabalhos se dará com sua análise.

Uma equipe composta por representantes dos países membros da FAO, instituições de pesquisa públicas e privadas e sociedade civil irão apurar os pontos políticos essenciais dessas diretrizes, visando sua aprovação final pela Assembleia geral da AMS agora em maio. Ele não será apresentado como normativo, mas sim como um compilado de orientações sobre manejo, uso e conservação sustentável dos solos.

Resta agora esperar os desdobramentos da Assembleia geral para finalmente termos as diretrizes aprovadas. Este será mais um importante instrumento norteador de ações que promovam a sustentabilidade produtiva, cuidado e poupando seu maior insumo, o solo. Isso é #adubarofuturo!

Fonte: Agrolink

Cuidados com o solo e sustentabilidade produtiva

Como conciliar produções sustentáveis e rentáveis com os cuidados constantes com o solo? – A resposta está na adubação verde!

A técnica agrícola milenar cuida para que o solo esteja sempre ativo, potencializando seus aspectos químicos, físicos e biológicos. Atua também na recuperação de solos já exaustos. A adubação verde condiciona, recupera e melhora a saúde do solo, favorecendo outros itens como o aumento na capacidade de absorção de água e a proteção contra a radiação solar.

Saiba mais sobre os benefícios da adubação verde acessando o site da Sementes Piraí. Nossa adubadora carrega mais de 40 anos de experiência, pesquisa e prática sobre adubação verde, para levar a você o que há de melhor quando o assunto é sustentabilidade produtiva.

17mai/160

#adubarofuturo é cuidar dos mananciais!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Água, cobertura vegetal, Meio Ambiente, Piraí Sementes, Recuperação de áreas degradadas, Recuperação de mananciais, Recursos hídricos, Sustentabilidade por Admin em 17 de maio de 2016No Comments »
O Projeto Vida Nova Rio Formiga tem contribuído para #adubarofuturo dos mananciais da região - Imagem: Prefeitura Municipal de Formiga.

O Projeto Vida Nova Rio Formiga tem contribuído para #adubarofuturo dos mananciais da região – Imagem: Prefeitura Municipal de Formiga.

Quando o assunto é água o município mineiro de Formiga dá o exemplo. Em fevereiro passado o Senar Minas realizou dois eventos, agindo em conjunto com o Sindicato Rural da cidade e o Ministério Público (MP), com o objetivo de reunir produtores preocupados com a recuperação e ativação dos mananciais regionais. A capacitação foi o caminho adotado nas duas ações, indo ao encontro das premissas do Projeto Vida Nova Rio Formiga.

Tal projeto é fruto de ação popular em parceria com o MP e é apenas um dos existentes que atuam na recuperação da bacia do Rio Formiga. Todo o trabalho se dá de maneira educativa, sensibilizando a população sobre a importância de cuidar e preservar os mananciais. As ações já foram elogiadas pelo MP, dois meses após seu início.

Ao todo, os produtores passam por quatro etapas educativas: cursos para a elaboração do CAR (Cadastro Ambiental Rural), sobre a recuperação de nascentes e futuramente, o Seminário Nosso Ambiente e a capacitação sobre recuperação de áreas degradadas. O projeto tem retomado a esperança dos produtores que sofreram com a estiagem nos últimos anos. Segundo um dos coordenadores, a maior preocupação é viver esse cenário novamente, por isso a adesão em massa do agricultores para evitar outro período seco, auxiliando na manutenção da água tanto para a zona rural, quanto urbana.

O Emater, a Unifor e alguns agentes financeiros são outros parceiros do Projeto Vida Nova Rio Formiga. Ainda estão previstas ações sobre recuperação de pastagens degradadas e produção de água, apoiado pela Lei Municipal e pela Agência Nacional das Águas, que servirá de fonte extra de renda a muitos produtores. Esperamos que iniciativas como essa saiam da região de Formiga e sejam “copiadas” para outros locais que necessitam urgentemente da preservação de mananciais. Somente assim poderá se garantir que águas terão seu futuro assegurado.

Fonte: Agrolink.

Adubação verde na recuperação de áreas e pastagens degradadas

Você sabia que a adubação verde pode contribuir para devolver a vida produtiva de áreas cansadas por cultivos subsequentes, tal como às pastagens exaustas?

Pois bem, o uso dos adubos verdes promove um ciclagem de nutrientes, que recuperam, melhoram e condicionam as características naturais do solo, devolvendo em potencialidade seus aspectos químicos, físicos e biológicos.

Para saber mais acesse o site da nossa adubadora, Sementes Piraí, e fique por dentro do universo da adubação verde. Inclua a técnica como parceira sustentável, econômica e produtiva da sua ação de recuperação, os resultados são garantidos e você contribui para o futuro agrícola e do meio ambiente.

16mai/160

No Amazonas #adubarofuturo é reduzir o uso de agrotóxicos!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, agricultura familiar, Agroecologia, educaçao, orgânico, Piraí Sementes, Sustentabilidade por Admin em 16 de maio de 2016No Comments »
Agricultores atentos às explicações do pesquisador da Embrapa, José Nestor de Paula Lourenço - Imagem: Euzivaldo Queiroz / A Crítica.

Agricultores atentos às explicações do pesquisador da Embrapa, José Nestor de Paula Lourenço – Imagem: Euzivaldo Queiroz / A Crítica.

O Amazonas é o líder de um dos rankings do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), porém não há motivos para comemoração, pois tal ranking cita os estados que mais consomem agrotóxicos no país. O estudo feito pelo Programa de Avaliação de Resíduos Agrotóxicos (Para) indicou que o estado consome 50% a mais desse tipo de item que a média nacional. Para reverter esse cenário, promovendo a sustentabilidade produtiva, a Embrapa ministrou no final de março um curso sobre agricultura orgânica.

O público-alvo da capacitação foram os agricultores familiares e os técnicos de assistência técnica e extensão rural. A intenção do curso foi instruir o “bê-á-bá” da produção orgânica, apresentando espécies de plantas que servem com cobertura vegetal e adubo, fortificando a fertilidade da terra. Outro ponto de destaque da capacitação foi sanar dúvidas sobre o processo agroecológico de produção e a legislação e certificação orgânica.

Além de contribuir para conscientizar produtores e técnicos sobre a importância na redução do uso de agrotóxicos nas produções, o curso serviu para fomentar as bases sólidas de crescimento da atividade orgânica, que mesmo em meio à crise, tem conseguido se desenvolver e alcançar bons índices rentáveis. Os coordenadores do curso esperam ter dado o primeiro passo para mudar o pensamento da agricultura local, prevendo colher seus frutos daqui dois ou três anos, tempo correto para o descanso do solo quanto à toxicidade dos agrotóxicos e das primeiras colheitas 100% orgânicas.

A iniciativa também promoveu a importância dos cuidados com os recursos hídricos, insumo fundamental para o desenvolvimento da agricultura saudável e produtiva. Parabenizamos a Embrapa pela atitude e também ocupamos lugar na torcida que acredita que este foi o pontapé inicial para novos tempos produtivos no Amazonas, cercados por sustentabilidade, cuidados com a terra e com a saúde dos produtores.

Fonte: A Crítica.

Agricultura familiar orgânica

A produção orgânica requer bases de preparo e cuidado com solo naturais. Por isso, apresentamos uma parceira que contribui com a sustentabilidade do solo, elevando sua saúde e promovendo a rentabilidade produtiva: adubação verde.

A técnica agrícola milenar, comprovada pela pesquisa e prática, utiliza os adubos verdes, espécies vegetais que possuem características recuperadoras, recicladoras e melhoradoras do solo. Contribuem para o fortalecimento da terra, renovando seus atributos químicos, físicos e biológicos.

Para saber mais sobre os benefícios da adubação verde acesse a loja online EcoSeeds, a loja virtual de sementes para adubação verde pensada para o pequeno e médio produtor. Se informe e aproveite a oportunidade de planejar seu novo ciclo produtivo com a inclusão dessa técnica e credencie sua lavoura para novos tempos, marcados pela sustentabilidade, rentabilidade e redução de custos!

13mai/160

Produção de biodiesel incentivada beneficia a agricultura familiar!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, agricultura familiar, energia renovável, Meio Ambiente, Piraí Sementes, Sustentabilidade, tecnologia por Admin em 13 de maio de 2016No Comments »
O Girassol é uma das importantes fontes para a produção de biodiesel - Imagem: Stock.

O Girassol é uma das importantes fontes para a produção de biodiesel – Imagem: Stock.

No final de março uma nova lei, que obriga o aumento de adição de biodiesel ao óleo diesel, foi sancionada para entrar em vigor no início de 2017. A norma impacta positivamente o meio ambiente e a agricultura familiar. Hoje, o percentual aditivo é de 7% e ele aumentará progressivamente para 10% em 2019.

Os benefícios para a agricultura familiar serão sentidos no aumento das famílias participantes do Programa Selo Combustível Social do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário). Atualmente, a ação conta com 75 mil famílias e a intenção é chegar em 2019 com mais de 100 famílias beneficiadas. A proporção de um litro de biodiesel produzido hoje no país, contempla um real oriundo de matérias-primas da agricultura familiar.

A nova lei vem ao encontro da necessidade de ampliação na produção de biodiesel. Estima-se que até atingir-se o percentual de 10%, a participação da agricultura familiar na produção será dobrada, fornecendo algo em torno de oito bilhões de reais em matéria-prima.

Vale lembrar que o biodiesel é um combustível muito menos poluente, parceiro do meio ambiente e da economia, que por sua vez precisará importar bem menos óleo diesel. Comumente, as matérias-primas mais utilizadas para a fabricação de biodiesel são a soja, a mamona e o girassol. Esta aí mais um fomento à produção agrícola familiar que com certeza irá #adubarofuturo!

Fonte: Agrolink

Aumenta a renda da agricultura familiar, aumenta a melhoria na produção!

A nova lei sancionada fará girar a roda econômica da agricultura familiar e com isso, melhorias produtivas poderão ser incorporadas em suas produções. E por que não pensar na adubação verde como um desses adendos?

Conheça todos os benefícios da adubação verde visitando a EcoSeeds, loja online de sementes para adubação verde, certificadas pelo MAPA e com a assinatura e qualidade já conhecidas da Sementes Piraí, nossa adubadora.

Não perca mais tempo, planeje sua próxima rodada produtiva incluindo a adubação verde e veja os resultados aumentarem, contribuindo para a sustentabilidade e não gastando horrores! Seja um adubador do futuro ;)

 

 

13mai/160

Plantas de cobertura são parceiras do Manejo Integrado de Pragas!

Inserido em Adubação Verde, Adubar o Futuro, Agricultura, Algodão, cobertura vegetal, Milho, Pesquisa, Piraí Sementes, Rotação de culturas, Sustentabilidade por Admin em 13 de maio de 2016No Comments »
O percevejo castanho é uma das grandes preocupações das lavouras do Cerrado, como algodão e o milho - Imagem: Tecnoshow Comigo.

O percevejo castanho é uma das grandes preocupações das lavouras do Cerrado, como algodão – Imagem: Tecnoshow Comigo.

O entomologista e pesquisador da Embrapa Algodão, José Ednilson Miranda, defende o uso de plantas de cobertura no Manejo Integrado de Pragas (MIP) na cultura do algodão. Segundo ele, essa interação pode afetar a dinâmica populacional de insetos e isso é de suma importância para otimizar o MIP. Como é sabido, as plantas de cobertura fornecem proteção para o solo e são muito utilizadas no sistema plantio direto.

Um exemplo citado por Miranda é o percevejo castanho, que assola várias culturas do Cerrado, como o algodão e o milho. Sua ação é atacar a raiz da planta debilitando sua produtividade. O MIP aparece nesse caso aliando plantas de cobertura e rotação e ou sucessão de culturas adequadas, incluindo algumas vezes a utilização de químicos. Uma das mais maiores dificuldades em controlá-lo consta por sua polifagia, ou seja, o percevejo castanho se alimenta de culturas diversificadas e é migrante em períodos de chuva.

As perdas no algodoeiro estimam-se na casa de 5 a 7% do total produzido. O percevejo castanho injeta uma espécie de saliva tóxica e faz sucção da seiva das raízes, provocando enfraquecimento e atraso severo no crescimento e desenvolvimento do algodão, que adquire aspectos amarelados e raquíticos. Para o pesquisador da Embrapa, o controle químico não tem obtido o sucesso esperado e por isso, pesquisas em campo de controle naturais são observados.

Miranda recomenda a adoção de plantas de cobertura como o Feijão-guandu, Sorgo granfífero em consórcio com Brachiaria ruziziensis e gergelim consorciado com B. ruziziensis. Em áreas já infestadas por tal praga, o pesquisador não recomenda o uso de milho e milheto em rotação, pois tais espécies são hospedeiras do percevejo castanho.

Temos aí mais uma notória indicação de que é possível controlar naturalmente pragas e doenças que assolam culturas comerciais. O caso do controle do percevejo castanho na cultura do algodão vem sendo observado e pesquisado há tempos pela Embrapa Algodão e a ação de plantas de cobertura tem apontado resultados consideráveis. Sustentabilidade produtiva começa com a adoção de ações que minimizem impactos à saúde do solo e essa, com certeza, é uma ação deste tipo e que contribui para #adubarofuturo!

Fonte: Agrolink.

Adubação Verde e o Algodoeiro

A adubação verde é uma técnica que reduz custos com insumos e indica maior produtividade no algodoeiro.

Além disso a técnica auxilia no controle de nematoides, descompacta, estrutura e areja o solo, dentre outros benefícios. Saiba mais sobre seus benefícios acessando o conteúdo destinado à cultura do algodão no site da Sementes Piraí.

Agora, para conhecer mais sobre o Feijão-guandu citado na matéria acima como planta de cobertura no MIP, acesse aqui.

Informe-se e veja quão vantajoso é ser um adubador do futuro, planejando sua próxima safra contando com os benefícios da adubação verde!